Interações de linagliptina
Linagliptina tem 37 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 graves e 27 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antidiabéticos, Inibidores da DPP-4. ATC A10BH05. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave10 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Linagliptina + capecitabina
a capecitabina pode aumentar a exposição a anticoagulantes e antidiabéticos metabolizados pelo CYP2C9
O que fazer: monitorar rigorosamente quanto a reações adversas do anticoagulante ou do antidiabético
- Linagliptina + carbamazepina
A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.
O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.
- Linagliptina + ciprofloxacino
Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.
- Linagliptina + cloroquina
A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.
- Linagliptina + enzalutamida
A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.
O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.
- Linagliptina + fenitoína
A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.
O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.
- Linagliptina + fenobarbital
A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.
O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.
- Linagliptina + fluconazol
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Linagliptina + moxifloxacino
Moxifloxacino com antidiabéticos pode causar alterações graves da glicemia.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia quando usados em conjunto.
- Linagliptina + rifampicina
A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.
O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.
Moderada27 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Linagliptina + abiraterona
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Linagliptina + bisoprolol
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Linagliptina + claritromicina
A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.
O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.
- Linagliptina + clortalidona
A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.
O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.
- Linagliptina + dexametasona
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Linagliptina + empagliflozina
A empagliflozina aumenta o risco de hipoglicemia com insulina ou secretagogos de insulina.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo de insulina ao iniciar empagliflozina.
- Linagliptina + fludrocortisona
A fludrocortisona pode diminuir o efeito dos antidiabéticos.
O que fazer: Vigiar sintomas de hiperglicemia e aumentar a dose do antidiabético, se necessário.
- Linagliptina + fluoxetina
A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.
- Linagliptina + glibenclamida
O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.
- Linagliptina + gliclazida
O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.
- Linagliptina + glimepirida
O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.
- Linagliptina + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Linagliptina + hidroclorotiazida
A hidroclorotiazida pode exigir ajuste da dose dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose do antidiabético oral ou da insulina conforme a necessidade.
- Linagliptina + hidrocortisona
A hidrocortisona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.
- Linagliptina + hidroxicloroquina
A hidroxicloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, aumentando o risco de hipoglicemia.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos; vigiar a glicemia.
- Linagliptina + insulina
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, antibióticos sulfonamídicos e agonistas do GLP-1, podem aumentar o risco de hipoglicemia com insulina.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia.
- Linagliptina + levofloxacino
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Linagliptina + levotiroxina
A levotiroxina pode piorar o controle glicêmico e aumentar a necessidade de antidiabéticos ou insulina.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o controle glicêmico ao iniciar, alterar ou suspender o tratamento com levotiroxina.
- Linagliptina + linezolida
A linezolida pode potencializar a hipoglicemia em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar o paciente diabético sobre o risco de hipoglicemia; se ocorrer, considerar reduzir a dose do hipoglicemiante ou da insulina, ou descontinuar a linezolida.
- Linagliptina + lisinopril
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Linagliptina + metilprednisolona
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Linagliptina + olmesartana
Pode ser necessário ajustar a dose dos antidiabéticos, incluindo a insulina, ao associá-los com olmesartana.
O que fazer: Ajustar a dose do antidiabético conforme a resposta clínica.
- Linagliptina + prednisolona
A prednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.
- Linagliptina + prednisona
A prednisona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose de antidiabéticos ou insulina e vigiar a glicemia.
- Linagliptina + repaglinida
estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida
O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário
- Linagliptina + sotalol
O sotalol pode alterar o controle glicêmico e mascarar os sintomas de hipoglicemia.
O que fazer: Pode ser necessário ajuste da dose de insulina ou do antidiabético; alertar o paciente sobre o mascaramento dos sintomas de hipoglicemia.
- Linagliptina + sulfametoxazol/trimetoprima
Sulfametoxazol/trimetoprima potencializa o efeito dos hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Monitorar a glicemia com maior frequência durante o uso concomitante.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos linagliptina interage?
- Na nossa base, linagliptina tem 37 interações documentadas; as mais graves são com capecitabina, carbamazepina, ciprofloxacino, cloroquina, enzalutamida, fenitoína. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso linagliptina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com linagliptina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.