Interações de metilprednisolona

Metilprednisolona tem 81 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 9 graves, 71 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Corticoides sistêmicos. ATC H02AB04. Bula da FDA (em inglês)

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Grave9 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Metilprednisolona + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Metilprednisolona + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Metilprednisolona + cobicistate

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Metilprednisolona + darunavir

    Os corticoides que induzem o CYP3A podem reduzir a eficácia do darunavir.

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos com menor efeito indutor do CYP3A.

  • Metilprednisolona + digoxina

    A metilprednisolona pode aumentar o risco de arritmias em pacientes que tomam digitálicos.

    O que fazer: Vigiar o potássio sérico e sinais de toxicidade digitálica durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + cetoconazol

    O cetoconazol reduz acentuadamente o metabolismo da metilprednisolona.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente sinais de toxicidade por corticoide e considerar ajuste de dose.

  • Metilprednisolona + levotiroxina

    Iniciar levotiroxina antes de instituir glicocorticoides em pacientes com insuficiência adrenal pode precipitar uma crise adrenal aguda.

    O que fazer: Tratar a insuficiência adrenal com glicocorticoides de reposição antes de iniciar levotiroxina.

  • Metilprednisolona + moxifloxacino

    Os corticoides aumentam o risco de tendinite e ruptura de tendão com moxifloxacino.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que recebem corticoides; suspender o moxifloxacino diante de dor ou inflamação tendínea.

  • Metilprednisolona + tofacitinibe

    o uso concomitante com metotrexato ou corticoides aumenta o risco de infecções graves

    O que fazer: vigiar sinais de infecção durante o uso concomitante

Moderada71 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Metilprednisolona + ácido acetilsalicílico

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + alendronato

    O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.

    O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.

  • Metilprednisolona + amiodarona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + atazanavir

    Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de metilprednisolona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metilprednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.

  • Metilprednisolona + azitromicina

    Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.

  • Metilprednisolona + carbamazepina

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Metilprednisolona + celecoxibe

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + ciprofloxacino

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + citalopram

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + claritromicina

    Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.

  • Metilprednisolona + cloroquina

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + clorpromazina

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + clortalidona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + dapagliflozina

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + dexcetoprofeno

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + diclofenaco

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + domperidona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + donepezila

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + dronedarona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + empagliflozina

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de metilprednisolona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se metilprednisolona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de metilprednisolona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Metilprednisolona + eritromicina

    Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.

  • Metilprednisolona + escitalopram

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + estradiol

    O estradiol pode aumentar a globulina transportadora de corticoides e elevar os corticoides circulantes totais.

    O que fazer: Levar em conta esta interação ao interpretar níveis de corticoides em pacientes que usam estradiol; ajustar a dose do corticoide conforme a resposta clínica.

  • Metilprednisolona + etinilestradiol

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Metilprednisolona + etoricoxibe

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + fenitoína

    A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.

  • Metilprednisolona + fenobarbital

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Metilprednisolona + fluconazol

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + glibenclamida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Metilprednisolona + gliclazida

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + glimepirida

    Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.

  • Metilprednisolona + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, fenitoína, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar piora do controle glicêmico quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Metilprednisolona + haloperidol

    Os corticoides podem causar alterações eletrolíticas que aumentam o risco de prolongamento do intervalo QT com haloperidol.

    O que fazer: Vigiar os eletrólitos (potássio, magnésio, cálcio) ao usar a associação.

  • Metilprednisolona + hidroclorotiazida

    Os corticoides intensificam a depleção de eletrólitos causada pela hidroclorotiazida.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar.

  • Metilprednisolona + hidroxicloroquina

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + ibuprofeno

    Os anticoagulantes e os corticoides sistêmicos aumentam o risco de sangramento gastrointestinal quando associados ao ibuprofeno.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento digestivo; considerar proteção gástrica se o uso conjunto for necessário.

  • Metilprednisolona + indapamida

    O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de hipopotassemia pela indapamida.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao coadministrar indapamida com corticoides.

  • Metilprednisolona + indometacina

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + insulina

    Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da insulina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de insulina e a frequência de monitoramento da glicemia.

  • Metilprednisolona + isoniazida

    A metilprednisolona pode reduzir as concentrações séricas de isoniazida.

    O que fazer: Vigiar a eficácia do tratamento antituberculoso durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + isotretinoína

    O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.

    O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.

  • Metilprednisolona + itraconazol

    O itraconazol pode aumentar as concentrações de corticoides, ciclosporina e tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos e níveis do medicamento concomitante; pode ser necessário reduzir sua dose.

  • Metilprednisolona + cetoprofeno

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + cetorolaco

    O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.

    O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.

  • Metilprednisolona + levofloxacino

    O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.

    O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.

  • Metilprednisolona + linagliptina

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + liraglutida

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + meloxicam

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + metadona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + metformina

    Vários medicamentos podem provocar perda do controle glicêmico em pacientes tratados com metformina.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar perda do controle glicêmico ao associar estes medicamentos.

  • Metilprednisolona + naproxeno

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + nimesulida

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + ondansetrona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + pimozida

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + pioglitazona

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + piroxicam

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Metilprednisolona + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de metilprednisolona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metilprednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Metilprednisolona + repaglinida

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + rifampicina

    Os indutores enzimáticos, como carbamazepina, fenitoína, rifampicina e barbitúricos, podem aumentar o metabolismo da metilprednisolona.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de metilprednisolona ao usá-la junto com esses indutores enzimáticos.

  • Metilprednisolona + ritonavir

    Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de metilprednisolona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metilprednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.

  • Metilprednisolona + semaglutida

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + sitagliptina

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + sotalol

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + sulpirida

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metilprednisolona + tacrolimo

    Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Metilprednisolona + torasemida

    Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.

  • Metilprednisolona + vildagliptina

    A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.

    O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Metilprednisolona + voriconazol

    O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.

    O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.

  • Metilprednisolona + varfarina

    A metilprednisolona pode inibir a resposta à varfarina.

    O que fazer: Monitorar com frequência os índices de coagulação para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Metilprednisolona + ziprasidona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ziprasidona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Metilprednisolona + colestiramina

    A colestiramina pode aumentar a depuração dos corticoides orais.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao corticoide se usado junto com colestiramina.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos metilprednisolona interage?
Na nossa base, metilprednisolona tem 81 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, ciclosporina, cobicistate, darunavir, digoxina, cetoconazol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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