Interações de levofloxacino
Levofloxacino tem 129 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 4 contraindicadas, 53 graves e 72 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Fluoroquinolonas, Antibióticos. ATC J01MA12. Também chamado: levofloxacina. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada4 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Levofloxacino + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Levofloxacino + pimozida
Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.
O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.
- Levofloxacino + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Levofloxacino + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave53 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Levofloxacino + ácido acetilsalicílico
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + amiodarona
Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.
- Levofloxacino + azitromicina
Azitromicina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + celecoxibe
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Levofloxacino + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Levofloxacino + citalopram
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Levofloxacino + claritromicina
Claritromicina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + cloroquina
Cloroquina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + clorpromazina
Clorpromazina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + codeína
Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.
O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.
- Levofloxacino + dexcetoprofeno
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + diclofenaco
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + digoxina
O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.
- Levofloxacino + dimenidrinato
O dimenidrinato pode mascarar a ototoxicidade de certos antibióticos.
O que fazer: Usar com cautela junto com antibióticos ototóxicos (por exemplo, aminoglicosídeos); monitorar a função auditiva e vestibular.
- Levofloxacino + domperidona
Domperidona e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + donepezila
Donepezila e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + duloxetina
Deve-se evitar a coadministração de duloxetina com inibidores potentes do CYP1A2, como fluvoxamina ou ciprofloxacino.
O que fazer: Evitar a coadministração de duloxetina com inibidores potentes do CYP1A2.
- Levofloxacino + eritromicina
Eritromicina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + escitalopram
Escitalopram e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + etoricoxibe
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + flecainida
O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.
- Levofloxacino + fluconazol
Fluconazol e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Levofloxacino + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Levofloxacino + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Levofloxacino + haloperidol
O uso concomitante de haloperidol com medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar a associação com cautela; monitorar o ECG e os eletrólitos.
- Levofloxacino + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Levofloxacino + ibuprofeno
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + indometacina
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + cetoconazol
Cetoconazol e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + cetoprofeno
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + cetorolaco
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + meloxicam
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + metadona
Levofloxacino e metadona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Levofloxacino + naproxeno
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + nimesulida
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + ondansetrona
Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.
O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Levofloxacino + paliperidona
Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.
- Levofloxacino + piroxicam
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Levofloxacino + posaconazol
Levofloxacino e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + prednisona
O uso concomitante de fluoroquinolonas e prednisona aumenta o risco de ruptura de tendões.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes idosos; suspender diante de dor ou inflamação tendínea.
- Levofloxacino + propafenona
O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.
- Levofloxacino + quetiapina
Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.
- Levofloxacino + sotalol
O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.
- Levofloxacino + sulpirida
Levofloxacino e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + teofilina
As fluoroquinolonas podem elevar os níveis séricos de teofilina e aumentar o risco de convulsões.
O que fazer: Monitorar os níveis de teofilina e ajustar a dose quando coadministrada com levofloxacino.
- Levofloxacino + tizanidina
Os inibidores menos potentes do CYP1A2 podem causar hipotensão, bradicardia ou sonolência excessiva com tizanidina.
O que fazer: Evitar o uso conjunto, a menos que haja necessidade clínica; se necessário, iniciar a tizanidina com dose de 2 mg e aumentar gradualmente conforme a resposta.
- Levofloxacino + torasemida
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Levofloxacino + tramadol
Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.
O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.
- Levofloxacino + trazodona
Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).
- Levofloxacino + verapamil
O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.
Moderada72 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Levofloxacino + abiraterona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Levofloxacino + amitriptilina
Levofloxacino e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + atazanavir
Levofloxacino e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + atomoxetina
Levofloxacino e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + betametasona
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + budesonida
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + bumetanida
Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Levofloxacino + buprenorfina
Levofloxacino e buprenorfina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + carbonato de cálcio
Antiácidos, sucralfato e sais de ferro reduzem a absorção oral do levofloxacino.
O que fazer: Separar a administração em pelo menos duas horas antes ou depois desses produtos.
- Levofloxacino + ciclobenzaprina
Levofloxacino e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + clomipramina
Levofloxacino e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + clonidina
Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.
O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.
- Levofloxacino + clortalidona
Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Levofloxacino + clozapina
Levofloxacino e clozapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + colestiramina
Colestiramina pode reduzir a absorção de levofloxacino.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente levofloxacino 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de levofloxacino.
- Levofloxacino + dapagliflozina
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + deflazacorte
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + dexametasona
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + efavirenz
Levofloxacino e efavirenz prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + empagliflozina
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + famotidina
Levofloxacino e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + fludrocortisona
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + fluticasona
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + furosemida
Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Levofloxacino + glibenclamida
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + gliclazida
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + glimepirida
Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.
- Levofloxacino + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Levofloxacino + hidroclorotiazida
Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Levofloxacino + hidrocortisona
O cetoconazol e os macrolídeos diminuem a depuração da hidrocortisona.
O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose.
- Levofloxacino + hidroxizina
Levofloxacino e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + hidróxido de alumínio e magnésio
Antiácidos, sucralfato e sais de ferro reduzem a absorção oral do levofloxacino.
O que fazer: Separar a administração em pelo menos duas horas antes ou depois desses produtos.
- Levofloxacino + imipramina
Levofloxacino e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + indapamida
Levofloxacino e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + insulina
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + itraconazol
Ciprofloxacino, eritromicina e claritromicina podem aumentar as concentrações de itraconazol.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos do itraconazol; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Levofloxacino + levomepromazina
Levofloxacino e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + linagliptina
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + liraglutida
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + lítio
Levofloxacino e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + loperamida
Levofloxacino e loperamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + metformina
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + metilprednisolona
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + metoclopramida
Levofloxacino e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + metronidazol
O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.
- Levofloxacino + mirtazapina
Levofloxacino e mirtazapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + norfloxacino
Levofloxacino e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + nortriptilina
Levofloxacino e nortriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + olanzapina
Levofloxacino e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + orlistate
Orlistate pode reduzir a absorção de levofloxacino.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente levofloxacino 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de levofloxacino.
- Levofloxacino + pioglitazona
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + prednisolona
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Levofloxacino + prometazina
Levofloxacino e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + ranolazina
Levofloxacino e ranolazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + repaglinida
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + risperidona
Levofloxacino e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + ritonavir
Levofloxacino e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + salbutamol
Levofloxacino e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + salmeterol
Levofloxacino e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + semaglutida
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + sertralina
Levofloxacino e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + sitagliptina
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + solifenacina
Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.
O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.
- Levofloxacino + sucralfato
Antiácidos, sucralfato e sais de ferro reduzem a absorção oral do levofloxacino.
O que fazer: Separar a administração em pelo menos duas horas antes ou depois desses produtos.
- Levofloxacino + sulfato ferroso
Antiácidos, sucralfato e sais de ferro reduzem a absorção oral do levofloxacino.
O que fazer: Separar a administração em pelo menos duas horas antes ou depois desses produtos.
- Levofloxacino + tacrolimo
O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.
O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.
- Levofloxacino + tamoxifeno
Levofloxacino e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + tolterodina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Levofloxacino + vardenafila
Levofloxacino e vardenafila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + venlafaxina
Levofloxacino e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Levofloxacino + vildagliptina
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Levofloxacino + varfarina
Levofloxacino pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar de perto o tempo de protrombina/INR e vigiar sinais de sangramento.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos levofloxacino interage?
- Na nossa base, levofloxacino tem 129 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, pimozida, voriconazol, ziprasidona, ácido acetilsalicílico, amiodarona. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso levofloxacino com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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