Interações de ciprofloxacino

Ciprofloxacino tem 158 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 5 contraindicadas, 125 graves e 28 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Fluoroquinolonas, Antibióticos. ATC J01MA02. Também chamado: ciprofloxacina, cloridrato de ciprofloxacino. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada5 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Ciprofloxacino + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Ciprofloxacino + pimozida

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Ciprofloxacino + tizanidina

    Contraindicado usar ciprofloxacino junto com tizanidina.

    O que fazer: Não coadministrar ciprofloxacino com tizanidina.

  • Ciprofloxacino + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Ciprofloxacino + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave125 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Ciprofloxacino + alprazolam

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + amiodarona

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Ciprofloxacino + amitriptilina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + aripiprazol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + atazanavir

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + atomoxetina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + azitromicina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Ciprofloxacino + budesonida

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + buprenorfina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + carbamazepina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Ciprofloxacino + celecoxibe

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + ciclobenzaprina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Ciprofloxacino + cilostazol

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.

  • Ciprofloxacino + citalopram

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + claritromicina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + clomipramina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + cloroquina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + clorpromazina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + clozapina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + codeína

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.

  • Ciprofloxacino + colchicina

    Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.

    O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.

  • Ciprofloxacino + dapagliflozina

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + deflazacorte

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + dexcetoprofeno

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + diclofenaco

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + digoxina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + dimenidrinato

    O dimenidrinato pode mascarar a ototoxicidade de certos antibióticos.

    O que fazer: Usar com cautela junto com antibióticos ototóxicos (por exemplo, aminoglicosídeos); monitorar a função auditiva e vestibular.

  • Ciprofloxacino + domperidona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + donepezila

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + duloxetina

    O ciprofloxacino aumenta consideravelmente a exposição à duloxetina.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante; se inevitável, vigiar sinais de toxicidade por duloxetina.

  • Ciprofloxacino + efavirenz

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + eletriptana

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + empagliflozina

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + eplerenona

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Ciprofloxacino + ergotamina

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ergotamina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ergotamina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + eritromicina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + escitalopram

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + etoricoxibe

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + everolimo

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + famotidina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + fentanila

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + flecainida

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + fluconazol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + fluoxetina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + fluticasona

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + formoterol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + glibenclamida

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + gliclazida

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + glimepirida

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + glipizida

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + haloperidol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + hidroxizina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + hidroxicloroquina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + ibuprofeno

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + imipramina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + indapamida

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + indometacina

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + insulina

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + itraconazol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + ivabradina

    Deve-se evitar o uso de ivabradina com inibidores moderados do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de inibidores moderados do CYP3A4.

  • Ciprofloxacino + cetoconazol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + cetoprofeno

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + cetorolaco

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + levofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + levomepromazina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + linagliptina

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + liraglutida

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + lítio

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + loperamida

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + lovastatina

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de lovastatina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de lovastatina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + lurasidona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + meloxicam

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + metadona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + metformina

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + metoclopramida

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + metronidazol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + midazolam

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de midazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de midazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + mirtazapina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + moxifloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + naproxeno

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + nimesulida

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + norfloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + nortriptilina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + olanzapina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + ondansetrona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + oxicodona

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + paliperidona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + pioglitazona

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + piroxicam

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Ciprofloxacino + posaconazol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + prednisona

    O uso concomitante de fluoroquinolonas e prednisona aumenta o risco de ruptura de tendões.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes idosos; suspender diante de dor ou inflamação tendínea.

  • Ciprofloxacino + prometazina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + propafenona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + quetiapina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + ranolazina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + repaglinida

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + risperidona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + ritonavir

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + salbutamol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + salmeterol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + semaglutida

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + sertralina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + sinvastatina

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de sinvastatina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de sinvastatina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + sirolimo

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de sirolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de sirolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + sitagliptina

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + solifenacina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + sotalol

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + sulpirida

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + tacrolimo

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + tamoxifeno

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + teofilina

    Risco de reações graves, inclusive fatais, ao associar ciprofloxacino com teofilina.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante; se não puder ser evitado, vigiar os níveis séricos de teofilina e ajustar a dose.

  • Ciprofloxacino + ticagrelor

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + tolterodina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + torasemida

    O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.

  • Ciprofloxacino + tramadol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Ciprofloxacino + trazodona

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + triazolam

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de triazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de triazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Ciprofloxacino + vardenafila

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + venlafaxina

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + verapamil

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Ciprofloxacino + vildagliptina

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + zolpidem

    O ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

Moderada28 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Ciprofloxacino + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + carbonato de cálcio

    Os antiácidos, o sucralfato e outros produtos com cátions polivalentes reduzem a absorção do ciprofloxacino.

    O que fazer: Administrar ciprofloxacino pelo menos duas horas antes ou seis horas depois desses produtos.

  • Ciprofloxacino + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Ciprofloxacino + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de ciprofloxacino.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente ciprofloxacino 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de ciprofloxacino.

  • Ciprofloxacino + dexametasona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + fenitoína

    O ciprofloxacino pode alterar (aumentar ou diminuir) os níveis séricos de fenitoína.

    O que fazer: Vigiar a concentração sérica de fenitoína durante e pouco depois do uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + hidrocortisona

    O cetoconazol e os macrolídeos diminuem a depuração da hidrocortisona.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose.

  • Ciprofloxacino + hidróxido de alumínio e magnésio

    Os antiácidos, o sucralfato e outros produtos com cátions polivalentes reduzem a absorção do ciprofloxacino.

    O que fazer: Administrar ciprofloxacino pelo menos duas horas antes ou seis horas depois desses produtos.

  • Ciprofloxacino + leflunomida

    Substratos do transportador OAT3 com exposição aumentada pela leflunomida.

    O que fazer: Monitorar os pacientes e ajustar a dose do medicamento concomitante conforme necessário.

  • Ciprofloxacino + metilprednisolona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Ciprofloxacino + metotrexato

    O ciprofloxacino pode aumentar os níveis plasmáticos de metotrexato e o risco de toxicidade.

    O que fazer: Vigiar cuidadosamente os pacientes em tratamento com metotrexato durante o uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + micofenolato

    O ciprofloxacino e a amoxicilina/clavulanato de potássio reduzem as concentrações de vale do ácido micofenólico.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao iniciar estes antibióticos em pacientes tratados com micofenolato.

  • Ciprofloxacino + orlistate

    Orlistate pode reduzir a absorção de ciprofloxacino.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente ciprofloxacino 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de ciprofloxacino.

  • Ciprofloxacino + prednisolona

    O cetoconazol e os macrolídeos, inibidores do CYP3A4, diminuem o metabolismo da prednisolona.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose de prednisolona.

  • Ciprofloxacino + propranolol

    Os substratos ou inibidores do CYP1A2 aumentam as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar esses fármacos com propranolol.

  • Ciprofloxacino + rasagilina

    O ciprofloxacino e outros inibidores do CYP1A2 aumentam as concentrações de rasagilina.

    O que fazer: Não exceder uma dose de rasagilina de 0,5 mg uma vez ao dia.

  • Ciprofloxacino + sildenafila

    O ciprofloxacino duplica a exposição à sildenafila.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de toxicidade pela sildenafila.

  • Ciprofloxacino + sucralfato

    Os antiácidos, o sucralfato e outros produtos com cátions polivalentes reduzem a absorção do ciprofloxacino.

    O que fazer: Administrar ciprofloxacino pelo menos duas horas antes ou seis horas depois desses produtos.

  • Ciprofloxacino + sulfato ferroso

    Os antiácidos, o sucralfato e outros produtos com cátions polivalentes reduzem a absorção do ciprofloxacino.

    O que fazer: Administrar ciprofloxacino pelo menos duas horas antes ou seis horas depois desses produtos.

  • Ciprofloxacino + tofacitinibe

    os inibidores moderados do CYP3A4 associados a inibidores potentes do CYP2C19 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Ciprofloxacino + varfarina

    O ciprofloxacino pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o tempo de protrombina e o INR com frequência durante e pouco depois do uso concomitante.

  • Ciprofloxacino + zolmitriptana

    Ciprofloxacino inibe de forma potente o CYP1A2 e pode aumentar os níveis de zolmitriptana.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de zolmitriptana ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP1A2; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ciprofloxacino.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos ciprofloxacino interage?
Na nossa base, ciprofloxacino tem 158 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, pimozida, tizanidina, voriconazol, ziprasidona, alprazolam. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso ciprofloxacino com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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