Interações de diltiazem

Diltiazem tem 101 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 55 graves e 46 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos, Anti-hipertensivos. ATC C08DB01. Bula da FDA (em inglês)

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Grave55 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Diltiazem + alprazolam

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + amiodarona

    Risco de bradicardia grave, parada sinusal ou bloqueio AV com betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar marca-passo se houver bradicardia grave ou parada sinusal.

  • Diltiazem + aripiprazol

    O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.

  • Diltiazem + atenolol

    O uso concomitante de atenolol com verapamil ou diltiazem aumenta o risco de bradicardia e bloqueio cardíaco.

    O que fazer: Usar a associação com precaução, especialmente em pacientes com distúrbios de condução ou disfunção ventricular esquerda; vigiar a frequência cardíaca e o ECG.

  • Diltiazem + atorvastatina

    O diltiazem aumenta a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com maior risco de miopatia.

    O que fazer: Quando possível, usar uma estatina não metabolizada pelo CYP3A4 junto com diltiazem; caso contrário, vigiar sinais de miopatia e ajustar a dose.

  • Diltiazem + bisoprolol

    Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.

  • Diltiazem + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Diltiazem + budesonida

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + carbamazepina

    O diltiazem pode elevar os níveis séricos de carbamazepina a ponto de produzir toxicidade.

    O que fazer: Vigiar os níveis séricos de carbamazepina e sinais de toxicidade ao associar com diltiazem.

  • Diltiazem + carvedilol

    Os bloqueadores dos canais de cálcio do tipo verapamil ou diltiazem, junto com carvedilol, podem alterar o ECG e a pressão arterial.

    O que fazer: Monitorar o ECG e a pressão arterial ao coadministrar carvedilol com bloqueadores dos canais de cálcio do tipo verapamil ou diltiazem.

  • Diltiazem + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Diltiazem + cilostazol

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.

  • Diltiazem + clonidina

    Diltiazem ou verapamil com clonidina podem causar bradicardia sinusal grave.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente a frequência cardíaca ao associar clonidina com diltiazem ou verapamil.

  • Diltiazem + colchicina

    Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.

    O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.

  • Diltiazem + deflazacorte

    os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte

    O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante

  • Diltiazem + digoxina

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Diltiazem + domperidona

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + dronedarona

    A dronedarona e os bloqueadores dos canais de cálcio aumentam mutuamente a exposição.

    O que fazer: Iniciar o bloqueador dos canais de cálcio em dose baixa e aumentar somente após verificar a tolerância com ECG.

  • Diltiazem + eletriptana

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + enzalutamida

    Deve-se evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou qualquer indutor conhecido do CYP3A4.

  • Diltiazem + eplerenona

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Diltiazem + ergotamina

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ergotamina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ergotamina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + everolimo

    Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.

  • Diltiazem + fenitoína

    Deve-se evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou qualquer indutor conhecido do CYP3A4.

  • Diltiazem + fenobarbital

    Deve-se evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou qualquer indutor conhecido do CYP3A4.

  • Diltiazem + fentanila

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + flecainida

    não se recomenda a coadministração de flecainida com diltiazem ou nifedipino

    O que fazer: evitar o uso concomitante de flecainida com diltiazem ou nifedipino

  • Diltiazem + fluticasona

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + itraconazol

    O itraconazol inibe o metabolismo dos bloqueadores dos canais de cálcio e soma seu efeito inotrópico negativo, com risco de insuficiência cardíaca.

    O que fazer: Usar com precaução; considerar a redução da dose do bloqueador dos canais de cálcio e vigiar sinais de insuficiência cardíaca.

  • Diltiazem + ivabradina

    Deve-se evitar a associação de diltiazem com ivabradina pelo risco de bradicardia e distúrbios da condução.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de ivabradina e diltiazem.

  • Diltiazem + cetoconazol

    o cetoconazol aumenta o risco de edema e insuficiência cardíaca com bloqueadores dos canais de cálcio

    O que fazer: vigiar sinais de edema ou insuficiência cardíaca e considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio

  • Diltiazem + lovastatina

    O diltiazem aumenta a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com maior risco de miopatia.

    O que fazer: Quando possível, usar uma estatina não metabolizada pelo CYP3A4 junto com diltiazem; caso contrário, vigiar sinais de miopatia e ajustar a dose.

  • Diltiazem + lurasidona

    Os inibidores moderados do CYP3A4 aumentam a exposição à lurasidona.

    O que fazer: Reduzir a dose de lurasidona à metade quando usada junto com um inibidor moderado do CYP3A4 (p. ex., diltiazem, atazanavir, eritromicina, fluconazol, verapamil).

  • Diltiazem + metadona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Diltiazem + metoprolol

    Diltiazem com betabloqueadores ou digitálicos pode ter efeitos aditivos sobre a condução cardíaca.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar a condução cardíaca.

  • Diltiazem + midazolam

    O diltiazem aumenta a exposição ao midazolam e ao triazolam, prolongando seu efeito sedativo.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e ajustar a dose do benzodiazepínico, se necessário.

  • Diltiazem + nebivolol

    O uso conjunto com diltiazem ou verapamil pode causar reduções excessivas da frequência cardíaca, da pressão arterial e da contratilidade.

    O que fazer: Monitorar o ECG e a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Diltiazem + nitroglicerina

    Os bloqueadores dos canais de cálcio com nitroglicerina podem causar hipotensão ortostática acentuada.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e os sintomas de hipotensão ortostática ao associar um bloqueador dos canais de cálcio com nitroglicerina.

  • Diltiazem + oxicodona

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + pimozida

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + pravastatina

    O diltiazem aumenta a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com maior risco de miopatia.

    O que fazer: Quando possível, usar uma estatina não metabolizada pelo CYP3A4 junto com diltiazem; caso contrário, vigiar sinais de miopatia e ajustar a dose.

  • Diltiazem + propranolol

    O uso conjunto de diltiazem e propranolol foi associado a bradicardia, hipotensão, bloqueio AV de alto grau e insuficiência cardíaca.

    O que fazer: Usar com extrema cautela em pacientes com cardiopatia; vigiar ECG e estado hemodinâmico.

  • Diltiazem + quetiapina

    A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.

  • Diltiazem + ranolazina

    Limitar a dose de ranolazina com inibidores moderados do CYP3A.

    O que fazer: Limitar a dose de ranolazina a 500 mg duas vezes ao dia com inibidores moderados do CYP3A, como diltiazem, verapamil, eritromicina ou fluconazol.

  • Diltiazem + rifampicina

    Deve-se evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou qualquer indutor conhecido do CYP3A4.

  • Diltiazem + rosuvastatina

    O diltiazem aumenta a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com maior risco de miopatia.

    O que fazer: Quando possível, usar uma estatina não metabolizada pelo CYP3A4 junto com diltiazem; caso contrário, vigiar sinais de miopatia e ajustar a dose.

  • Diltiazem + salmeterol

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de salmeterol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de salmeterol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + sinvastatina

    O diltiazem aumenta a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com maior risco de miopatia.

    O que fazer: Quando possível, usar uma estatina não metabolizada pelo CYP3A4 junto com diltiazem; caso contrário, vigiar sinais de miopatia e ajustar a dose.

  • Diltiazem + sirolimo

    Esses medicamentos podem aumentar as concentrações sanguíneas de sirolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de sirolimo e vigiar sinais de toxicidade ao associar.

  • Diltiazem + sotalol

    Diltiazem com betabloqueadores ou digitálicos pode ter efeitos aditivos sobre a condução cardíaca.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar a condução cardíaca.

  • Diltiazem + tacrolimo

    Os bloqueadores dos canais de cálcio aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Diltiazem + ticagrelor

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Diltiazem + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.

  • Diltiazem + triazolam

    O diltiazem aumenta a exposição ao midazolam e ao triazolam, prolongando seu efeito sedativo.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e ajustar a dose do benzodiazepínico, se necessário.

  • Diltiazem + vardenafila

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.

    O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.

Moderada46 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Diltiazem + anlodipino

    Os inibidores do CYP3A (diltiazem, itraconazol, claritromicina e outros inibidores fortes) aumentam a exposição sistêmica ao anlodipino.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de anlodipino ao associar um inibidor do CYP3A.

  • Diltiazem + atazanavir

    Aumento das concentrações de diltiazem com atazanavir.

    O que fazer: Reduzir a dose de diltiazem em 50% e monitorar com ECG.

  • Diltiazem + atomoxetina

    a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos

    O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial

  • Diltiazem + bumetanida

    A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.

  • Diltiazem + captopril

    O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.

  • Diltiazem + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo

  • Diltiazem + claritromicina

    A claritromicina pode aumentar o efeito dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar pressão arterial e função renal, em especial em pacientes com mais de 65 anos.

  • Diltiazem + clortalidona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Diltiazem + cobicistate

    Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Diltiazem + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio.

    O que fazer: Monitorização clínica do paciente.

  • Diltiazem + donepezila

    Diltiazem e donepezila reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Diltiazem + doxazosina

    A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.

    O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.

  • Diltiazem + duloxetina

    O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.

  • Diltiazem + efavirenz

    efavirenz reduz as concentrações dos bloqueadores dos canais de cálcio

    O que fazer: ajustar a dose do bloqueador dos canais de cálcio conforme a resposta clínica

  • Diltiazem + eritromicina

    A eritromicina pode potencializar o efeito hipotensor dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e a frequência cardíaca ao coadministrar.

  • Diltiazem + fenelzina

    A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.

  • Diltiazem + furosemida

    A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.

  • Diltiazem + hidroclorotiazida

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Diltiazem + indapamida

    A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.

  • Diltiazem + indometacina

    A indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial durante o uso concomitante e ajustar o tratamento anti-hipertensivo, se necessário.

  • Diltiazem + lacosamida

    Os medicamentos que afetam a condução cardíaca, como betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio, aumentam o risco de alterações da condução com lacosamida.

    O que fazer: Usar com cautela; obter um eletrocardiograma antes de iniciar a lacosamida e após atingir a dose de manutenção.

  • Diltiazem + levodopa/carbidopa

    A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.

  • Diltiazem + lítio

    Os bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar o risco de reações neurológicas adversas com lítio.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de sintomas neurológicos ao associar um bloqueador dos canais de cálcio com lítio.

  • Diltiazem + metildopa

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Diltiazem + metilfenidato

    O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.

  • Diltiazem + mirtazapina

    O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

  • Diltiazem + mononitrato de isossorbida

    Risco de hipotensão ortostática acentuada com bloqueadores dos canais de cálcio.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de um dos dois medicamentos.

  • Diltiazem + nevirapina

    Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações reduzidas pela nevirapina.

    O que fazer: Não há doses estabelecidas para essas associações; monitorar a resposta clínica.

  • Diltiazem + nifedipino

    Diltiazem aumenta a exposição ao nifedipino.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar reduzir a dose de nifedipino.

  • Diltiazem + olanzapina

    A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.

  • Diltiazem + paliperidona

    A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.

  • Diltiazem + posaconazol

    Posaconazol aumenta as concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Monitorar frequentemente eventos adversos e toxicidade; considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio.

  • Diltiazem + prazosina

    A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.

  • Diltiazem + propafenona

    Diltiazem e propafenona reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Diltiazem + risperidona

    O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.

  • Diltiazem + ritonavir

    Ritonavir aumenta a concentração desses bloqueadores dos canais de cálcio.

    O que fazer: Monitorar clinicamente e considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio ao coadministrar com ritonavir.

  • Diltiazem + rivastigmina

    Diltiazem e rivastigmina reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Diltiazem + sacubitril/valsartana

    Outros anti-hipertensivos podem potencializar a hipotensão associada a sacubitril/valsartana.

    O que fazer: Se ocorrer hipotensão, considerar ajustar a dose dos diuréticos ou anti-hipertensivos concomitantes.

  • Diltiazem + sildenafila

    A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.

  • Diltiazem + tadalafila

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Diltiazem + tizanidina

    O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.

  • Diltiazem + tofacitinibe

    os inibidores moderados do CYP3A4 associados a inibidores potentes do CYP2C19 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Diltiazem + verapamil

    O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.

    O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.

  • Diltiazem + voriconazol

    Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diltiazem.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diltiazem ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.

  • Diltiazem + varfarina

    Os inibidores do CYP2C9, CYP1A2 e/ou CYP3A4 aumentam o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR com maior frequência ao iniciar, suspender ou alterar a dose destes medicamentos; ajustar a dose de varfarina conforme a resposta.

  • Diltiazem + ziprasidona

    A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos diltiazem interage?
Na nossa base, diltiazem tem 101 interações documentadas; as mais graves são com alprazolam, amiodarona, aripiprazol, atenolol, atorvastatina, bisoprolol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso diltiazem com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com diltiazem já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

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