Interações de torasemida
Torasemida tem 120 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 44 graves e 76 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Diuréticos de alça, Anti-hipertensivos. ATC C03CA04. Também chamado: torsemida. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave44 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Torasemida + ácido acetilsalicílico
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + amicacina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + amoxicilina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + amoxicilina/clavulanato de potássio
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + ampicilina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + azitromicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + cefalexina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + ceftriaxona
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + cefuroxima
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + celecoxibe
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + ciprofloxacino
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + claritromicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + clindamicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + dexcetoprofeno
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + diclofenaco
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + dicloxacilina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + doxiciclina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + eritromicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + etoricoxibe
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + fosfomicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + gentamicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + ibuprofeno
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + indometacina
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + cetoprofeno
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + cetorolaco
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + levofloxacino
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + linezolida
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + lítio
A torasemida reduz a depuração renal do lítio, com alto risco de toxicidade.
O que fazer: Monitorar periodicamente os níveis de lítio durante a coadministração.
- Torasemida + meloxicam
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + metronidazol
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + minociclina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + moxifloxacino
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + naproxeno
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + nimesulida
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + nitrofurantoína
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + norfloxacino
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + benzilpenicilina benzatina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + piroxicam
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Torasemida + rifabutina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + rifampicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + secnidazol
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + tinidazol
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + sulfametoxazol/trimetoprima
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Torasemida + vancomicina
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
Moderada76 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Torasemida + amiodarona
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Torasemida + aripiprazol
O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.
- Torasemida + atomoxetina
a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos
O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial
- Torasemida + betametasona
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + bumetanida
A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.
- Torasemida + candesartana
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + capecitabina
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Torasemida + captopril
O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.
- Torasemida + ciclobenzaprina
a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos
O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo
- Torasemida + citalopram
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + cloroquina
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + clorpromazina
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + clortalidona
A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.
- Torasemida + colestiramina
A colestiramina pode reduzir a absorção da torasemida administrada por via oral.
O que fazer: Se coadministradas, tomar a torasemida pelo menos 1 hora antes ou 4 a 6 horas depois da colestiramina.
- Torasemida + dapagliflozina
Os diuréticos de alça aumentam o risco de depleção de volume ou hipotensão com dapagliflozina.
O que fazer: Avaliar o estado volêmico e a função renal antes de iniciar dapagliflozina em pacientes que recebem diuréticos de alça.
- Torasemida + deflazacorte
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + dexametasona
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + digoxina
Torasemida pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.
O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.
- Torasemida + domperidona
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + donepezila
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + doxazosina
A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.
O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.
- Torasemida + dronedarona
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + duloxetina
O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.
- Torasemida + efavirenz
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Torasemida + empagliflozina
O uso de empagliflozina com diuréticos de alça pode aumentar o risco de depleção de volume e hipotensão.
O que fazer: Avaliar o estado volêmico e a função renal antes de iniciar empagliflozina em pacientes que recebem diuréticos de alça.
- Torasemida + enalapril
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + escitalopram
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + fenelzina
A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.
O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.
- Torasemida + fenitoína
A torasemida, ao inibir o CYP2C9, pode afetar a eficácia e a segurança da varfarina, da fenitoína e do celecoxibe.
O que fazer: Monitorar os pacientes e ajustar as doses, se necessário.
- Torasemida + fluconazol
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Torasemida + fludrocortisona
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + fluvoxamina
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Torasemida + furosemida
A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.
- Torasemida + haloperidol
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por haloperidol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + hidroclorotiazida
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Torasemida + hidrocortisona
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + hidroxicloroquina
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + indapamida
A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.
- Torasemida + irbesartana
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + cetoconazol
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cetoconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + levodopa/carbidopa
A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.
- Torasemida + lisinopril
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + losartana
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + metadona
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + metildopa
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Torasemida + metilfenidato
O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.
- Torasemida + metilprednisolona
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + mirtazapina
O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
- Torasemida + nitroglicerina
A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.
- Torasemida + olanzapina
A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.
- Torasemida + olmesartana
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + ondansetrona
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + paliperidona
A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.
- Torasemida + perindopril
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + pimozida
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + posaconazol
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + prazosina
A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.
- Torasemida + prednisolona
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + prednisona
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Torasemida + quetiapina
A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.
- Torasemida + ramipril
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + risperidona
O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.
- Torasemida + sacubitril/valsartana
Outros anti-hipertensivos podem potencializar a hipotensão associada a sacubitril/valsartana.
O que fazer: Se ocorrer hipotensão, considerar ajustar a dose dos diuréticos ou anti-hipertensivos concomitantes.
- Torasemida + sildenafila
A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.
- Torasemida + sotalol
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + sulpirida
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Torasemida + tadalafila
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Torasemida + telmisartana
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + tizanidina
O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.
- Torasemida + trazodona
O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.
- Torasemida + valsartana
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Torasemida + vardenafila
A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.
- Torasemida + verapamil
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Torasemida + voriconazol
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Torasemida + varfarina
A torasemida, ao inibir o CYP2C9, pode afetar a eficácia e a segurança da varfarina, da fenitoína e do celecoxibe.
O que fazer: Monitorar os pacientes e ajustar as doses, se necessário.
- Torasemida + ziprasidona
A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos torasemida interage?
- Na nossa base, torasemida tem 120 interações documentadas; as mais graves são com ácido acetilsalicílico, amicacina, amoxicilina, amoxicilina/clavulanato de potássio, ampicilina, azitromicina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso torasemida com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com torasemida já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
Revise interações sem sair da consulta.
O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.