Interações de metilprednisolona
Metilprednisolona tem 81 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 9 graves, 71 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Corticoides sistêmicos. ATC H02AB04. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave9 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Metilprednisolona + bupropiona
A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.
O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.
- Metilprednisolona + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Metilprednisolona + cobicistate
Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).
O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.
- Metilprednisolona + darunavir
Os corticoides que induzem o CYP3A podem reduzir a eficácia do darunavir.
O que fazer: Considerar corticoides alternativos com menor efeito indutor do CYP3A.
- Metilprednisolona + digoxina
A metilprednisolona pode aumentar o risco de arritmias em pacientes que tomam digitálicos.
O que fazer: Vigiar o potássio sérico e sinais de toxicidade digitálica durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + cetoconazol
O cetoconazol reduz acentuadamente o metabolismo da metilprednisolona.
O que fazer: Vigiar rigorosamente sinais de toxicidade por corticoide e considerar ajuste de dose.
- Metilprednisolona + levotiroxina
Iniciar levotiroxina antes de instituir glicocorticoides em pacientes com insuficiência adrenal pode precipitar uma crise adrenal aguda.
O que fazer: Tratar a insuficiência adrenal com glicocorticoides de reposição antes de iniciar levotiroxina.
- Metilprednisolona + moxifloxacino
Os corticoides aumentam o risco de tendinite e ruptura de tendão com moxifloxacino.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes que recebem corticoides; suspender o moxifloxacino diante de dor ou inflamação tendínea.
- Metilprednisolona + tofacitinibe
o uso concomitante com metotrexato ou corticoides aumenta o risco de infecções graves
O que fazer: vigiar sinais de infecção durante o uso concomitante
Moderada71 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Metilprednisolona + ácido acetilsalicílico
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + alendronato
O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.
O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.
- Metilprednisolona + amiodarona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + atazanavir
Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de metilprednisolona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metilprednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.
- Metilprednisolona + azitromicina
Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.
O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.
- Metilprednisolona + carbamazepina
A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.
- Metilprednisolona + celecoxibe
O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + ciprofloxacino
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + citalopram
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + claritromicina
Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.
O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.
- Metilprednisolona + cloroquina
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + clorpromazina
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + clortalidona
O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + dapagliflozina
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + dexcetoprofeno
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + diclofenaco
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + domperidona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + donepezila
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + dronedarona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + empagliflozina
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de metilprednisolona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se metilprednisolona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de metilprednisolona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Metilprednisolona + eritromicina
Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.
O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.
- Metilprednisolona + escitalopram
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + estradiol
O estradiol pode aumentar a globulina transportadora de corticoides e elevar os corticoides circulantes totais.
O que fazer: Levar em conta esta interação ao interpretar níveis de corticoides em pacientes que usam estradiol; ajustar a dose do corticoide conforme a resposta clínica.
- Metilprednisolona + etinilestradiol
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Metilprednisolona + etoricoxibe
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + fenitoína
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Metilprednisolona + fenobarbital
fenobarbital reduz o efeito dos corticoides
O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital
- Metilprednisolona + fluconazol
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + glibenclamida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Metilprednisolona + gliclazida
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + glimepirida
Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.
O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.
- Metilprednisolona + glipizida
Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, fenitoína, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar piora do controle glicêmico quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Metilprednisolona + haloperidol
Os corticoides podem causar alterações eletrolíticas que aumentam o risco de prolongamento do intervalo QT com haloperidol.
O que fazer: Vigiar os eletrólitos (potássio, magnésio, cálcio) ao usar a associação.
- Metilprednisolona + hidroclorotiazida
Os corticoides intensificam a depleção de eletrólitos causada pela hidroclorotiazida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar.
- Metilprednisolona + hidroxicloroquina
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + ibuprofeno
Os anticoagulantes e os corticoides sistêmicos aumentam o risco de sangramento gastrointestinal quando associados ao ibuprofeno.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento digestivo; considerar proteção gástrica se o uso conjunto for necessário.
- Metilprednisolona + indapamida
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de hipopotassemia pela indapamida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao coadministrar indapamida com corticoides.
- Metilprednisolona + indometacina
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + insulina
Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da insulina.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de insulina e a frequência de monitoramento da glicemia.
- Metilprednisolona + isoniazida
A metilprednisolona pode reduzir as concentrações séricas de isoniazida.
O que fazer: Vigiar a eficácia do tratamento antituberculoso durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + isotretinoína
O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.
O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.
- Metilprednisolona + itraconazol
O itraconazol pode aumentar as concentrações de corticoides, ciclosporina e tacrolimo.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos e níveis do medicamento concomitante; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Metilprednisolona + cetoprofeno
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + cetorolaco
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Metilprednisolona + levofloxacino
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Metilprednisolona + linagliptina
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + liraglutida
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + meloxicam
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + metadona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + metformina
Vários medicamentos podem provocar perda do controle glicêmico em pacientes tratados com metformina.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar perda do controle glicêmico ao associar estes medicamentos.
- Metilprednisolona + naproxeno
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + nimesulida
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + ondansetrona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + pimozida
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + pioglitazona
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + piroxicam
O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.
O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.
- Metilprednisolona + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de metilprednisolona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metilprednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Metilprednisolona + repaglinida
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + rifampicina
Os indutores enzimáticos, como carbamazepina, fenitoína, rifampicina e barbitúricos, podem aumentar o metabolismo da metilprednisolona.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de metilprednisolona ao usá-la junto com esses indutores enzimáticos.
- Metilprednisolona + ritonavir
Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de metilprednisolona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metilprednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.
- Metilprednisolona + semaglutida
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + sitagliptina
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + sotalol
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + sulpirida
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Metilprednisolona + tacrolimo
Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.
O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.
- Metilprednisolona + torasemida
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Metilprednisolona + vildagliptina
A metilprednisolona pode aumentar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos.
O que fazer: Ajustar a dose dos antidiabéticos conforme necessário durante o uso concomitante.
- Metilprednisolona + voriconazol
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Metilprednisolona + varfarina
A metilprednisolona pode inibir a resposta à varfarina.
O que fazer: Monitorar com frequência os índices de coagulação para manter o efeito anticoagulante desejado.
- Metilprednisolona + ziprasidona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ziprasidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
Leve1 interação leve
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Metilprednisolona + colestiramina
A colestiramina pode aumentar a depuração dos corticoides orais.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao corticoide se usado junto com colestiramina.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos metilprednisolona interage?
- Na nossa base, metilprednisolona tem 81 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, ciclosporina, cobicistate, darunavir, digoxina, cetoconazol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso metilprednisolona com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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