Interações de nebivolol

Nebivolol tem 76 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 8 graves e 68 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Betabloqueadores, Anti-hipertensivos. ATC C07AB12. Bula da FDA (em inglês)

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Grave8 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Nebivolol + clonidina

    O uso concomitante de betabloqueadores aumenta o risco de crise hipertensiva ao suspender a clonidina.

    O que fazer: Se ambos os medicamentos forem suspensos, retirar o betabloqueador vários dias antes de retirar gradualmente a clonidina.

  • Nebivolol + digoxina

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Nebivolol + diltiazem

    O uso conjunto com diltiazem ou verapamil pode causar reduções excessivas da frequência cardíaca, da pressão arterial e da contratilidade.

    O que fazer: Monitorar o ECG e a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Nebivolol + formoterol

    Os betabloqueadores podem bloquear o efeito do formoterol e provocar broncoespasmo grave.

    O que fazer: Os pacientes com DPOC não deveriam ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se necessários, considerar um cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.

  • Nebivolol + rivastigmina

    A rivastigmina associada a betabloqueadores, especialmente cardiosseletivos como o atenolol, pode produzir bradicardia com síncope.

    O que fazer: Não se recomenda o uso concomitante se surgirem sinais de bradicardia, incluindo síncope.

  • Nebivolol + salbutamol

    Os betabloqueadores bloqueiam o efeito pulmonar do salbutamol e podem produzir broncoespasmo grave em pacientes asmáticos.

    O que fazer: Os pacientes asmáticos não devem ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se forem indispensáveis, considerar um betabloqueador cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.

  • Nebivolol + salmeterol

    Os betabloqueadores podem bloquear o efeito broncodilatador do salmeterol e provocar broncoespasmo grave.

    O que fazer: Evitar o uso de betabloqueadores em pacientes com asma ou DPOC tratados com salmeterol; se não houver alternativa, considerar um betabloqueador cardiosseletivo com precaução.

  • Nebivolol + verapamil

    O uso conjunto com diltiazem ou verapamil pode causar reduções excessivas da frequência cardíaca, da pressão arterial e da contratilidade.

    O que fazer: Monitorar o ECG e a pressão arterial durante o uso concomitante.

Moderada68 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Nebivolol + amiodarona

    Amiodarona e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + aripiprazol

    O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.

  • Nebivolol + atenolol

    Atenolol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + atomoxetina

    a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos

    O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial

  • Nebivolol + bisoprolol

    Bisoprolol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + bumetanida

    A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.

  • Nebivolol + bupropiona

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Nebivolol + captopril

    O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.

  • Nebivolol + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Nebivolol + carvedilol

    Carvedilol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + celecoxibe

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Nebivolol + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo

  • Nebivolol + cinacalcete

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Nebivolol + clortalidona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Nebivolol + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina em doses altas pode aumentar a exposição a substratos do CYP2D6.

    O que fazer: Não é necessário ajuste com desvenlafaxina 100 mg ou menos; reduzir a dose do substrato até a metade se coadministrado com 400 mg de desvenlafaxina.

  • Nebivolol + diclofenaco

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Nebivolol + donepezila

    Donepezila e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + doxazosina

    A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.

    O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.

  • Nebivolol + dronedarona

    A dronedarona aumenta a exposição aos betabloqueadores e o risco de bradicardia.

    O que fazer: Iniciar o betabloqueador em dose baixa e aumentar somente após verificar a tolerância com ECG.

  • Nebivolol + duloxetina

    O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.

  • Nebivolol + ergotamina

    Os betabloqueadores podem potencializar a ação vasoconstritora da ergotamina.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de isquemia periférica.

  • Nebivolol + felodipino

    O uso de felodipino com um betabloqueador requer precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.

    O que fazer: Usar a associação com precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.

  • Nebivolol + fenelzina

    A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.

  • Nebivolol + fenofibrato

    Os betabloqueadores, as tiazidas e os estrogênios podem piorar a hipertrigliceridemia e reduzir a eficácia do fenofibrato.

    O que fazer: Suspender ou trocar estes medicamentos, se possível, antes de considerar o tratamento com fenofibrato.

  • Nebivolol + flecainida

    a flecainida com betabloqueadores pode ter efeitos inotrópicos negativos aditivos

    O que fazer: reconhecer o risco de efeito inotrópico negativo aditivo e vigiar a função cardíaca

  • Nebivolol + fluoxetina

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Nebivolol + furosemida

    A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.

  • Nebivolol + glibenclamida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Nebivolol + glimepirida

    Betabloqueadores e clonidina podem potencializar ou enfraquecer o efeito hipoglicemiante da glimepirida e mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    O que fazer: Vigiar de perto a glicemia; advertir o paciente de que os sintomas de alerta de hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.

  • Nebivolol + glipizida

    Betabloqueadores e clonidina podem potencializar ou enfraquecer o efeito hipoglicemiante da glipizida e mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    O que fazer: Aumentar a frequência de monitoramento da glicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Nebivolol + hidroclorotiazida

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Nebivolol + indapamida

    A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.

  • Nebivolol + indometacina

    A indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial durante o uso concomitante e ajustar o tratamento anti-hipertensivo, se necessário.

  • Nebivolol + insulina

    Betabloqueadores, clonidina e sais de lítio podem alterar o efeito hipoglicemiante da insulina, e os primeiros podem ainda mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    O que fazer: Ajustar a dose de insulina conforme necessário e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia, já que os sintomas de hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.

  • Nebivolol + ivabradina

    Os medicamentos que diminuem a frequência cardíaca aumentam o risco de bradicardia com ivabradina.

    O que fazer: Monitorar a frequência cardíaca em pacientes que recebem ivabradina junto com outros cronotrópicos negativos.

  • Nebivolol + lacosamida

    Os medicamentos que afetam a condução cardíaca, como betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio, aumentam o risco de alterações da condução com lacosamida.

    O que fazer: Usar com cautela; obter um eletrocardiograma antes de iniciar a lacosamida e após atingir a dose de manutenção.

  • Nebivolol + levodopa/carbidopa

    A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.

  • Nebivolol + meloxicam

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Nebivolol + metildopa

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Nebivolol + metilfenidato

    O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.

  • Nebivolol + tiamazol

    Ao normalizar a função tireoidiana com tiamazol, pode ser necessário reduzir a dose dos betabloqueadores.

    O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento com tiamazol.

  • Nebivolol + metoprolol

    Metoprolol e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + mirtazapina

    O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

  • Nebivolol + naproxeno

    O naproxeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores como o propranolol.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Nebivolol + nifedipino

    A associação de nifedipino com betabloqueadores pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca ou hipotensão.

    O que fazer: Vigilância clínica e considerar ajuste de dose do nifedipino.

  • Nebivolol + nitroglicerina

    A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.

  • Nebivolol + olanzapina

    A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.

  • Nebivolol + paliperidona

    A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.

  • Nebivolol + paroxetina

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Nebivolol + piroxicam

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Nebivolol + prazosina

    O uso de prazosina com um betabloqueador pode produzir hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar um betabloqueador como o propranolol; ajustar as doses conforme a resposta clínica.

  • Nebivolol + propafenona

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Nebivolol + propiltiouracila

    Ao normalizar a função tireoidiana com propiltiouracila, pode ser necessário reduzir a dose do betabloqueador.

    O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento.

  • Nebivolol + propranolol

    Nebivolol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + quetiapina

    A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.

  • Nebivolol + repaglinida

    os betabloqueadores e a clonidina podem mascarar os sintomas de hipoglicemia

    O que fazer: orientar o paciente e monitorar a glicemia com maior frequência

  • Nebivolol + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.

  • Nebivolol + risperidona

    O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.

  • Nebivolol + sacubitril/valsartana

    Outros anti-hipertensivos podem potencializar a hipotensão associada a sacubitril/valsartana.

    O que fazer: Se ocorrer hipotensão, considerar ajustar a dose dos diuréticos ou anti-hipertensivos concomitantes.

  • Nebivolol + sildenafila

    A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.

  • Nebivolol + sotalol

    Nebivolol e sotalol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Nebivolol + tadalafila

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Nebivolol + terbinafina

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Nebivolol + tizanidina

    O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.

  • Nebivolol + tranilcipromina

    Os betabloqueadores podem potencializar a bradicardia e a hipotensão postural com a tranilcipromina.

    O que fazer: Usar com precaução a associação de tranilcipromina com betabloqueadores.

  • Nebivolol + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.

  • Nebivolol + vardenafila

    A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.

  • Nebivolol + ziprasidona

    A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos nebivolol interage?
Na nossa base, nebivolol tem 76 interações documentadas; as mais graves são com clonidina, digoxina, diltiazem, formoterol, rivastigmina, salbutamol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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