Interações de glibenclamida

Glibenclamida tem 98 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 6 graves, 90 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antidiabéticos, Sulfonilureias. ATC A10BB01. Também chamado: gliburida. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Glibenclamida + bosentana

    O uso conjunto de bosentana e glibenclamida é contraindicado.

    O que fazer: Não usar de forma concomitante.

Grave6 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Glibenclamida + capecitabina

    a capecitabina pode aumentar a exposição a anticoagulantes e antidiabéticos metabolizados pelo CYP2C9

    O que fazer: monitorar rigorosamente quanto a reações adversas do anticoagulante ou do antidiabético

  • Glibenclamida + ciprofloxacino

    Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.

  • Glibenclamida + cloroquina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Glibenclamida + fluconazol

    O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.

  • Glibenclamida + liraglutida

    A associação de liraglutida com insulina ou sulfonilureias aumenta o risco de hipoglicemia, incluindo hipoglicemia grave.

    O que fazer: Ao iniciar liraglutida, considerar reduzir a dose de insulina ou da sulfonilureia concomitante para reduzir o risco de hipoglicemia.

  • Glibenclamida + moxifloxacino

    Moxifloxacino com antidiabéticos pode causar alterações graves da glicemia.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia quando usados em conjunto.

Moderada90 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Glibenclamida + abiraterona

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Glibenclamida + acenocumarol

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + ácido acetilsalicílico

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + aripiprazol

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + atazanavir

    Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.

  • Glibenclamida + atenolol

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + betametasona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + bisoprolol

    O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.

  • Glibenclamida + carbamazepina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Glibenclamida + carvedilol

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + celecoxibe

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + claritromicina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Glibenclamida + clorpromazina

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + clortalidona

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Glibenclamida + clozapina

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + cobicistate

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Glibenclamida + dapagliflozina

    A dapagliflozina aumenta o risco de hipoglicemia quando associada à insulina ou a secretagogos de insulina.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo para minimizar o risco de hipoglicemia.

  • Glibenclamida + darunavir

    Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.

  • Glibenclamida + deflazacorte

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + desogestrel

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + dexametasona

    a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade

  • Glibenclamida + dexcetoprofeno

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + diclofenaco

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + drospirenona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + empagliflozina

    A empagliflozina aumenta o risco de hipoglicemia com insulina ou secretagogos de insulina.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo de insulina ao iniciar empagliflozina.

  • Glibenclamida + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Glibenclamida + estradiol

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + etinilestradiol

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + etoricoxibe

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + fenitoína

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + fenobarbital

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Glibenclamida + fludrocortisona

    A fludrocortisona pode diminuir o efeito dos antidiabéticos.

    O que fazer: Vigiar sintomas de hiperglicemia e aumentar a dose do antidiabético, se necessário.

  • Glibenclamida + fluoxetina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Glibenclamida + genfibrozila

    A genfibrozila pode aumentar a exposição a fármacos que são substratos do transportador OATP1B1.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose do fármaco substrato do OATP1B1 quando usado junto com genfibrozila.

  • Glibenclamida + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Glibenclamida + haloperidol

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + hidroclorotiazida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + hidrocortisona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, aumentando o risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos; vigiar a glicemia.

  • Glibenclamida + ibuprofeno

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + indapamida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + indometacina

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + insulina

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, antibióticos sulfonamídicos e agonistas do GLP-1, podem aumentar o risco de hipoglicemia com insulina.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia.

  • Glibenclamida + isoniazida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + itraconazol

    Itraconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender itraconazol.

  • Glibenclamida + cetoconazol

    Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.

  • Glibenclamida + cetoprofeno

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + cetorolaco

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + levofloxacino

    O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.

  • Glibenclamida + levomepromazina

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + levonorgestrel

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + levotiroxina

    A levotiroxina pode piorar o controle glicêmico e aumentar a necessidade de antidiabéticos ou insulina.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o controle glicêmico ao iniciar, alterar ou suspender o tratamento com levotiroxina.

  • Glibenclamida + linagliptina

    O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.

  • Glibenclamida + linezolida

    A linezolida pode potencializar a hipoglicemia em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Alertar o paciente diabético sobre o risco de hipoglicemia; se ocorrer, considerar reduzir a dose do hipoglicemiante ou da insulina, ou descontinuar a linezolida.

  • Glibenclamida + lisinopril

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Glibenclamida + lurasidona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + medroxiprogesterona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + meloxicam

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + metformina

    O uso de metformina junto com sulfonilureias ou insulina pode produzir hipoglicemia.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar sulfonilureias ou insulina com metformina.

  • Glibenclamida + metilprednisolona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + metoprolol

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + naproxeno

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + nebivolol

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + nimesulida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + norfloxacino

    Norfloxacino pode alterar a glicemia e potencializar a hipoglicemia por glibenclamida.

    O que fazer: Monitorar a glicemia com mais frequência durante o tratamento e orientar o paciente sobre os sintomas de hipoglicemia.

  • Glibenclamida + olanzapina

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + olmesartana

    Pode ser necessário ajustar a dose dos antidiabéticos, incluindo a insulina, ao associá-los com olmesartana.

    O que fazer: Ajustar a dose do antidiabético conforme a resposta clínica.

  • Glibenclamida + orlistate

    Orlistate pode exigir redução da dose de insulina ou de sulfonilureias.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou da sulfonilureia em alguns pacientes.

  • Glibenclamida + paliperidona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + pimozida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + pioglitazona

    Risco de hipoglicemia ao associar pioglitazona com insulina ou outros secretagogos, como as sulfonilureias.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose do antidiabético concomitante.

  • Glibenclamida + piroxicam

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Glibenclamida + prednisolona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + prednisona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + propranolol

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + pseudoefedrina

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + quetiapina

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + repaglinida

    estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário

  • Glibenclamida + rifampicina

    Rifampicina pode piorar o controle glicêmico em pacientes tratados com sulfonilureias.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar o tratamento antidiabético, se necessário.

  • Glibenclamida + risperidona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + ritonavir

    Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.

  • Glibenclamida + semaglutida

    O uso concomitante com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Ao iniciar semaglutida, considerar reduzir a dose da insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) para diminuir o risco de hipoglicemia; orientar o paciente sobre os sinais de hipoglicemia.

  • Glibenclamida + sitagliptina

    Insulina ou sulfonilureias aumentam o risco de hipoglicemia com sitagliptina.

    O que fazer: Pode ser necessária uma dose mais baixa de insulina ou da sulfonilureia para reduzir o risco de hipoglicemia.

  • Glibenclamida + sotalol

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + sulpirida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Glibenclamida + sulfametoxazol/trimetoprima

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + voriconazol

    Voriconazol aumenta as concentrações das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia.

    O que fazer: Monitorar com frequência a glicemia e os sinais de hipoglicemia; ajustar a dose do hipoglicemiante oral conforme necessário.

  • Glibenclamida + varfarina

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Glibenclamida + ziprasidona

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Glibenclamida + topiramato

    Topiramato reduz a exposição à glibenclamida.

    O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar vigilância da resposta glicêmica.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos glibenclamida interage?
Na nossa base, glibenclamida tem 98 interações documentadas; as mais graves são com bosentana, capecitabina, ciprofloxacino, cloroquina, fluconazol, liraglutida. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso glibenclamida com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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