Interações de nebivolol
Nebivolol tem 76 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 8 graves e 68 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Betabloqueadores, Anti-hipertensivos. ATC C07AB12. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave8 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Nebivolol + clonidina
O uso concomitante de betabloqueadores aumenta o risco de crise hipertensiva ao suspender a clonidina.
O que fazer: Se ambos os medicamentos forem suspensos, retirar o betabloqueador vários dias antes de retirar gradualmente a clonidina.
- Nebivolol + digoxina
Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.
O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.
- Nebivolol + diltiazem
O uso conjunto com diltiazem ou verapamil pode causar reduções excessivas da frequência cardíaca, da pressão arterial e da contratilidade.
O que fazer: Monitorar o ECG e a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Nebivolol + formoterol
Os betabloqueadores podem bloquear o efeito do formoterol e provocar broncoespasmo grave.
O que fazer: Os pacientes com DPOC não deveriam ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se necessários, considerar um cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.
- Nebivolol + rivastigmina
A rivastigmina associada a betabloqueadores, especialmente cardiosseletivos como o atenolol, pode produzir bradicardia com síncope.
O que fazer: Não se recomenda o uso concomitante se surgirem sinais de bradicardia, incluindo síncope.
- Nebivolol + salbutamol
Os betabloqueadores bloqueiam o efeito pulmonar do salbutamol e podem produzir broncoespasmo grave em pacientes asmáticos.
O que fazer: Os pacientes asmáticos não devem ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se forem indispensáveis, considerar um betabloqueador cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.
- Nebivolol + salmeterol
Os betabloqueadores podem bloquear o efeito broncodilatador do salmeterol e provocar broncoespasmo grave.
O que fazer: Evitar o uso de betabloqueadores em pacientes com asma ou DPOC tratados com salmeterol; se não houver alternativa, considerar um betabloqueador cardiosseletivo com precaução.
- Nebivolol + verapamil
O uso conjunto com diltiazem ou verapamil pode causar reduções excessivas da frequência cardíaca, da pressão arterial e da contratilidade.
O que fazer: Monitorar o ECG e a pressão arterial durante o uso concomitante.
Moderada68 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Nebivolol + amiodarona
Amiodarona e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + aripiprazol
O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.
- Nebivolol + atenolol
Atenolol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + atomoxetina
a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos
O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial
- Nebivolol + bisoprolol
Bisoprolol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + bumetanida
A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.
- Nebivolol + bupropiona
Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.
O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.
- Nebivolol + captopril
O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.
- Nebivolol + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Nebivolol + carvedilol
Carvedilol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + celecoxibe
O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Nebivolol + ciclobenzaprina
a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos
O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo
- Nebivolol + cinacalcete
Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.
O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.
- Nebivolol + clortalidona
A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.
- Nebivolol + desvenlafaxina
A desvenlafaxina em doses altas pode aumentar a exposição a substratos do CYP2D6.
O que fazer: Não é necessário ajuste com desvenlafaxina 100 mg ou menos; reduzir a dose do substrato até a metade se coadministrado com 400 mg de desvenlafaxina.
- Nebivolol + diclofenaco
O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.
- Nebivolol + donepezila
Donepezila e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + doxazosina
A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.
O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.
- Nebivolol + dronedarona
A dronedarona aumenta a exposição aos betabloqueadores e o risco de bradicardia.
O que fazer: Iniciar o betabloqueador em dose baixa e aumentar somente após verificar a tolerância com ECG.
- Nebivolol + duloxetina
O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.
- Nebivolol + ergotamina
Os betabloqueadores podem potencializar a ação vasoconstritora da ergotamina.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de isquemia periférica.
- Nebivolol + felodipino
O uso de felodipino com um betabloqueador requer precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.
O que fazer: Usar a associação com precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.
- Nebivolol + fenelzina
A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.
O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.
- Nebivolol + fenofibrato
Os betabloqueadores, as tiazidas e os estrogênios podem piorar a hipertrigliceridemia e reduzir a eficácia do fenofibrato.
O que fazer: Suspender ou trocar estes medicamentos, se possível, antes de considerar o tratamento com fenofibrato.
- Nebivolol + flecainida
a flecainida com betabloqueadores pode ter efeitos inotrópicos negativos aditivos
O que fazer: reconhecer o risco de efeito inotrópico negativo aditivo e vigiar a função cardíaca
- Nebivolol + fluoxetina
Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.
O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.
- Nebivolol + furosemida
A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.
- Nebivolol + glibenclamida
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Nebivolol + glimepirida
Betabloqueadores e clonidina podem potencializar ou enfraquecer o efeito hipoglicemiante da glimepirida e mascarar os sintomas de hipoglicemia.
O que fazer: Vigiar de perto a glicemia; advertir o paciente de que os sintomas de alerta de hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.
- Nebivolol + glipizida
Betabloqueadores e clonidina podem potencializar ou enfraquecer o efeito hipoglicemiante da glipizida e mascarar os sintomas de hipoglicemia.
O que fazer: Aumentar a frequência de monitoramento da glicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Nebivolol + hidroclorotiazida
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Nebivolol + indapamida
A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.
- Nebivolol + indometacina
A indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial durante o uso concomitante e ajustar o tratamento anti-hipertensivo, se necessário.
- Nebivolol + insulina
Betabloqueadores, clonidina e sais de lítio podem alterar o efeito hipoglicemiante da insulina, e os primeiros podem ainda mascarar os sintomas de hipoglicemia.
O que fazer: Ajustar a dose de insulina conforme necessário e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia, já que os sintomas de hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.
- Nebivolol + ivabradina
Os medicamentos que diminuem a frequência cardíaca aumentam o risco de bradicardia com ivabradina.
O que fazer: Monitorar a frequência cardíaca em pacientes que recebem ivabradina junto com outros cronotrópicos negativos.
- Nebivolol + lacosamida
Os medicamentos que afetam a condução cardíaca, como betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio, aumentam o risco de alterações da condução com lacosamida.
O que fazer: Usar com cautela; obter um eletrocardiograma antes de iniciar a lacosamida e após atingir a dose de manutenção.
- Nebivolol + levodopa/carbidopa
A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.
- Nebivolol + meloxicam
O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Nebivolol + metildopa
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Nebivolol + metilfenidato
O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.
- Nebivolol + tiamazol
Ao normalizar a função tireoidiana com tiamazol, pode ser necessário reduzir a dose dos betabloqueadores.
O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento com tiamazol.
- Nebivolol + metoprolol
Metoprolol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + mirtazapina
O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
- Nebivolol + naproxeno
O naproxeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores como o propranolol.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Nebivolol + nifedipino
A associação de nifedipino com betabloqueadores pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca ou hipotensão.
O que fazer: Vigilância clínica e considerar ajuste de dose do nifedipino.
- Nebivolol + nitroglicerina
A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.
- Nebivolol + olanzapina
A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.
- Nebivolol + paliperidona
A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.
- Nebivolol + paroxetina
Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.
O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.
- Nebivolol + piroxicam
O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Nebivolol + prazosina
O uso de prazosina com um betabloqueador pode produzir hipotensão.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar um betabloqueador como o propranolol; ajustar as doses conforme a resposta clínica.
- Nebivolol + propafenona
Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.
O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.
- Nebivolol + propiltiouracila
Ao normalizar a função tireoidiana com propiltiouracila, pode ser necessário reduzir a dose do betabloqueador.
O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento.
- Nebivolol + propranolol
Nebivolol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + quetiapina
A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.
- Nebivolol + repaglinida
os betabloqueadores e a clonidina podem mascarar os sintomas de hipoglicemia
O que fazer: orientar o paciente e monitorar a glicemia com maior frequência
- Nebivolol + rifampicina
A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.
- Nebivolol + risperidona
O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.
- Nebivolol + sacubitril/valsartana
Outros anti-hipertensivos podem potencializar a hipotensão associada a sacubitril/valsartana.
O que fazer: Se ocorrer hipotensão, considerar ajustar a dose dos diuréticos ou anti-hipertensivos concomitantes.
- Nebivolol + sildenafila
A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.
- Nebivolol + sotalol
Nebivolol e sotalol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Nebivolol + tadalafila
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Nebivolol + terbinafina
Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.
O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.
- Nebivolol + tizanidina
O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.
- Nebivolol + tranilcipromina
Os betabloqueadores podem potencializar a bradicardia e a hipotensão postural com a tranilcipromina.
O que fazer: Usar com precaução a associação de tranilcipromina com betabloqueadores.
- Nebivolol + trazodona
O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.
- Nebivolol + vardenafila
A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.
- Nebivolol + ziprasidona
A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos nebivolol interage?
- Na nossa base, nebivolol tem 76 interações documentadas; as mais graves são com clonidina, digoxina, diltiazem, formoterol, rivastigmina, salbutamol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso nebivolol com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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