Interações de cloroquina

Cloroquina tem 104 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 3 contraindicadas, 46 graves, 53 moderadas e 2 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antimaláricos. ATC P01BA01. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada3 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Cloroquina + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Cloroquina + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Cloroquina + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave46 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Cloroquina + amiodarona

    A cloroquina associada a outros medicamentos arritmogênicos, como amiodarona ou moxifloxacino, aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação de cloroquina com outros medicamentos arritmogênicos, como amiodarona ou moxifloxacino; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Cloroquina + azitromicina

    Azitromicina e cloroquina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + ciclosporina

    O início da cloroquina pode produzir um aumento súbito dos níveis séricos de ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente os níveis séricos de ciclosporina ao iniciar a cloroquina; suspender a cloroquina, se necessário.

  • Cloroquina + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Cloroquina + citalopram

    Citalopram e cloroquina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + claritromicina

    Claritromicina e cloroquina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + clorpromazina

    Cloroquina e clorpromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + dapagliflozina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + domperidona

    Cloroquina e domperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + donepezila

    Cloroquina e donepezila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + empagliflozina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + eritromicina

    Cloroquina e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + escitalopram

    Cloroquina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + fluconazol

    Cloroquina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Cloroquina + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Cloroquina + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Cloroquina + glibenclamida

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + gliclazida

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + glimepirida

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + glipizida

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + haloperidol

    Cloroquina e haloperidol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Cloroquina + insulina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + cetoconazol

    Cloroquina e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + levofloxacino

    Cloroquina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + linagliptina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + liraglutida

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + metadona

    Cloroquina e metadona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + metformina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + moxifloxacino

    A cloroquina associada a outros medicamentos arritmogênicos, como amiodarona ou moxifloxacino, aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação de cloroquina com outros medicamentos arritmogênicos, como amiodarona ou moxifloxacino; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Cloroquina + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Cloroquina + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Cloroquina + pimozida

    Cloroquina e pimozida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + pioglitazona

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + posaconazol

    Cloroquina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Cloroquina + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Cloroquina + repaglinida

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + semaglutida

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + sitagliptina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

  • Cloroquina + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Cloroquina + sulpirida

    Cloroquina e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + tamoxifeno

    Não se recomenda associar cloroquina com tamoxifeno, pelo risco de toxicidade retiniana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de cloroquina com tamoxifeno.

  • Cloroquina + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Cloroquina + vildagliptina

    A cloroquina pode potencializar o efeito da insulina e de outros antidiabéticos, com risco de hipoglicemia grave.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina ou de outros antidiabéticos ao associá-los com cloroquina.

Moderada53 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Cloroquina + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + amitriptilina

    Cloroquina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + ampicilina

    A cloroquina reduz a biodisponibilidade da ampicilina.

    O que fazer: Espaçar a tomada de ampicilina e cloroquina em pelo menos 2 horas.

  • Cloroquina + atazanavir

    Cloroquina e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + atomoxetina

    Cloroquina e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + buprenorfina

    Cloroquina e buprenorfina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + carbamazepina

    A cloroquina pode antagonizar a atividade da carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de carbamazepina ao associá-la com cloroquina.

  • Cloroquina + ciclobenzaprina

    Cloroquina e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + clomipramina

    Cloroquina e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Cloroquina + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + clozapina

    Cloroquina e clozapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + deflazacorte

    Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + dexametasona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + efavirenz

    Cloroquina e efavirenz prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + famotidina

    Cloroquina e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + flecainida

    Cloroquina e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + hidrocortisona

    Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + hidroxizina

    Cloroquina e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + imipramina

    Cloroquina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + indapamida

    Cloroquina e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + itraconazol

    Cloroquina e itraconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + levomepromazina

    Cloroquina e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + lítio

    Cloroquina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + loperamida

    Cloroquina e loperamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + metilprednisolona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + metoclopramida

    Cloroquina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Cloroquina + mirtazapina

    Cloroquina e mirtazapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + norfloxacino

    Cloroquina e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + nortriptilina

    Cloroquina e nortriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + olanzapina

    Cloroquina e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + prednisolona

    Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + prednisona

    Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + prometazina

    Cloroquina e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + ranolazina

    Cloroquina e ranolazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + risperidona

    Cloroquina e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + ritonavir

    Cloroquina e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + salbutamol

    Cloroquina e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + salmeterol

    Cloroquina e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + sertralina

    Cloroquina e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Cloroquina + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Cloroquina + tizanidina

    Cloroquina e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Cloroquina + torasemida

    Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Cloroquina + vardenafila

    Cloroquina e vardenafila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Cloroquina + venlafaxina

    Cloroquina e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

Leve2 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos cloroquina interage?
Na nossa base, cloroquina tem 104 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, voriconazol, ziprasidona, amiodarona, azitromicina, ciclosporina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso cloroquina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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