Interações de flecainida

Flecainida tem 71 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 4 contraindicadas, 31 graves e 36 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antiarrítmicos. ATC C01BC04. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada4 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Flecainida + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Flecainida + ritonavir

    Ritonavir com esses antiarrítmicos é contraindicado pelo risco de arritmias cardíacas.

    O que fazer: Não usar a associação.

  • Flecainida + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Flecainida + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave31 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Flecainida + abiraterona

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Flecainida + amiodarona

    a amiodarona aumenta acentuadamente as concentrações de flecainida

    O que fazer: reduzir a dose de flecainida ao acrescentar amiodarona

  • Flecainida + bupropiona

    A bupropiona aumenta a concentração desses medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do medicamento coadministrado, especialmente se tiver margem terapêutica estreita.

  • Flecainida + celecoxibe

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Flecainida + cinacalcete

    O cinacalcete aumenta a exposição à flecainida e aos antidepressivos tricíclicos, medicamentos de margem terapêutica estreita metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Ajustar a dose de flecainida ou do antidepressivo tricíclico e vigiar sinais de toxicidade ao associar com cinacalcete.

  • Flecainida + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Flecainida + citalopram

    O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Flecainida + claritromicina

    Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.

  • Flecainida + clorpromazina

    Clorpromazina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Flecainida + difenidramina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Flecainida + diltiazem

    não se recomenda a coadministração de flecainida com diltiazem ou nifedipino

    O que fazer: evitar o uso concomitante de flecainida com diltiazem ou nifedipino

  • Flecainida + duloxetina

    A duloxetina aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 de margem terapêutica estreita, como os antidepressivos tricíclicos e os antiarrítmicos de classe 1C.

    O que fazer: Usar com precaução; monitorar as concentrações plasmáticas do antidepressivo tricíclico e reduzir sua dose, se necessário, ao associá-lo com duloxetina.

  • Flecainida + eritromicina

    A eritromicina deve ser evitada em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de eritromicina com esses antiarrítmicos.

  • Flecainida + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Flecainida + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Flecainida + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Flecainida + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Flecainida + levofloxacino

    O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.

  • Flecainida + loperamida

    Deve-se evitar o uso conjunto de loperamida com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antipsicóticos, moxifloxacino ou outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Flecainida + mirabegrona

    Mirabegrona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Flecainida + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Flecainida + nifedipino

    não se recomenda a coadministração de flecainida com diltiazem ou nifedipino

    O que fazer: evitar o uso concomitante de flecainida com diltiazem ou nifedipino

  • Flecainida + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Flecainida + paroxetina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Flecainida + pimozida

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Flecainida + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Flecainida + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Flecainida + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Flecainida + terbinafina

    A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.

  • Flecainida + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Flecainida + verapamil

    deve-se evitar verapamil com flecainida, a menos que o benefício supere o risco

    O que fazer: não administrar verapamil concomitantemente com flecainida, a menos que o benefício supere o risco

Moderada36 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Flecainida + amitriptilina

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Flecainida + atenolol

    a flecainida com betabloqueadores pode ter efeitos inotrópicos negativos aditivos

    O que fazer: reconhecer o risco de efeito inotrópico negativo aditivo e vigiar a função cardíaca

  • Flecainida + azitromicina

    A azitromicina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III.

    O que fazer: Ponderar o risco e o benefício de usar azitromicina em pacientes com esses antiarrítmicos.

  • Flecainida + bisoprolol

    Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.

  • Flecainida + carbamazepina

    os indutores enzimáticos aumentam a eliminação da flecainida

    O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose da flecainida

  • Flecainida + carvedilol

    a flecainida com betabloqueadores pode ter efeitos inotrópicos negativos aditivos

    O que fazer: reconhecer o risco de efeito inotrópico negativo aditivo e vigiar a função cardíaca

  • Flecainida + clomipramina

    Os ISRS e os antiarrítmicos de classe 1C (propafenona, flecainida) inibem o CYP2D6 e podem aumentar as concentrações plasmáticas de clomipramina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de clomipramina ou do fármaco inibidor; vigiar os níveis plasmáticos de clomipramina, se possível.

  • Flecainida + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Flecainida + cloroquina

    Cloroquina e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + clozapina

    A clozapina pode aumentar os níveis de antiarrítmicos de classe 1C metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar clinicamente ao associar clozapina com esses antiarrítmicos.

  • Flecainida + cobicistate

    Antiarrítmicos com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Flecainida + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de digoxina e de outros antiarrítmicos.

    O que fazer: Monitorar as concentrações terapêuticas do antiarrítmico; iniciar digoxina com a menor dose e monitorar seus níveis séricos.

  • Flecainida + digoxina

    a flecainida aumenta levemente as concentrações de digoxina

    O que fazer: monitorar os níveis de digoxina e sinais de toxicidade digitálica

  • Flecainida + domperidona

    Domperidona e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + donepezila

    Donepezila e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + escitalopram

    Escitalopram e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + fenitoína

    os indutores enzimáticos aumentam a eliminação da flecainida

    O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose da flecainida

  • Flecainida + fenobarbital

    os indutores enzimáticos aumentam a eliminação da flecainida

    O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose da flecainida

  • Flecainida + fluconazol

    Fluconazol e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + haloperidol

    O uso concomitante de haloperidol com medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; monitorar o ECG e os eletrólitos.

  • Flecainida + imipramina

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.

  • Flecainida + cetoconazol

    Cetoconazol e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + metadona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Flecainida + metoprolol

    a flecainida com betabloqueadores pode ter efeitos inotrópicos negativos aditivos

    O que fazer: reconhecer o risco de efeito inotrópico negativo aditivo e vigiar a função cardíaca

  • Flecainida + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Flecainida + nebivolol

    a flecainida com betabloqueadores pode ter efeitos inotrópicos negativos aditivos

    O que fazer: reconhecer o risco de efeito inotrópico negativo aditivo e vigiar a função cardíaca

  • Flecainida + nortriptilina

    Flecainida e propafenona podem aumentar a toxicidade da nortriptilina.

    O que fazer: Usar doses mais baixas de nortriptilina e monitorar suas concentrações plasmáticas.

  • Flecainida + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Flecainida + posaconazol

    Posaconazol e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + propranolol

    flecainida e propranolol têm efeitos inotrópicos negativos aditivos

    O que fazer: usar a associação com cautela e vigiar a função cardíaca

  • Flecainida + rifampicina

    Rifampicina diminui a exposição aos antiarrítmicos, como a propafenona.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e o ritmo cardíaco; ajustar a dose, se necessário.

  • Flecainida + sertralina

    Sertralina pode aumentar as concentrações plasmáticas de propafenona e flecainida por inibição do CYP2D6.

    O que fazer: Vigiar clinicamente e considerar ajustar a dose do antiarrítmico se coadministrado com sertralina.

  • Flecainida + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Flecainida + sulpirida

    Sulpirida e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Flecainida + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Flecainida + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos flecainida interage?
Na nossa base, flecainida tem 71 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, ritonavir, voriconazol, ziprasidona, abiraterona, amiodarona. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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