Interações de dexametasona

Dexametasona tem 82 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 12 graves, 69 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Corticoides sistêmicos. ATC H02AB02. Bula da FDA (em inglês)

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Grave12 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Dexametasona + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Dexametasona + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Dexametasona + claritromicina

    os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações de dexametasona

    O que fazer: avaliar o benefício em relação ao risco e vigiar sinais de excesso de corticoide

  • Dexametasona + cobicistate

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Dexametasona + darunavir

    Os corticoides que induzem o CYP3A podem reduzir a eficácia do darunavir.

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos com menor efeito indutor do CYP3A.

  • Dexametasona + digoxina

    dexametasona aumenta o risco de arritmias em pacientes em uso de digitálicos

    O que fazer: monitorar o potássio sérico e o ECG durante o uso concomitante

  • Dexametasona + itraconazol

    os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações de dexametasona

    O que fazer: avaliar o benefício em relação ao risco e vigiar sinais de excesso de corticoide

  • Dexametasona + cetoconazol

    cetoconazol aumenta de forma acentuada o risco de efeitos adversos por excesso de corticoide

    O que fazer: evitar a associação quando possível ou reduzir a dose de dexametasona e vigiar sinais de excesso de corticoide

  • Dexametasona + levotiroxina

    Iniciar levotiroxina antes de instituir glicocorticoides em pacientes com insuficiência adrenal pode precipitar uma crise adrenal aguda.

    O que fazer: Tratar a insuficiência adrenal com glicocorticoides de reposição antes de iniciar levotiroxina.

  • Dexametasona + moxifloxacino

    Os corticoides aumentam o risco de tendinite e ruptura de tendão com moxifloxacino.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que recebem corticoides; suspender o moxifloxacino diante de dor ou inflamação tendínea.

  • Dexametasona + ritonavir

    os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações de dexametasona

    O que fazer: avaliar o benefício em relação ao risco e vigiar sinais de excesso de corticoide

  • Dexametasona + tofacitinibe

    o uso concomitante com metotrexato ou corticoides aumenta o risco de infecções graves

    O que fazer: vigiar sinais de infecção durante o uso concomitante

Moderada69 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Dexametasona + ácido acetilsalicílico

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + alendronato

    O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.

    O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.

  • Dexametasona + amiodarona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + atazanavir

    A dexametasona pode reduzir o efeito terapêutico do atazanavir.

    O que fazer: Considerar um corticoide alternativo para uso prolongado.

  • Dexametasona + azitromicina

    os macrolídeos reduzem a eliminação da dexametasona

    O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário

  • Dexametasona + carbamazepina

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Dexametasona + celecoxibe

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Dexametasona + ciprofloxacino

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + citalopram

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + cloroquina

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + clorpromazina

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + clortalidona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Dexametasona + colestiramina

    a colestiramina pode reduzir o efeito da dexametasona

    O que fazer: separar a administração de ambos os fármacos e vigiar a resposta clínica ao corticoide

  • Dexametasona + dapagliflozina

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + dexcetoprofeno

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + diclofenaco

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + domperidona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + donepezila

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + dronedarona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + empagliflozina

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de dexametasona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se dexametasona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de dexametasona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Dexametasona + eritromicina

    os macrolídeos reduzem a eliminação da dexametasona

    O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário

  • Dexametasona + escitalopram

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + estradiol

    os estrogênios aumentam o efeito da dexametasona

    O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário

  • Dexametasona + etinilestradiol

    os estrogênios aumentam o efeito da dexametasona

    O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário

  • Dexametasona + etoricoxibe

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + fenitoína

    os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona

    O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica

  • Dexametasona + fenobarbital

    os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona

    O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica

  • Dexametasona + fluconazol

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + glibenclamida

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + gliclazida

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + glimepirida

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + glipizida

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + haloperidol

    Os corticoides podem causar alterações eletrolíticas que aumentam o risco de prolongamento do intervalo QT com haloperidol.

    O que fazer: Vigiar os eletrólitos (potássio, magnésio, cálcio) ao usar a associação.

  • Dexametasona + hidroclorotiazida

    Os corticoides intensificam a depleção de eletrólitos causada pela hidroclorotiazida.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar.

  • Dexametasona + hidroxicloroquina

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + ibuprofeno

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + indapamida

    O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de hipopotassemia pela indapamida.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao coadministrar indapamida com corticoides.

  • Dexametasona + indometacina

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + insulina

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + isoniazida

    a dexametasona pode diminuir as concentrações séricas de isoniazida

    O que fazer: monitorar a resposta clínica ao tratamento antituberculoso

  • Dexametasona + isotretinoína

    O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.

    O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.

  • Dexametasona + cetoprofeno

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + cetorolaco

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + levofloxacino

    O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.

    O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.

  • Dexametasona + linagliptina

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + liraglutida

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + meloxicam

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + metadona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + metformina

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + naproxeno

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + nimesulida

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + ondansetrona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + pimozida

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + pioglitazona

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + piroxicam

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Dexametasona + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de dexametasona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dexametasona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Dexametasona + prednisona

    A fenitoína pode alterar os níveis de corticoides como a dexametasona, e vice-versa.

    O que fazer: Vigiar o controle das crises e o efeito do corticoide ao associar ambos os fármacos.

  • Dexametasona + repaglinida

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + rifampicina

    os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona

    O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica

  • Dexametasona + semaglutida

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + sitagliptina

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + sotalol

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + sulpirida

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Dexametasona + torasemida

    Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.

  • Dexametasona + vildagliptina

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Dexametasona + voriconazol

    O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.

    O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.

  • Dexametasona + varfarina

    a dexametasona pode reduzir a resposta anticoagulante à varfarina

    O que fazer: monitorar o INR com frequência e ajustar a dose de varfarina conforme necessário

  • Dexametasona + ziprasidona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ziprasidona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Dexametasona + albendazol

    Dexametasona aumenta as concentrações de sulfóxido de albendazol.

    O que fazer: Não é necessário ajuste de dose de rotina.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos dexametasona interage?
Na nossa base, dexametasona tem 82 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, ciclosporina, claritromicina, cobicistate, darunavir, digoxina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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