Interações de bisoprolol
Bisoprolol tem 81 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 8 graves e 73 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Betabloqueadores, Anti-hipertensivos. ATC C07AB07. Também chamado: hemifumarato de bisoprolol. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave8 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Bisoprolol + clonidina
O uso concomitante de betabloqueadores aumenta o risco de crise hipertensiva ao suspender a clonidina.
O que fazer: Se ambos os medicamentos forem suspensos, retirar o betabloqueador vários dias antes de retirar gradualmente a clonidina.
- Bisoprolol + digoxina
Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.
O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.
- Bisoprolol + diltiazem
Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.
- Bisoprolol + formoterol
Os betabloqueadores podem bloquear o efeito do formoterol e provocar broncoespasmo grave.
O que fazer: Os pacientes com DPOC não deveriam ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se necessários, considerar um cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.
- Bisoprolol + rivastigmina
A rivastigmina associada a betabloqueadores, especialmente cardiosseletivos como o atenolol, pode produzir bradicardia com síncope.
O que fazer: Não se recomenda o uso concomitante se surgirem sinais de bradicardia, incluindo síncope.
- Bisoprolol + salbutamol
Os betabloqueadores bloqueiam o efeito pulmonar do salbutamol e podem produzir broncoespasmo grave em pacientes asmáticos.
O que fazer: Os pacientes asmáticos não devem ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se forem indispensáveis, considerar um betabloqueador cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.
- Bisoprolol + salmeterol
Os betabloqueadores podem bloquear o efeito broncodilatador do salmeterol e provocar broncoespasmo grave.
O que fazer: Evitar o uso de betabloqueadores em pacientes com asma ou DPOC tratados com salmeterol; se não houver alternativa, considerar um betabloqueador cardiosseletivo com precaução.
- Bisoprolol + verapamil
O verapamil com betabloqueadores pode causar bradicardia excessiva e bloqueio AV.
O que fazer: Monitorar rigorosamente a frequência cardíaca e a condução AV ao associar verapamil com um betabloqueador.
Moderada73 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Bisoprolol + amiodarona
Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.
- Bisoprolol + aripiprazol
O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.
- Bisoprolol + atenolol
Atenolol e bisoprolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Bisoprolol + atomoxetina
a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos
O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial
- Bisoprolol + bumetanida
A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.
- Bisoprolol + captopril
O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.
- Bisoprolol + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Bisoprolol + carvedilol
Bisoprolol e carvedilol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Bisoprolol + celecoxibe
O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Bisoprolol + ciclobenzaprina
a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos
O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo
- Bisoprolol + clortalidona
A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.
- Bisoprolol + dapagliflozina
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + diclofenaco
O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.
- Bisoprolol + donepezila
Bisoprolol e donepezila reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Bisoprolol + doxazosina
A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.
O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.
- Bisoprolol + dronedarona
Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.
- Bisoprolol + duloxetina
O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.
- Bisoprolol + empagliflozina
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + ergotamina
Os betabloqueadores podem potencializar a ação vasoconstritora da ergotamina.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de isquemia periférica.
- Bisoprolol + felodipino
O uso de felodipino com um betabloqueador requer precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.
O que fazer: Usar a associação com precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.
- Bisoprolol + fenelzina
A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.
O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.
- Bisoprolol + fenofibrato
Os betabloqueadores, as tiazidas e os estrogênios podem piorar a hipertrigliceridemia e reduzir a eficácia do fenofibrato.
O que fazer: Suspender ou trocar estes medicamentos, se possível, antes de considerar o tratamento com fenofibrato.
- Bisoprolol + flecainida
Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.
- Bisoprolol + furosemida
A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.
- Bisoprolol + glibenclamida
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + gliclazida
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + glimepirida
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + glipizida
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + hidroclorotiazida
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Bisoprolol + indapamida
A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.
- Bisoprolol + indometacina
A indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial durante o uso concomitante e ajustar o tratamento anti-hipertensivo, se necessário.
- Bisoprolol + insulina
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + ivabradina
Os medicamentos que diminuem a frequência cardíaca aumentam o risco de bradicardia com ivabradina.
O que fazer: Monitorar a frequência cardíaca em pacientes que recebem ivabradina junto com outros cronotrópicos negativos.
- Bisoprolol + lacosamida
Os medicamentos que afetam a condução cardíaca, como betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio, aumentam o risco de alterações da condução com lacosamida.
O que fazer: Usar com cautela; obter um eletrocardiograma antes de iniciar a lacosamida e após atingir a dose de manutenção.
- Bisoprolol + levodopa/carbidopa
A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.
- Bisoprolol + linagliptina
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + liraglutida
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + meloxicam
O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Bisoprolol + metformina
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + metildopa
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Bisoprolol + metilfenidato
O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.
- Bisoprolol + tiamazol
Ao normalizar a função tireoidiana com tiamazol, pode ser necessário reduzir a dose dos betabloqueadores.
O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento com tiamazol.
- Bisoprolol + metoprolol
Bisoprolol e metoprolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Bisoprolol + mirtazapina
O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
- Bisoprolol + naproxeno
O naproxeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores como o propranolol.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Bisoprolol + nebivolol
Bisoprolol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Bisoprolol + nifedipino
A associação de nifedipino com betabloqueadores pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca ou hipotensão.
O que fazer: Vigilância clínica e considerar ajuste de dose do nifedipino.
- Bisoprolol + nitroglicerina
A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.
- Bisoprolol + olanzapina
A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.
- Bisoprolol + paliperidona
A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.
- Bisoprolol + pioglitazona
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + piroxicam
O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Bisoprolol + prazosina
O uso de prazosina com um betabloqueador pode produzir hipotensão.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar um betabloqueador como o propranolol; ajustar as doses conforme a resposta clínica.
- Bisoprolol + propafenona
Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.
- Bisoprolol + propiltiouracila
Ao normalizar a função tireoidiana com propiltiouracila, pode ser necessário reduzir a dose do betabloqueador.
O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento.
- Bisoprolol + propranolol
Bisoprolol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Bisoprolol + quetiapina
A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.
- Bisoprolol + repaglinida
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + rifampicina
A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.
- Bisoprolol + risperidona
O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.
- Bisoprolol + sacubitril/valsartana
Outros anti-hipertensivos podem potencializar a hipotensão associada a sacubitril/valsartana.
O que fazer: Se ocorrer hipotensão, considerar ajustar a dose dos diuréticos ou anti-hipertensivos concomitantes.
- Bisoprolol + semaglutida
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + sildenafila
A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.
- Bisoprolol + sitagliptina
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + sotalol
Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.
- Bisoprolol + tadalafila
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Bisoprolol + terbinafina
A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.
O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.
- Bisoprolol + tizanidina
O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.
- Bisoprolol + tranilcipromina
Os betabloqueadores podem potencializar a bradicardia e a hipotensão postural com a tranilcipromina.
O que fazer: Usar com precaução a associação de tranilcipromina com betabloqueadores.
- Bisoprolol + trazodona
O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.
- Bisoprolol + vardenafila
A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.
- Bisoprolol + vildagliptina
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Bisoprolol + ziprasidona
A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos bisoprolol interage?
- Na nossa base, bisoprolol tem 81 interações documentadas; as mais graves são com clonidina, digoxina, diltiazem, formoterol, rivastigmina, salbutamol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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