Interações de glibenclamida
Glibenclamida tem 98 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 6 graves, 90 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antidiabéticos, Sulfonilureias. ATC A10BB01. Também chamado: gliburida. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada1 interação contraindicada
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Glibenclamida + bosentana
O uso conjunto de bosentana e glibenclamida é contraindicado.
O que fazer: Não usar de forma concomitante.
Grave6 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Glibenclamida + capecitabina
a capecitabina pode aumentar a exposição a anticoagulantes e antidiabéticos metabolizados pelo CYP2C9
O que fazer: monitorar rigorosamente quanto a reações adversas do anticoagulante ou do antidiabético
- Glibenclamida + ciprofloxacino
Risco de hipoglicemia grave, inclusive fatal, ao associar ciprofloxacino com antidiabéticos orais ou insulina.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia durante o uso concomitante.
- Glibenclamida + cloroquina
A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.
- Glibenclamida + fluconazol
O fluconazol aumenta o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar de perto a glicemia e ajustar a dose da sulfonilureia conforme necessário.
- Glibenclamida + liraglutida
A associação de liraglutida com insulina ou sulfonilureias aumenta o risco de hipoglicemia, incluindo hipoglicemia grave.
O que fazer: Ao iniciar liraglutida, considerar reduzir a dose de insulina ou da sulfonilureia concomitante para reduzir o risco de hipoglicemia.
- Glibenclamida + moxifloxacino
Moxifloxacino com antidiabéticos pode causar alterações graves da glicemia.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia quando usados em conjunto.
Moderada90 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Glibenclamida + abiraterona
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Glibenclamida + acenocumarol
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + ácido acetilsalicílico
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + aripiprazol
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + atazanavir
Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.
- Glibenclamida + atenolol
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + betametasona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + bisoprolol
O bisoprolol pode mascarar os sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar os pacientes diabéticos sobre esse risco e usar bisoprolol com precaução.
- Glibenclamida + carbamazepina
Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.
- Glibenclamida + carvedilol
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + celecoxibe
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + claritromicina
A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.
O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.
- Glibenclamida + clorpromazina
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + clortalidona
A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.
O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.
- Glibenclamida + clozapina
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + cobicistate
Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.
- Glibenclamida + dapagliflozina
A dapagliflozina aumenta o risco de hipoglicemia quando associada à insulina ou a secretagogos de insulina.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo para minimizar o risco de hipoglicemia.
- Glibenclamida + darunavir
Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.
- Glibenclamida + deflazacorte
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + desogestrel
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + dexametasona
a dexametasona pode elevar a glicemia e exigir ajuste dos antidiabéticos
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose dos antidiabéticos conforme a necessidade
- Glibenclamida + dexcetoprofeno
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + diclofenaco
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + drospirenona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + empagliflozina
A empagliflozina aumenta o risco de hipoglicemia com insulina ou secretagogos de insulina.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo de insulina ao iniciar empagliflozina.
- Glibenclamida + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Glibenclamida + estradiol
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + etinilestradiol
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + etoricoxibe
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + fenitoína
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + fenobarbital
Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.
- Glibenclamida + fludrocortisona
A fludrocortisona pode diminuir o efeito dos antidiabéticos.
O que fazer: Vigiar sintomas de hiperglicemia e aumentar a dose do antidiabético, se necessário.
- Glibenclamida + fluoxetina
A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.
- Glibenclamida + genfibrozila
A genfibrozila pode aumentar a exposição a fármacos que são substratos do transportador OATP1B1.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose do fármaco substrato do OATP1B1 quando usado junto com genfibrozila.
- Glibenclamida + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Glibenclamida + haloperidol
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + hidroclorotiazida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + hidrocortisona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + hidroxicloroquina
A hidroxicloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, aumentando o risco de hipoglicemia.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos; vigiar a glicemia.
- Glibenclamida + ibuprofeno
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + indapamida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + indometacina
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + insulina
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, antibióticos sulfonamídicos e agonistas do GLP-1, podem aumentar o risco de hipoglicemia com insulina.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia.
- Glibenclamida + isoniazida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + itraconazol
Itraconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender itraconazol.
- Glibenclamida + cetoconazol
Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.
- Glibenclamida + cetoprofeno
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + cetorolaco
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + levofloxacino
O levofloxacino pode alterar a glicemia em pacientes com tratamento antidiabético concomitante.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente a glicemia.
- Glibenclamida + levomepromazina
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + levonorgestrel
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + levotiroxina
A levotiroxina pode piorar o controle glicêmico e aumentar a necessidade de antidiabéticos ou insulina.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o controle glicêmico ao iniciar, alterar ou suspender o tratamento com levotiroxina.
- Glibenclamida + linagliptina
O uso conjunto de linagliptina com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) ao iniciar linagliptina.
- Glibenclamida + linezolida
A linezolida pode potencializar a hipoglicemia em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.
O que fazer: Alertar o paciente diabético sobre o risco de hipoglicemia; se ocorrer, considerar reduzir a dose do hipoglicemiante ou da insulina, ou descontinuar a linezolida.
- Glibenclamida + lisinopril
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Glibenclamida + lurasidona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + medroxiprogesterona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + meloxicam
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + metformina
O uso de metformina junto com sulfonilureias ou insulina pode produzir hipoglicemia.
O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar sulfonilureias ou insulina com metformina.
- Glibenclamida + metilprednisolona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + metoprolol
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + naproxeno
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + nebivolol
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + nimesulida
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + norfloxacino
Norfloxacino pode alterar a glicemia e potencializar a hipoglicemia por glibenclamida.
O que fazer: Monitorar a glicemia com mais frequência durante o tratamento e orientar o paciente sobre os sintomas de hipoglicemia.
- Glibenclamida + olanzapina
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + olmesartana
Pode ser necessário ajustar a dose dos antidiabéticos, incluindo a insulina, ao associá-los com olmesartana.
O que fazer: Ajustar a dose do antidiabético conforme a resposta clínica.
- Glibenclamida + orlistate
Orlistate pode exigir redução da dose de insulina ou de sulfonilureias.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou da sulfonilureia em alguns pacientes.
- Glibenclamida + paliperidona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + pimozida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + pioglitazona
Risco de hipoglicemia ao associar pioglitazona com insulina ou outros secretagogos, como as sulfonilureias.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose do antidiabético concomitante.
- Glibenclamida + piroxicam
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Glibenclamida + prednisolona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + prednisona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + propranolol
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + pseudoefedrina
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + quetiapina
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + repaglinida
estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida
O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário
- Glibenclamida + rifampicina
Rifampicina pode piorar o controle glicêmico em pacientes tratados com sulfonilureias.
O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar o tratamento antidiabético, se necessário.
- Glibenclamida + risperidona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + ritonavir
Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.
- Glibenclamida + semaglutida
O uso concomitante com insulina ou secretagogos de insulina (sulfonilureias) aumenta o risco de hipoglicemia.
O que fazer: Ao iniciar semaglutida, considerar reduzir a dose da insulina ou do secretagogo (sulfonilureia) para diminuir o risco de hipoglicemia; orientar o paciente sobre os sinais de hipoglicemia.
- Glibenclamida + sitagliptina
Insulina ou sulfonilureias aumentam o risco de hipoglicemia com sitagliptina.
O que fazer: Pode ser necessária uma dose mais baixa de insulina ou da sulfonilureia para reduzir o risco de hipoglicemia.
- Glibenclamida + sotalol
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + sulpirida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Glibenclamida + sulfametoxazol/trimetoprima
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + voriconazol
Voriconazol aumenta as concentrações das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia.
O que fazer: Monitorar com frequência a glicemia e os sinais de hipoglicemia; ajustar a dose do hipoglicemiante oral conforme necessário.
- Glibenclamida + varfarina
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Glibenclamida + ziprasidona
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
Leve1 interação leve
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Glibenclamida + topiramato
Topiramato reduz a exposição à glibenclamida.
O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar vigilância da resposta glicêmica.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos glibenclamida interage?
- Na nossa base, glibenclamida tem 98 interações documentadas; as mais graves são com bosentana, capecitabina, ciprofloxacino, cloroquina, fluconazol, liraglutida. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso glibenclamida com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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