Interações de linagliptina

Linagliptina tem 37 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 graves e 27 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antidiabéticos, Inibidores da DPP-4. ATC A10BH05. Bula da FDA (em inglês)

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Grave10 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Linagliptina + capecitabina

    a capecitabina pode aumentar a exposição a anticoagulantes e antidiabéticos metabolizados pelo CYP2C9

    O que fazer: monitorar rigorosamente quanto a reações adversas do anticoagulante ou do antidiabético

  • Linagliptina + carbamazepina

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

  • Linagliptina + ciprofloxacino

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Linagliptina + cloroquina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Linagliptina + enzalutamida

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

  • Linagliptina + fenitoína

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

  • Linagliptina + fenobarbital

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

  • Linagliptina + fluconazol

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Linagliptina + moxifloxacino

    Moxifloxacino com antidiabéticos pode causar alterações graves da glicemia.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia quando usados em conjunto.

  • Linagliptina + rifampicina

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

Moderada27 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Linagliptina + abiraterona

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Linagliptina + bisoprolol

    O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.

  • Linagliptina + claritromicina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Linagliptina + clortalidona

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Linagliptina + dexametasona

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Linagliptina + empagliflozina

    A empagliflozina aumenta o risco de hipoglicemia com insulina ou secretagogos de insulina.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo de insulina ao iniciar empagliflozina.

  • Linagliptina + fludrocortisona

    A fludrocortisona pode diminuir o efeito dos antidiabéticos.

    O que fazer: Vigiar sintomas de hiperglicemia e aumentar a dose do antidiabético, se necessário.

  • Linagliptina + fluoxetina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Linagliptina + glibenclamida

    O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.

  • Linagliptina + gliclazida

    O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.

  • Linagliptina + glimepirida

    O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.

  • Linagliptina + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Linagliptina + hidroclorotiazida

    A hidroclorotiazida pode exigir ajuste da dose dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose do antidiabético oral ou da insulina conforme a necessidade.

  • Linagliptina + hidrocortisona

    A hidrocortisona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Linagliptina + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, aumentando o risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos; vigiar a glicemia.

  • Linagliptina + insulina

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, antibióticos sulfonamídicos e agonistas do GLP-1, podem aumentar o risco de hipoglicemia com insulina.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia.

  • Linagliptina + levofloxacino

    O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.

  • Linagliptina + levotiroxina

    A levotiroxina pode piorar o controle glicêmico e aumentar a necessidade de antidiabéticos ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o controle glicêmico ao iniciar, alterar ou suspender o tratamento com levotiroxina.

  • Linagliptina + linezolida

    A linezolida pode potencializar a hipoglicemia em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Alertar o paciente diabético sobre o risco de hipoglicemia; se ocorrer, considerar reduzir a dose do hipoglicemiante ou da insulina, ou descontinuar a linezolida.

  • Linagliptina + lisinopril

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Linagliptina + metilprednisolona

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Linagliptina + olmesartana

    Pode ser necessário ajustar a dose dos antidiabéticos, incluindo a insulina, ao associá-los com olmesartana.

    O que fazer: Ajustar a dose do antidiabético conforme a resposta clínica.

  • Linagliptina + prednisolona

    A prednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Linagliptina + prednisona

    A prednisona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose de antidiabéticos ou insulina e vigiar a glicemia.

  • Linagliptina + repaglinida

    estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário

  • Linagliptina + sotalol

    O sotalol pode alterar o controle glicêmico e mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    O que fazer: Pode ser necessário ajuste da dose de insulina ou do antidiabético; alertar o paciente sobre o mascaramento dos sintomas de hipoglicemia.

  • Linagliptina + sulfametoxazol/trimetoprima

    Sulfametoxazol/trimetoprima potencializa o efeito dos hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Monitorar a glicemia com maior frequência durante o uso concomitante.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos linagliptina interage?
Na nossa base, linagliptina tem 37 interações documentadas; as mais graves são com capecitabina, carbamazepina, ciprofloxacino, cloroquina, enzalutamida, fenitoína. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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