Interações de dexametasona
Dexametasona tem 82 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 12 graves, 69 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Corticoides sistêmicos. ATC H02AB02. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave12 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Dexametasona + bupropiona
A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.
O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.
- Dexametasona + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Dexametasona + claritromicina
os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações de dexametasona
O que fazer: avaliar o benefício em relação ao risco e vigiar sinais de excesso de corticoide
- Dexametasona + cobicistate
Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).
O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.
- Dexametasona + darunavir
Os corticoides que induzem o CYP3A podem reduzir a eficácia do darunavir.
O que fazer: Considerar corticoides alternativos com menor efeito indutor do CYP3A.
- Dexametasona + digoxina
dexametasona aumenta o risco de arritmias em pacientes em uso de digitálicos
O que fazer: monitorar o potássio sérico e o ECG durante o uso concomitante
- Dexametasona + itraconazol
os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações de dexametasona
O que fazer: avaliar o benefício em relação ao risco e vigiar sinais de excesso de corticoide
- Dexametasona + cetoconazol
cetoconazol aumenta de forma acentuada o risco de efeitos adversos por excesso de corticoide
O que fazer: evitar a associação quando possível ou reduzir a dose de dexametasona e vigiar sinais de excesso de corticoide
- Dexametasona + levotiroxina
Iniciar levotiroxina antes de instituir glicocorticoides em pacientes com insuficiência adrenal pode precipitar uma crise adrenal aguda.
O que fazer: Tratar a insuficiência adrenal com glicocorticoides de reposição antes de iniciar levotiroxina.
- Dexametasona + moxifloxacino
Os corticoides aumentam o risco de tendinite e ruptura de tendão com moxifloxacino.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes que recebem corticoides; suspender o moxifloxacino diante de dor ou inflamação tendínea.
- Dexametasona + ritonavir
os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações de dexametasona
O que fazer: avaliar o benefício em relação ao risco e vigiar sinais de excesso de corticoide
- Dexametasona + tofacitinibe
o uso concomitante com metotrexato ou corticoides aumenta o risco de infecções graves
O que fazer: vigiar sinais de infecção durante o uso concomitante
Moderada69 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Dexametasona + ácido acetilsalicílico
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + alendronato
O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.
O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.
- Dexametasona + amiodarona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + atazanavir
A dexametasona pode reduzir o efeito terapêutico do atazanavir.
O que fazer: Considerar um corticoide alternativo para uso prolongado.
- Dexametasona + azitromicina
os macrolídeos reduzem a eliminação da dexametasona
O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário
- Dexametasona + carbamazepina
A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.
- Dexametasona + celecoxibe
O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.
- Dexametasona + ciprofloxacino
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + citalopram
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + cloroquina
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + clorpromazina
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + clortalidona
O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.
- Dexametasona + colestiramina
a colestiramina pode reduzir o efeito da dexametasona
O que fazer: separar a administração de ambos os fármacos e vigiar a resposta clínica ao corticoide
- Dexametasona + dapagliflozina
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + dexcetoprofeno
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + diclofenaco
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + domperidona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + donepezila
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + dronedarona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + empagliflozina
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de dexametasona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se dexametasona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de dexametasona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Dexametasona + eritromicina
os macrolídeos reduzem a eliminação da dexametasona
O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário
- Dexametasona + escitalopram
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + estradiol
os estrogênios aumentam o efeito da dexametasona
O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário
- Dexametasona + etinilestradiol
os estrogênios aumentam o efeito da dexametasona
O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário
- Dexametasona + etoricoxibe
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + fenitoína
os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona
O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica
- Dexametasona + fenobarbital
os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona
O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica
- Dexametasona + fluconazol
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + glibenclamida
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + gliclazida
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + glimepirida
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + glipizida
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + haloperidol
Os corticoides podem causar alterações eletrolíticas que aumentam o risco de prolongamento do intervalo QT com haloperidol.
O que fazer: Vigiar os eletrólitos (potássio, magnésio, cálcio) ao usar a associação.
- Dexametasona + hidroclorotiazida
Os corticoides intensificam a depleção de eletrólitos causada pela hidroclorotiazida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar.
- Dexametasona + hidroxicloroquina
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + ibuprofeno
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + indapamida
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de hipopotassemia pela indapamida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao coadministrar indapamida com corticoides.
- Dexametasona + indometacina
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + insulina
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + isoniazida
a dexametasona pode diminuir as concentrações séricas de isoniazida
O que fazer: monitorar a resposta clínica ao tratamento antituberculoso
- Dexametasona + isotretinoína
O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.
O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.
- Dexametasona + cetoprofeno
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + cetorolaco
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + levofloxacino
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Dexametasona + linagliptina
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + liraglutida
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + meloxicam
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + metadona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + metformina
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + naproxeno
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + nimesulida
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + ondansetrona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + pimozida
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + pioglitazona
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + piroxicam
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Dexametasona + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de dexametasona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dexametasona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Dexametasona + prednisona
A fenitoína pode alterar os níveis de corticoides como a dexametasona, e vice-versa.
O que fazer: Vigiar o controle das crises e o efeito do corticoide ao associar ambos os fármacos.
- Dexametasona + repaglinida
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + rifampicina
os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona
O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica
- Dexametasona + semaglutida
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + sitagliptina
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + sotalol
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + sulpirida
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Dexametasona + torasemida
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Dexametasona + vildagliptina
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Dexametasona + voriconazol
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Dexametasona + varfarina
a dexametasona pode reduzir a resposta anticoagulante à varfarina
O que fazer: monitorar o INR com frequência e ajustar a dose de varfarina conforme necessário
- Dexametasona + ziprasidona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ziprasidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
Leve1 interação leve
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Dexametasona + albendazol
Dexametasona aumenta as concentrações de sulfóxido de albendazol.
O que fazer: Não é necessário ajuste de dose de rotina.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos dexametasona interage?
- Na nossa base, dexametasona tem 82 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, ciclosporina, claritromicina, cobicistate, darunavir, digoxina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso dexametasona com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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Revise interações sem sair da consulta.
O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.