Interações de tacrolimo

Tacrolimo tem 152 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 5 contraindicadas, 37 graves e 110 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Inibidores da calcineurina, Imunossupressores. ATC L04AD02. Também chamado: Tacrolimus. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada5 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Tacrolimo + ciclosporina

    Na psoríase, a ciclosporina não deve ser associada a metotrexato nem a outros imunossupressores.

    O que fazer: Não associar ciclosporina com metotrexato ou outros imunossupressores em pacientes com psoríase.

  • Tacrolimo + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Tacrolimo + pimozida

    A pimozida não deve ser administrada junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com esses medicamentos.

  • Tacrolimo + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Tacrolimo + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave37 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Tacrolimo + amilorida

    Maior risco de hiperpotassemia com IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.

    O que fazer: Usar com cautela e monitorar frequentemente o potássio sérico se o uso concomitante for necessário.

  • Tacrolimo + atazanavir

    Os inibidores da protease do HIV aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e as reações adversas e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + carbamazepina

    A carbamazepina pode alterar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações sanguíneas de tacrolimo e ajustar sua dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Tacrolimo + claritromicina

    Os macrolídeos aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + cloreto de potássio

    Evitar cloreto de potássio com outros medicamentos que causam hiperpotassemia.

    O que fazer: Evitar o uso de cloreto de potássio em pacientes tratados com diuréticos poupadores de potássio, IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.

  • Tacrolimo + cobicistate

    Imunossupressores com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento terapêutico do imunossupressor recomendado.

  • Tacrolimo + darunavir

    Darunavir/ritonavir aumenta as concentrações de imunossupressores de índice terapêutico estreito.

    O que fazer: Monitorar as concentrações terapêuticas do imunossupressor.

  • Tacrolimo + diltiazem

    Os bloqueadores dos canais de cálcio aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tacrolimo a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tacrolimo for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tacrolimo e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Tacrolimo + eplerenona

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + eritromicina

    A eritromicina pode alterar as concentrações plasmáticas de vários medicamentos metabolizados pelo CYP3A4, como ciclosporina, carbamazepina, tacrolimo, rifabutina, corticoides e cilostazol.

    O que fazer: Vigiar clinicamente e os níveis séricos, quando disponíveis; ajustar a dose, se necessário.

  • Tacrolimo + espironolactona

    A espironolactona pode alterar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2C8 e pelo CYP3A4/5.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose desses medicamentos quando administrados de forma concomitante com espironolactona.

  • Tacrolimo + fenitoína

    Fenitoína, carbamazepina e fenobarbital diminuem as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + fenobarbital

    Fenitoína, carbamazepina e fenobarbital diminuem as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + fluconazol

    O fluconazol aumenta notavelmente as concentrações de tacrolimo oral, com risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Diminuir a dose de tacrolimo oral conforme suas concentrações.

  • Tacrolimo + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Tacrolimo + fluvoxamina

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de tacrolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de tacrolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Tacrolimo + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Tacrolimo + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Tacrolimo + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Tacrolimo + imatinibe

    O imatinibe aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP3A4 com margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Usar com particular cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita (p. ex., ciclosporina, ergotamina, fentanila, pimozida, sirolimo, tacrolimo).

  • Tacrolimo + itraconazol

    O itraconazol pode aumentar as concentrações de corticoides, ciclosporina e tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos e níveis do medicamento concomitante; pode ser necessário reduzir sua dose.

  • Tacrolimo + cetoconazol

    Os antifúngicos azólicos aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose; ao iniciar voriconazol ou posaconazol, reduzir inicialmente a dose de tacrolimo a um terço.

  • Tacrolimo + mercaptopurina

    O uso de múltiplos imunossupressores junto com mercaptopurina aumenta o risco de distúrbios linfoproliferativos.

    O que fazer: Usar com precaução os esquemas com múltiplos imunossupressores; vigiar sinais de distúrbios linfoproliferativos.

  • Tacrolimo + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Tacrolimo + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Tacrolimo + posaconazol

    O posaconazol aumenta acentuadamente as concentrações de ciclosporina e tacrolimo.

    O que fazer: Reduzir a dose de tacrolimo para um terço, ou a de ciclosporina para três quartos da dose original, ao iniciar posaconazol, e monitorar frequentemente suas concentrações.

  • Tacrolimo + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Tacrolimo + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Tacrolimo + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição ao tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de tacrolimo no sangue total e fazer os ajustes de dose necessários quando usados concomitantemente.

  • Tacrolimo + ritonavir

    O ritonavir aumenta as concentrações destes imunossupressores.

    O que fazer: Monitorar a concentração terapêutica do imunossupressor ao coadministrar com ritonavir.

  • Tacrolimo + sirolimo

    No transplante hepático, o sirolimo associado a ciclosporina ou tacrolimo aumenta o risco de trombose da artéria hepática e perda do enxerto.

    O que fazer: Evitar esta associação no transplante hepático de novo.

  • Tacrolimo + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Tacrolimo + tofacitinibe

    não se recomenda associar tofacitinibe com outros imunossupressores potentes

    O que fazer: evitar o uso concomitante de tofacitinibe com azatioprina, tacrolimo, ciclosporina ou outros imunossupressores potentes

  • Tacrolimo + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Tacrolimo + verapamil

    Os bloqueadores dos canais de cálcio aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

Moderada110 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Tacrolimo + aciclovir

    Aciclovir e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + alisquireno

    Alisquireno e tacrolimo elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Tacrolimo + amicacina

    Amicacina e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + amiodarona

    Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + amitriptilina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + anlodipino

    O anlodipino pode aumentar a exposição sistêmica à ciclosporina ou ao tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar com frequência os níveis de vale de ciclosporina e tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + atomoxetina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + azitromicina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tacrolimo a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tacrolimo for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tacrolimo e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Tacrolimo + buprenorfina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + candesartana

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + captopril

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + carbonato de cálcio

    Os antiácidos com hidróxido de alumínio e magnésio aumentam as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + carvedilol

    Carvedilol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de tacrolimo.

    O que fazer: Revisar a bula de tacrolimo: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Tacrolimo + celecoxibe

    Celecoxibe e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + ciclobenzaprina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + citalopram

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + clomipramina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Tacrolimo + cloroquina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + clorpromazina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + clozapina

    Usar clozapina com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico ao associar com outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Tacrolimo + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de tacrolimo.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente tacrolimo 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de tacrolimo.

  • Tacrolimo + dexcetoprofeno

    Dexcetoprofeno e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + diclofenaco

    Diclofenaco e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + digoxina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + domperidona

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + donepezila

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + drospirenona

    Drospirenona e tacrolimo elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Tacrolimo + efavirenz

    o efavirenz reduz as concentrações dos imunossupressores metabolizados pelo CYP3A

    O que fazer: monitorar rigorosamente as concentrações do imunossupressor durante pelo menos 2 semanas ao iniciar ou suspender o efavirenz

  • Tacrolimo + enalapril

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + enoxaparina

    Enoxaparina e tacrolimo elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Tacrolimo + escitalopram

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + esomeprazol

    Esomeprazol pode aumentar a exposição ao tacrolimo, em especial em metabolizadores lentos do CYP2C19.

    O que fazer: Vigiar as concentrações sanguíneas de tacrolimo e considerar reduzir a dose, se necessário.

  • Tacrolimo + estradiol

    Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + etinilestradiol

    Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + etoricoxibe

    Etoricoxibe e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + famotidina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + felodipino

    Felodipino pode aumentar as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações sanguíneas de tacrolimo e ajustar sua dose, se necessário.

  • Tacrolimo + fenofibrato

    O uso de fenofibrato com imunossupressores nefrotóxicos requer avaliação cuidadosa do risco renal.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a relação risco-benefício e usar a menor dose eficaz de fenofibrato.

  • Tacrolimo + flecainida

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + gentamicina

    Gentamicina e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + haloperidol

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + heparina

    Heparina e tacrolimo elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Tacrolimo + hidroxizina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + hidróxido de alumínio e magnésio

    Os antiácidos com hidróxido de alumínio e magnésio aumentam as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + ibuprofeno

    Ibuprofeno e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + imipramina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + indapamida

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + indometacina

    Indometacina e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + irbesartana

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + cetoprofeno

    Cetoprofeno e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + cetorolaco

    Cetorolaco e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + lansoprazol

    Lansoprazol pode aumentar a exposição ao tacrolimo, em especial em metabolizadores lentos do CYP2C19.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de vale do tacrolimo em sangue total; pode ser necessário ajuste de dose.

  • Tacrolimo + leflunomida

    O metotrexato ou outros imunossupressores aumentam o risco de toxicidade hematológica e hepática com a leflunomida.

    O que fazer: Monitorar hemograma (plaquetas, leucócitos, hemoglobina/hematócrito) e transaminases/albumina mensalmente durante o uso concomitante; seguir as diretrizes do ACR para a monitorização da toxicidade hepática pelo metotrexato.

  • Tacrolimo + levofloxacino

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + levomepromazina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + lisinopril

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + lítio

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + loperamida

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + losartana

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + meloxicam

    Meloxicam e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + mesalazina

    Mesalazina e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + metadona

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tacrolimo a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tacrolimo for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tacrolimo e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Tacrolimo + metilprednisolona

    Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + metoclopramida

    Metoclopramida pode aumentar a absorção de ciclosporina, sirolimo e tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações plasmáticas e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + metotrexato

    Metotrexato e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Tacrolimo + micofenolato

    A associação de tacrolimo com produtos de ácido micofenólico produz maior exposição ao MPA do que com ciclosporina.

    O que fazer: Vigiar reações adversas relacionadas ao MPA e ajustar a dose do produto de ácido micofenólico conforme necessário.

  • Tacrolimo + mirtazapina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + naproxeno

    Naproxeno e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + nevirapina

    Imunossupressores com concentrações reduzidas pela nevirapina.

    O que fazer: Não há doses estabelecidas para essas associações; monitorar as concentrações do imunossupressor.

  • Tacrolimo + nifedipino

    Nifedipino aumenta a exposição ao tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de tacrolimo e considerar reduzir sua dose.

  • Tacrolimo + nimesulida

    Nimesulida e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + norfloxacino

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + nortriptilina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + olanzapina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + olmesartana

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + omeprazol

    Omeprazol pode aumentar os níveis séricos de tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar os níveis de tacrolimo ao associá-lo com omeprazol.

  • Tacrolimo + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Tacrolimo + orlistate

    Orlistate pode reduzir a absorção de tacrolimo.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente tacrolimo 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de tacrolimo.

  • Tacrolimo + perindopril

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + piroxicam

    Piroxicam e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + prometazina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + ramipril

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + ranolazina

    Ranolazina pode aumentar as concentrações de outros substratos do CYP3A de faixa terapêutica estreita.

    O que fazer: Considerar ajustar a dose de lovastatina, ciclosporina, tacrolimo ou sirolimo ao associá-los com ranolazina.

  • Tacrolimo + rifabutina

    Rifampicina e rifabutina diminuem as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + risperidona

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + sacubitril/valsartana

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + salbutamol

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + salmeterol

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + sertralina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Tacrolimo + sucralfato

    Os antiácidos com hidróxido de alumínio e magnésio aumentam as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + sulfato ferroso

    Os antiácidos com hidróxido de alumínio e magnésio aumentam as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Tacrolimo + sulpirida

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + tamoxifeno

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + telmisartana

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + tenofovir

    Tacrolimo e tenofovir podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + ticagrelor

    Ticagrelor inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de tacrolimo.

    O que fazer: Revisar a bula de tacrolimo: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Tacrolimo + tinidazol

    Tinidazol pode aumentar os níveis de ciclosporina ou tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade por inibidores da calcineurina durante a coadministração.

  • Tacrolimo + tizanidina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + tolterodina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + sulfametoxazol/trimetoprima

    Tacrolimo e sulfametoxazol/trimetoprima elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Tacrolimo + valaciclovir

    Tacrolimo e valaciclovir podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + valsartana

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Tacrolimo + vancomicina

    Tacrolimo e vancomicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Tacrolimo + vardenafila

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tacrolimo + venlafaxina

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos tacrolimo interage?
Na nossa base, tacrolimo tem 152 interações documentadas; as mais graves são com ciclosporina, dronedarona, pimozida, voriconazol, ziprasidona, amilorida. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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