Interações de fluconazol
Fluconazol tem 174 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 7 contraindicadas, 79 graves e 88 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antifúngicos azólicos, Antifúngicos. ATC J02AC01. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada7 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Fluconazol + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Fluconazol + eritromicina
O fluconazol não deve ser usado junto com eritromicina nem pimozida pelo risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Não coadministrar fluconazol com eritromicina nem com pimozida.
- Fluconazol + ivabradina
A ivabradina é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A4.
O que fazer: Não usar ivabradina junto com inibidores potentes do CYP3A4.
- Fluconazol + pimozida
O fluconazol não deve ser usado junto com eritromicina nem pimozida pelo risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Não coadministrar fluconazol com eritromicina nem com pimozida.
- Fluconazol + triazolam
O uso conjunto de triazolam com inibidores potentes do CYP3A (cetoconazol, itraconazol, azólicos, inibidores da protease do HIV) é contraindicado.
O que fazer: Não usar de forma concomitante.
- Fluconazol + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Fluconazol + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave79 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Fluconazol + acenocumarol
Fluconazol inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + alprazolam
O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.
- Fluconazol + amiodarona
Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.
- Fluconazol + aripiprazol
Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + atorvastatina
O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.
- Fluconazol + azitromicina
Azitromicina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + bosentana
Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.
O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.
- Fluconazol + budesonida
Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + carbamazepina
O fluconazol inibe o metabolismo da carbamazepina, com risco de toxicidade.
O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina conforme as concentrações ou o efeito.
- Fluconazol + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Fluconazol + cilostazol
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Fluconazol + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Fluconazol + citalopram
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.
- Fluconazol + claritromicina
Claritromicina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + clopidogrel
Fluconazol inibe o CYP2C19, a enzima que converte clopidogrel em sua forma ativa: clopidogrel pode perder eficácia.
O que fazer: Preferir uma alternativa a fluconazol que não iniba o CYP2C19, ou uma alternativa a clopidogrel que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.
- Fluconazol + cloroquina
Cloroquina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + clorpromazina
Clorpromazina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + codeína
Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.
O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.
- Fluconazol + colchicina
Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.
O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.
- Fluconazol + dapagliflozina
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + deflazacorte
os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte
O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante
- Fluconazol + domperidona
Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + donepezila
Donepezila e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + eletriptana
Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + empagliflozina
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + eplerenona
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Fluconazol + ergotamina
Os inibidores menos potentes do CYP3A4 (fluconazol, fluoxetina, fluvoxamina, metronidazol) implicam risco potencial de toxicidade grave, incluindo vasoespasmo, com ergotamina.
O que fazer: Usar com cautela; considerar o efeito desses medicamentos sobre o CYP3A4 antes de associá-los à ergotamina.
- Fluconazol + escitalopram
Escitalopram e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + everolimo
Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.
- Fluconazol + fenitoína
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fluconazol + fentanila
Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.
O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.
- Fluconazol + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Fluconazol + fluticasona
Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Fluconazol + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Fluconazol + glibenclamida
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + gliclazida
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + glimepirida
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + glipizida
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + haloperidol
Fluconazol e haloperidol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Fluconazol + insulina
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + cetoconazol
Fluconazol e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + levofloxacino
Fluconazol e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + linagliptina
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + liraglutida
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + lovastatina
O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.
- Fluconazol + lurasidona
O fluconazol, como inibidor moderado do CYP3A4, aumenta as concentrações de lurasidona.
O que fazer: Reduzir a dose de lurasidona se não for possível evitar o uso concomitante.
- Fluconazol + metadona
Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.
- Fluconazol + metformina
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + midazolam
O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.
- Fluconazol + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Fluconazol + ondansetrona
Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.
O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Fluconazol + oxicodona
Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.
O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.
- Fluconazol + paliperidona
Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.
- Fluconazol + petidina
os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de petidina
O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina ao iniciar o inibidor
- Fluconazol + pioglitazona
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + posaconazol
Fluconazol e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + pravastatina
O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.
- Fluconazol + progesterona
Não se recomenda o uso concomitante de progesterona vaginal com outros produtos vaginais antifúngicos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de produtos vaginais antifúngicos com progesterona vaginal.
- Fluconazol + propafenona
Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Fluconazol + quetiapina
Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.
- Fluconazol + ranolazina
Limitar a dose de ranolazina com inibidores moderados do CYP3A.
O que fazer: Limitar a dose de ranolazina a 500 mg duas vezes ao dia com inibidores moderados do CYP3A, como diltiazem, verapamil, eritromicina ou fluconazol.
- Fluconazol + repaglinida
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + rosuvastatina
O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.
- Fluconazol + salmeterol
Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de salmeterol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de salmeterol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + semaglutida
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + sinvastatina
O fluconazol aumenta o risco de miopatia e rabdomiólise com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 ou pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar sintomas de miopatia e dosar a creatina quinase; reduzir a dose da estatina, se necessário.
- Fluconazol + sirolimo
O fluconazol aumenta as concentrações plasmáticas de sirolimo.
O que fazer: Ajustar a dose de sirolimo conforme as concentrações ou o efeito.
- Fluconazol + sitagliptina
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + sotalol
Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.
- Fluconazol + sulpirida
Fluconazol e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + tacrolimo
O fluconazol aumenta notavelmente as concentrações de tacrolimo oral, com risco de nefrotoxicidade.
O que fazer: Diminuir a dose de tacrolimo oral conforme suas concentrações.
- Fluconazol + ticagrelor
Fluconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluconazol + tramadol
Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.
O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.
- Fluconazol + trazodona
Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).
- Fluconazol + vardenafila
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.
O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.
- Fluconazol + vildagliptina
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Fluconazol + varfarina
O fluconazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina, com risco de sangramento.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e ajustar a dose de varfarina, se necessário.
Moderada88 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Fluconazol + abiraterona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + ácido acetilsalicílico
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + amitriptilina
O fluconazol aumenta o efeito da amitriptilina e da nortriptilina.
O que fazer: Medir os níveis de nortriptilina/amitriptilina ao iniciar a associação e ajustar a dose, se necessário.
- Fluconazol + anlodipino
O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.
O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.
- Fluconazol + atazanavir
Fluconazol e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + atomoxetina
Fluconazol e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + betametasona
Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + bromazepam
O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.
- Fluconazol + bumetanida
Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + buprenorfina
Os inibidores do CYP3A4 aumentam a concentração plasmática de buprenorfina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o inibidor, vigiar sinais de síndrome de abstinência.
- Fluconazol + carisoprodol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.
O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.
- Fluconazol + carvedilol
A amiodarona e outros inibidores do CYP2C9 aumentam a atividade betabloqueadora do carvedilol.
O que fazer: Vigiar sinais de bradicardia ou bloqueio cardíaco, especialmente ao adicionar um destes medicamentos a um tratamento já estabelecido com o outro.
- Fluconazol + ceftriaxona
Vancomicina, aminoglicosídeos e fluconazol são fisicamente incompatíveis com ceftriaxona na mesma mistura.
O que fazer: Não misturar na mesma solução ou linha; administrar separadamente.
- Fluconazol + celecoxibe
Os inibidores do CYP2C9, como o fluconazol, aumentam a exposição e a toxicidade do celecoxibe.
O que fazer: Considerar ajustar a dose de celecoxibe quando coadministrado com inibidores do CYP2C9; usar a menor dose eficaz.
- Fluconazol + ciclobenzaprina
Fluconazol e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + clobazam
Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.
O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.
- Fluconazol + clomipramina
Fluconazol e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + clonazepam
Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.
O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.
- Fluconazol + clonidina
Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.
O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.
- Fluconazol + clortalidona
Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + clozapina
Fluconazol e clozapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + dexametasona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + dexcetoprofeno
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + diazepam
O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.
- Fluconazol + diclofenaco
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + drospirenona
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à drospirenona e o risco de hiperpotassemia.
O que fazer: Considerar monitorar o potássio sérico em mulheres que recebem um inibidor potente do CYP3A4 de forma prolongada junto com drospirenona.
- Fluconazol + efavirenz
Fluconazol e efavirenz prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + esomeprazol
Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de esomeprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de esomeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.
- Fluconazol + etinilestradiol
Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.
- Fluconazol + etoricoxibe
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + famotidina
Fluconazol e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + felodipino
O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.
O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.
- Fluconazol + flecainida
Fluconazol e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + fludrocortisona
Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + furosemida
Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + hidroclorotiazida
Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + hidrocortisona
Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + hidroxizina
Fluconazol e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + ibuprofeno
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + imipramina
Fluconazol e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + indapamida
Fluconazol e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + indometacina
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + itraconazol
Fluconazol e itraconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + cetoprofeno
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + cetorolaco
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + lansoprazol
Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de lansoprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de lansoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.
- Fluconazol + levomepromazina
Fluconazol e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + lítio
Fluconazol e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + loperamida
Fluconazol e loperamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + lorazepam
O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.
- Fluconazol + losartana
Fluconazol inibe a ativação da losartana em seu metabólito ativo, diminuindo seu efeito anti-hipertensivo.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial de forma contínua.
- Fluconazol + meloxicam
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + metilprednisolona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + metoclopramida
Fluconazol e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + metronidazol
O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.
- Fluconazol + mirtazapina
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam os níveis plasmáticos de mirtazapina.
O que fazer: Usar com cautela ao associar mirtazapina com inibidores potentes do CYP3A4, antifúngicos azólicos, inibidores da protease do HIV ou eritromicina; considerar reduzir a dose de mirtazapina.
- Fluconazol + naproxeno
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + nevirapina
Fluconazol aumenta a exposição à nevirapina.
O que fazer: Usar com cautela e monitorar de perto as reações adversas da nevirapina.
- Fluconazol + nifedipino
O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.
O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.
- Fluconazol + nimesulida
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + norfloxacino
Fluconazol e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + nortriptilina
O fluconazol aumenta o efeito da amitriptilina e da nortriptilina.
O que fazer: Medir os níveis de nortriptilina/amitriptilina ao iniciar a associação e ajustar a dose, se necessário.
- Fluconazol + olanzapina
Fluconazol e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + omeprazol
Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de omeprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de omeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.
- Fluconazol + pantoprazol
Fluconazol inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de pantoprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de pantoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluconazol.
- Fluconazol + piroxicam
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Fluconazol + prednisolona
Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + prednisona
Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Fluconazol + prometazina
Fluconazol e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + propranolol
O fluconazol, inibidor do CYP2C19, aumenta as concentrações e a toxicidade do propranolol.
O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar fluconazol com propranolol.
- Fluconazol + rifabutina
Fluconazol aumenta os níveis séricos de rifabutina e foram relatados casos de uveíte.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente os pacientes que recebem rifabutina e fluconazol de forma concomitante.
- Fluconazol + rifampicina
Rifampicina acelera o metabolismo do fluconazol e reduz sua concentração.
O que fazer: Considerar aumentar a dose de fluconazol quando administrado com rifampicina.
- Fluconazol + riociguate
Os inibidores potentes do CYP e da P-gp/BCRP, como os antimicóticos azólicos ou os inibidores de protease do HIV, aumentam a exposição ao riociguate.
O que fazer: Considerar uma dose inicial de riociguate de 0,5 mg três vezes ao dia ao associar um inibidor potente do CYP e da P-gp/BCRP.
- Fluconazol + risperidona
Fluconazol e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + ritonavir
Fluconazol e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + salbutamol
Fluconazol e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + sertralina
Fluconazol e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + solifenacina
Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.
O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.
- Fluconazol + tamoxifeno
Fluconazol e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + teofilina
Fluconazol aumenta as concentrações séricas de teofilina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente as concentrações séricas de teofilina.
- Fluconazol + terbinafina
Fluconazol aumenta as concentrações de terbinafina.
O que fazer: Monitorar eventos adversos da terbinafina ao associar com fluconazol.
- Fluconazol + tizanidina
Fluconazol e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + tofacitinibe
Fluconazol aumenta a exposição sistêmica ao tofacitinibe.
O que fazer: Reduzir a dose de tofacitinibe quando administrado junto com fluconazol.
- Fluconazol + tolterodina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Fluconazol + torasemida
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Fluconazol + venlafaxina
Fluconazol e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Fluconazol + verapamil
O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.
O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.
- Fluconazol + zidovudina
Fluconazol aumenta a exposição à zidovudina.
O que fazer: Monitorar reações adversas relacionadas à zidovudina; considerar reduzir sua dose.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos fluconazol interage?
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