Interações de propranolol

Propranolol tem 120 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 11 graves, 102 moderadas e 7 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Betabloqueadores, Anti-hipertensivos. ATC C07AA05. Bula da FDA (em inglês)

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Grave11 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Propranolol + amiodarona

    Risco de bradicardia grave, parada sinusal ou bloqueio AV com betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar marca-passo se houver bradicardia grave ou parada sinusal.

  • Propranolol + clonidina

    O uso concomitante de betabloqueadores aumenta o risco de crise hipertensiva ao suspender a clonidina.

    O que fazer: Se ambos os medicamentos forem suspensos, retirar o betabloqueador vários dias antes de retirar gradualmente a clonidina.

  • Propranolol + digoxina

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Propranolol + diltiazem

    O uso conjunto de diltiazem e propranolol foi associado a bradicardia, hipotensão, bloqueio AV de alto grau e insuficiência cardíaca.

    O que fazer: Usar com extrema cautela em pacientes com cardiopatia; vigiar ECG e estado hemodinâmico.

  • Propranolol + formoterol

    Os betabloqueadores podem bloquear o efeito do formoterol e provocar broncoespasmo grave.

    O que fazer: Os pacientes com DPOC não deveriam ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se necessários, considerar um cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.

  • Propranolol + haloperidol

    O uso conjunto de propranolol e haloperidol foi associado a hipotensão e parada cardíaca.

    O que fazer: Usar com extrema cautela; vigiar rigorosamente o estado hemodinâmico.

  • Propranolol + propafenona

    A propafenona aumenta notavelmente sua própria concentração com propranolol e soma efeitos inotrópicos negativos e betabloqueadores.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de depressão cardíaca (bradicardia, hipotensão, insuficiência cardíaca).

  • Propranolol + rivastigmina

    A rivastigmina associada a betabloqueadores, especialmente cardiosseletivos como o atenolol, pode produzir bradicardia com síncope.

    O que fazer: Não se recomenda o uso concomitante se surgirem sinais de bradicardia, incluindo síncope.

  • Propranolol + salbutamol

    Os betabloqueadores bloqueiam o efeito pulmonar do salbutamol e podem produzir broncoespasmo grave em pacientes asmáticos.

    O que fazer: Os pacientes asmáticos não devem ser tratados habitualmente com betabloqueadores; se forem indispensáveis, considerar um betabloqueador cardiosseletivo e administrá-lo com precaução.

  • Propranolol + salmeterol

    Os betabloqueadores podem bloquear o efeito broncodilatador do salmeterol e provocar broncoespasmo grave.

    O que fazer: Evitar o uso de betabloqueadores em pacientes com asma ou DPOC tratados com salmeterol; se não houver alternativa, considerar um betabloqueador cardiosseletivo com precaução.

  • Propranolol + verapamil

    O uso concomitante de verapamil e propranolol foi associado a bradicardia grave, insuficiência cardíaca e colapso cardiovascular.

    O que fazer: Usar com extrema cautela; vigiar rigorosamente frequência cardíaca, pressão arterial e sinais de insuficiência cardíaca.

Moderada102 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Propranolol + ácido acetilsalicílico

    Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.

  • Propranolol + amitriptilina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + anlodipino

    Os bloqueadores dos canais de cálcio com efeito inotrópico ou cronotrópico negativo podem potencializar a depressão cardíaca do propranolol.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar frequência cardíaca, pressão arterial e sinais de insuficiência cardíaca.

  • Propranolol + aripiprazol

    O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.

  • Propranolol + atenolol

    Atenolol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Propranolol + atomoxetina

    a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos

    O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial

  • Propranolol + bisoprolol

    Bisoprolol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Propranolol + bumetanida

    A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.

  • Propranolol + bupropiona

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + captopril

    O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.

  • Propranolol + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Propranolol + carvedilol

    Carvedilol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Propranolol + celecoxibe

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Propranolol + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo

  • Propranolol + cinacalcete

    Cinacalcete inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de propranolol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de propranolol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cinacalcete.

  • Propranolol + ciprofloxacino

    Os substratos ou inibidores do CYP1A2 aumentam as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar esses fármacos com propranolol.

  • Propranolol + citalopram

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + clomipramina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + clorpromazina

    A coadministração de clorpromazina e propranolol aumenta os níveis plasmáticos de ambos os fármacos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os efeitos adversos de ambos os fármacos durante o uso concomitante.

  • Propranolol + clortalidona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Propranolol + colestiramina

    a colestiramina pode reduzir a absorção destes medicamentos

    O que fazer: administrar o outro medicamento pelo menos 1 hora antes ou de 4 a 6 horas depois da colestiramina

  • Propranolol + desvenlafaxina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + dexcetoprofeno

    Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.

  • Propranolol + diazepam

    O propranolol aumenta as concentrações de diazepam e de seus metabólitos.

    O que fazer: Vigiar o nível de sedação ao associar diazepam com propranolol.

  • Propranolol + diclofenaco

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Propranolol + donepezila

    Donepezila e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Propranolol + doxazosina

    A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.

    O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.

  • Propranolol + dronedarona

    A dronedarona aumenta a exposição aos betabloqueadores e o risco de bradicardia.

    O que fazer: Iniciar o betabloqueador em dose baixa e aumentar somente após verificar a tolerância com ECG.

  • Propranolol + duloxetina

    O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.

  • Propranolol + enalapril

    A associação de IECA com betabloqueadores pode causar hipotensão, em particular no infarto agudo do miocárdio.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IECA com propranolol, sobretudo no infarto agudo do miocárdio.

  • Propranolol + ergotamina

    Os betabloqueadores podem potencializar a ação vasoconstritora da ergotamina.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de isquemia periférica.

  • Propranolol + escitalopram

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + etoricoxibe

    Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.

  • Propranolol + felodipino

    O uso de felodipino com um betabloqueador requer precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.

    O que fazer: Usar a associação com precaução em pacientes com insuficiência cardíaca ou disfunção ventricular.

  • Propranolol + fenelzina

    A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.

  • Propranolol + fenitoína

    Os indutores do metabolismo hepático diminuem as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do propranolol.

  • Propranolol + fenobarbital

    Os indutores do metabolismo hepático diminuem as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do propranolol.

  • Propranolol + fenofibrato

    Os betabloqueadores, as tiazidas e os estrogênios podem piorar a hipertrigliceridemia e reduzir a eficácia do fenofibrato.

    O que fazer: Suspender ou trocar estes medicamentos, se possível, antes de considerar o tratamento com fenofibrato.

  • Propranolol + flecainida

    flecainida e propranolol têm efeitos inotrópicos negativos aditivos

    O que fazer: usar a associação com cautela e vigiar a função cardíaca

  • Propranolol + fluconazol

    O fluconazol, inibidor do CYP2C19, aumenta as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar fluconazol com propranolol.

  • Propranolol + fluoxetina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + fluvoxamina

    Fluvoxamina aumenta as concentrações plasmáticas de propranolol e metoprolol.

    O que fazer: Reduzir a dose inicial de propranolol ou metoprolol e titular com mais cautela ao coadministrar com fluvoxamina.

  • Propranolol + furosemida

    A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.

  • Propranolol + glibenclamida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Propranolol + glimepirida

    Betabloqueadores e clonidina podem potencializar ou enfraquecer o efeito hipoglicemiante da glimepirida e mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    O que fazer: Vigiar de perto a glicemia; advertir o paciente de que os sintomas de alerta de hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.

  • Propranolol + glipizida

    Betabloqueadores e clonidina podem potencializar ou enfraquecer o efeito hipoglicemiante da glipizida e mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    O que fazer: Aumentar a frequência de monitoramento da glicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Propranolol + hidroclorotiazida

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Propranolol + ibuprofeno

    Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.

  • Propranolol + imipramina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + indapamida

    A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.

  • Propranolol + indometacina

    A indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial durante o uso concomitante e ajustar o tratamento anti-hipertensivo, se necessário.

  • Propranolol + insulina

    Betabloqueadores, clonidina e sais de lítio podem alterar o efeito hipoglicemiante da insulina, e os primeiros podem ainda mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    O que fazer: Ajustar a dose de insulina conforme necessário e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia, já que os sintomas de hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.

  • Propranolol + isoniazida

    Os substratos ou inibidores do CYP1A2 aumentam as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar esses fármacos com propranolol.

  • Propranolol + ivabradina

    Os medicamentos que diminuem a frequência cardíaca aumentam o risco de bradicardia com ivabradina.

    O que fazer: Monitorar a frequência cardíaca em pacientes que recebem ivabradina junto com outros cronotrópicos negativos.

  • Propranolol + cetoprofeno

    Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.

  • Propranolol + cetorolaco

    Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.

  • Propranolol + lacosamida

    Os medicamentos que afetam a condução cardíaca, como betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio, aumentam o risco de alterações da condução com lacosamida.

    O que fazer: Usar com cautela; obter um eletrocardiograma antes de iniciar a lacosamida e após atingir a dose de manutenção.

  • Propranolol + levodopa/carbidopa

    A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.

  • Propranolol + lisinopril

    A associação de IECA com betabloqueadores pode causar hipotensão, em particular no infarto agudo do miocárdio.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IECA com propranolol, sobretudo no infarto agudo do miocárdio.

  • Propranolol + meloxicam

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Propranolol + metildopa

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Propranolol + metilfenidato

    O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.

  • Propranolol + tiamazol

    Ao normalizar a função tireoidiana com tiamazol, pode ser necessário reduzir a dose dos betabloqueadores.

    O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento com tiamazol.

  • Propranolol + metoprolol

    Metoprolol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Propranolol + mirtazapina

    O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

  • Propranolol + moclobemida

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + naproxeno

    O naproxeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores como o propranolol.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Propranolol + nebivolol

    Nebivolol e propranolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Propranolol + nifedipino

    A associação de nifedipino com betabloqueadores pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca ou hipotensão.

    O que fazer: Vigilância clínica e considerar ajuste de dose do nifedipino.

  • Propranolol + nimesulida

    Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.

  • Propranolol + nitroglicerina

    A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.

  • Propranolol + nortriptilina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + olanzapina

    A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.

  • Propranolol + paliperidona

    A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.

  • Propranolol + paroxetina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + perindopril

    A associação de IECA com betabloqueadores pode causar hipotensão, em particular no infarto agudo do miocárdio.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IECA com propranolol, sobretudo no infarto agudo do miocárdio.

  • Propranolol + piroxicam

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Propranolol + prazosina

    O uso de prazosina com um betabloqueador pode produzir hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar um betabloqueador como o propranolol; ajustar as doses conforme a resposta clínica.

  • Propranolol + propiltiouracila

    Ao normalizar a função tireoidiana com propiltiouracila, pode ser necessário reduzir a dose do betabloqueador.

    O que fazer: Reduzir a dose do betabloqueador quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento.

  • Propranolol + quetiapina

    A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.

  • Propranolol + ramipril

    A associação de IECA com betabloqueadores pode causar hipotensão, em particular no infarto agudo do miocárdio.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IECA com propranolol, sobretudo no infarto agudo do miocárdio.

  • Propranolol + repaglinida

    os betabloqueadores e a clonidina podem mascarar os sintomas de hipoglicemia

    O que fazer: orientar o paciente e monitorar a glicemia com maior frequência

  • Propranolol + rifampicina

    Os indutores do metabolismo hepático diminuem as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do propranolol.

  • Propranolol + risperidona

    O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.

  • Propranolol + ritonavir

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio; considerar ajuste de dose do propranolol.

  • Propranolol + rizatriptana

    Os substratos ou inibidores do CYP1A2 aumentam as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar esses fármacos com propranolol.

  • Propranolol + sacubitril/valsartana

    Outros anti-hipertensivos podem potencializar a hipotensão associada a sacubitril/valsartana.

    O que fazer: Se ocorrer hipotensão, considerar ajustar a dose dos diuréticos ou anti-hipertensivos concomitantes.

  • Propranolol + sertralina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + sildenafila

    A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.

  • Propranolol + sotalol

    Propranolol e sotalol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Propranolol + tadalafila

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Propranolol + teofilina

    Os substratos ou inibidores do CYP1A2 aumentam as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar esses fármacos com propranolol.

  • Propranolol + terbinafina

    A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.

  • Propranolol + tizanidina

    O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.

  • Propranolol + tranilcipromina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + trazodona

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + vardenafila

    A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.

  • Propranolol + venlafaxina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + vortioxetina

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Propranolol + varfarina

    O propranolol aumenta a concentração e a biodisponibilidade da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina/INR ao associar propranolol com varfarina.

  • Propranolol + ziprasidona

    A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.

  • Propranolol + zolmitriptana

    Os substratos ou inibidores do CYP1A2 aumentam as concentrações e a toxicidade do propranolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por betabloqueio ao associar esses fármacos com propranolol.

Leve7 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Propranolol + carbonato de cálcio

    Os antiácidos de alumínio podem diminuir as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Sem ajuste específico; considerar separar a administração se houver perda de efeito clínico.

  • Propranolol + hidróxido de alumínio e magnésio

    Os antiácidos de alumínio podem diminuir as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Sem ajuste específico; considerar separar a administração se houver perda de efeito clínico.

  • Propranolol + levotiroxina

    Doses altas de propranolol (>160 mg/dia) diminuem a conversão periférica de T4 em T3.

    O que fazer: Geralmente não requer ajuste; reavaliar a dose de propranolol se o paciente passar de hipotireóideo a eutireóideo.

  • Propranolol + lovastatina

    O propranolol diminui levemente a exposição à lovastatina e à pravastatina, sem alterações em seu efeito farmacológico.

    O que fazer: Não é necessário ajuste específico.

  • Propranolol + pravastatina

    O propranolol diminui levemente a exposição à lovastatina e à pravastatina, sem alterações em seu efeito farmacológico.

    O que fazer: Não é necessário ajuste específico.

  • Propranolol + sucralfato

    Os antiácidos de alumínio podem diminuir as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Sem ajuste específico; considerar separar a administração se houver perda de efeito clínico.

  • Propranolol + sulfato ferroso

    Os antiácidos de alumínio podem diminuir as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Sem ajuste específico; considerar separar a administração se houver perda de efeito clínico.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos propranolol interage?
Na nossa base, propranolol tem 120 interações documentadas; as mais graves são com amiodarona, clonidina, digoxina, diltiazem, formoterol, haloperidol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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