Interações de fluconazol

Fluconazol tem 174 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 7 contraindicadas, 79 graves e 88 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antifúngicos azólicos, Antifúngicos. ATC J02AC01. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada7 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Fluconazol + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Fluconazol + eritromicina

    O fluconazol não deve ser usado junto com eritromicina nem pimozida pelo risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar fluconazol com eritromicina nem com pimozida.

  • Fluconazol + ivabradina

    A ivabradina é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A4.

    O que fazer: Não usar ivabradina junto com inibidores potentes do CYP3A4.

  • Fluconazol + pimozida

    O fluconazol não deve ser usado junto com eritromicina nem pimozida pelo risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar fluconazol com eritromicina nem com pimozida.

  • Fluconazol + triazolam

    O uso conjunto de triazolam com inibidores potentes do CYP3A (cetoconazol, itraconazol, azólicos, inibidores da protease do HIV) é contraindicado.

    O que fazer: Não usar de forma concomitante.

  • Fluconazol + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Fluconazol + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave79 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Fluconazol + acenocumarol

    Fluconazol inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + alprazolam

    O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.

  • Fluconazol + amiodarona

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Fluconazol + aripiprazol

    Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + atorvastatina

    O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.

  • Fluconazol + azitromicina

    Azitromicina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Fluconazol + budesonida

    Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + carbamazepina

    O fluconazol inibe o metabolismo da carbamazepina, com risco de toxicidade.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina conforme as concentrações ou o efeito.

  • Fluconazol + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Fluconazol + cilostazol

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.

  • Fluconazol + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Fluconazol + citalopram

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.

  • Fluconazol + claritromicina

    Claritromicina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + clopidogrel

    Fluconazol inibe o CYP2C19, a enzima que converte clopidogrel em sua forma ativa: clopidogrel pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a fluconazol que não iniba o CYP2C19, ou uma alternativa a clopidogrel que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Fluconazol + cloroquina

    Cloroquina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + clorpromazina

    Clorpromazina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + codeína

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.

  • Fluconazol + colchicina

    Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.

    O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.

  • Fluconazol + dapagliflozina

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + deflazacorte

    os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte

    O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante

  • Fluconazol + domperidona

    Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + donepezila

    Donepezila e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + eletriptana

    Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + empagliflozina

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + eplerenona

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Fluconazol + ergotamina

    Os inibidores menos potentes do CYP3A4 (fluconazol, fluoxetina, fluvoxamina, metronidazol) implicam risco potencial de toxicidade grave, incluindo vasoespasmo, com ergotamina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar o efeito desses medicamentos sobre o CYP3A4 antes de associá-los à ergotamina.

  • Fluconazol + escitalopram

    Escitalopram e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + everolimo

    Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.

  • Fluconazol + fenitoína

    Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.

  • Fluconazol + fentanila

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fluconazol + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluconazol + fluticasona

    Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Fluconazol + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Fluconazol + glibenclamida

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + gliclazida

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + glimepirida

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + glipizida

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + haloperidol

    Fluconazol e haloperidol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Fluconazol + insulina

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + cetoconazol

    Fluconazol e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + levofloxacino

    Fluconazol e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + linagliptina

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + liraglutida

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + lovastatina

    O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.

  • Fluconazol + lurasidona

    O fluconazol, como inibidor moderado do CYP3A4, aumenta as concentrações de lurasidona.

    O que fazer: Reduzir a dose de lurasidona se não for possível evitar o uso concomitante.

  • Fluconazol + metadona

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Fluconazol + metformina

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + midazolam

    O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.

  • Fluconazol + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Fluconazol + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Fluconazol + oxicodona

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Fluconazol + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Fluconazol + petidina

    os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de petidina

    O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina ao iniciar o inibidor

  • Fluconazol + pioglitazona

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + posaconazol

    Fluconazol e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + pravastatina

    O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.

  • Fluconazol + progesterona

    Não se recomenda o uso concomitante de progesterona vaginal com outros produtos vaginais antifúngicos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de produtos vaginais antifúngicos com progesterona vaginal.

  • Fluconazol + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Fluconazol + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Fluconazol + ranolazina

    Limitar a dose de ranolazina com inibidores moderados do CYP3A.

    O que fazer: Limitar a dose de ranolazina a 500 mg duas vezes ao dia com inibidores moderados do CYP3A, como diltiazem, verapamil, eritromicina ou fluconazol.

  • Fluconazol + repaglinida

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + rosuvastatina

    O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.

  • Fluconazol + salmeterol

    Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de salmeterol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de salmeterol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + semaglutida

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + sinvastatina

    O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.

  • Fluconazol + sirolimo

    O fluconazol aumenta as concentrações plasmáticas de sirolimo.

    O que fazer: Ajustar a dose de sirolimo conforme as concentrações ou o efeito.

  • Fluconazol + sitagliptina

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Fluconazol + sulpirida

    Fluconazol e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + tacrolimo

    O fluconazol aumenta notavelmente as concentrações de tacrolimo oral, com risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Diminuir a dose de tacrolimo oral conforme suas concentrações.

  • Fluconazol + ticagrelor

    Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluconazol + tramadol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Fluconazol + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Fluconazol + vardenafila

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.

    O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.

  • Fluconazol + vildagliptina

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Fluconazol + varfarina

    O fluconazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina, com risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e ajustar a dose de varfarina, se necessário.

Moderada88 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Fluconazol + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + ácido acetilsalicílico

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + amitriptilina

    O fluconazol aumenta o efeito da amitriptilina e da nortriptilina.

    O que fazer: Medir os níveis de nortriptilina/amitriptilina ao iniciar a associação e ajustar a dose, se necessário.

  • Fluconazol + anlodipino

    O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.

    O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.

  • Fluconazol + atazanavir

    Fluconazol e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + atomoxetina

    Fluconazol e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + bromazepam

    O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.

  • Fluconazol + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + buprenorfina

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam a concentração plasmática de buprenorfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o inibidor, vigiar sinais de síndrome de abstinência.

  • Fluconazol + carisoprodol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Fluconazol + carvedilol

    A amiodarona e outros inibidores do CYP2C9 aumentam a atividade betabloqueadora do carvedilol.

    O que fazer: Vigiar sinais de bradicardia ou bloqueio cardíaco, especialmente ao adicionar um destes medicamentos a um tratamento já estabelecido com o outro.

  • Fluconazol + ceftriaxona

    Vancomicina, aminoglicosídeos e fluconazol são fisicamente incompatíveis com ceftriaxona na mesma mistura.

    O que fazer: Não misturar na mesma solução ou linha; administrar separadamente.

  • Fluconazol + celecoxibe

    Os inibidores do CYP2C9, como o fluconazol, aumentam a exposição e a toxicidade do celecoxibe.

    O que fazer: Considerar ajustar a dose de celecoxibe quando coadministrado com inibidores do CYP2C9; usar a menor dose eficaz.

  • Fluconazol + ciclobenzaprina

    Fluconazol e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + clobazam

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Fluconazol + clomipramina

    Fluconazol e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + clonazepam

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Fluconazol + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Fluconazol + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + clozapina

    Fluconazol e clozapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + dexametasona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + dexcetoprofeno

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + diazepam

    O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.

  • Fluconazol + diclofenaco

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + drospirenona

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à drospirenona e o risco de hiperpotassemia.

    O que fazer: Considerar monitorar o potássio sérico em mulheres que recebem um inibidor potente do CYP3A4 de forma prolongada junto com drospirenona.

  • Fluconazol + efavirenz

    Fluconazol e efavirenz prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + esomeprazol

    Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de esomeprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de esomeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.

  • Fluconazol + etinilestradiol

    Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.

  • Fluconazol + etoricoxibe

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + famotidina

    Fluconazol e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + felodipino

    O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.

    O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.

  • Fluconazol + flecainida

    Fluconazol e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + hidrocortisona

    Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + hidroxizina

    Fluconazol e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + ibuprofeno

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + imipramina

    Fluconazol e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + indapamida

    Fluconazol e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + indometacina

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + itraconazol

    Fluconazol e itraconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + cetoprofeno

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + cetorolaco

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + lansoprazol

    Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de lansoprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de lansoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.

  • Fluconazol + levomepromazina

    Fluconazol e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + lítio

    Fluconazol e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + loperamida

    Fluconazol e loperamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + lorazepam

    O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.

  • Fluconazol + losartana

    Fluconazol inibe a ativação da losartana em seu metabólito ativo, diminuindo seu efeito anti-hipertensivo.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial de forma contínua.

  • Fluconazol + meloxicam

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + metilprednisolona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + metoclopramida

    Fluconazol e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Fluconazol + mirtazapina

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam os níveis plasmáticos de mirtazapina.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar mirtazapina com inibidores potentes do CYP3A4, antifúngicos azólicos, inibidores da protease do HIV ou eritromicina; considerar reduzir a dose de mirtazapina.

  • Fluconazol + naproxeno

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + nevirapina

    Fluconazol aumenta a exposição à nevirapina.

    O que fazer: Usar com cautela e monitorar de perto as reações adversas da nevirapina.

  • Fluconazol + nifedipino

    O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.

    O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.

  • Fluconazol + nimesulida

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + norfloxacino

    Fluconazol e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + nortriptilina

    O fluconazol aumenta o efeito da amitriptilina e da nortriptilina.

    O que fazer: Medir os níveis de nortriptilina/amitriptilina ao iniciar a associação e ajustar a dose, se necessário.

  • Fluconazol + olanzapina

    Fluconazol e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + omeprazol

    Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de omeprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de omeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.

  • Fluconazol + pantoprazol

    Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de pantoprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de pantoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.

  • Fluconazol + piroxicam

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Fluconazol + prednisolona

    Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + prednisona

    Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Fluconazol + prometazina

    Fluconazol e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + propranolol

    O fluconazol, inibidor do CYP2C19, aumenta as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar fluconazol com propranolol.

  • Fluconazol + rifabutina

    Fluconazol aumenta os níveis séricos de rifabutina e foram relatados casos de uveíte.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente os pacientes que recebem rifabutina e fluconazol de forma concomitante.

  • Fluconazol + rifampicina

    Rifampicina acelera o metabolismo do fluconazol e reduz sua concentração.

    O que fazer: Considerar aumentar a dose de fluconazol quando administrado com rifampicina.

  • Fluconazol + riociguate

    Os inibidores potentes do CYP e da P-gp/BCRP, como os antimicóticos azólicos ou os inibidores de protease do HIV, aumentam a exposição ao riociguate.

    O que fazer: Considerar uma dose inicial de riociguate de 0,5 mg três vezes ao dia ao associar um inibidor potente do CYP e da P-gp/BCRP.

  • Fluconazol + risperidona

    Fluconazol e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + ritonavir

    Fluconazol e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + salbutamol

    Fluconazol e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + sertralina

    Fluconazol e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Fluconazol + tamoxifeno

    Fluconazol e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + teofilina

    Fluconazol aumenta as concentrações séricas de teofilina.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente as concentrações séricas de teofilina.

  • Fluconazol + terbinafina

    Fluconazol aumenta as concentrações de terbinafina.

    O que fazer: Monitorar eventos adversos da terbinafina ao associar com fluconazol.

  • Fluconazol + tizanidina

    Fluconazol e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + tofacitinibe

    Fluconazol aumenta a exposição sistêmica ao tofacitinibe.

    O que fazer: Reduzir a dose de tofacitinibe quando administrado junto com fluconazol.

  • Fluconazol + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Fluconazol + torasemida

    Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.

  • Fluconazol + venlafaxina

    Fluconazol e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Fluconazol + verapamil

    O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.

    O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.

  • Fluconazol + zidovudina

    Fluconazol aumenta a exposição à zidovudina.

    O que fazer: Monitorar reações adversas relacionadas à zidovudina; considerar reduzir sua dose.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos fluconazol interage?
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