Interações de levetiracetam

Levetiracetam tem 67 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 13 graves, 17 moderadas e 36 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anticonvulsivantes. ATC N03AX14. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Levetiracetam + bupropiona

    A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

    O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

Grave13 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Levetiracetam + buprenorfina

    Buprenorfina com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + codeína

    Codeína com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + felodipino

    Os anticonvulsivantes indutores (fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) reduzem acentuadamente as concentrações plasmáticas de felodipino.

    O que fazer: Considerar um tratamento anti-hipertensivo alternativo em pacientes que recebem esses anticonvulsivantes.

  • Levetiracetam + fentanila

    Fentanila com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + fluoxetina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Levetiracetam + hidromorfona

    Hidromorfona com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + metadona

    Metadona com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + morfina

    Morfina com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + orlistate

    Foram relatadas convulsões com o uso combinado de orlistate e antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar alterações na frequência ou gravidade das convulsões ao coadministrar orlistate com antiepilépticos.

  • Levetiracetam + oxicodona

    Oxicodona com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + petidina

    Petidina com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + tapentadol

    Tapentadol com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Levetiracetam + tramadol

    Tramadol com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

Moderada17 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Levetiracetam + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.

  • Levetiracetam + bromazepam

    Bromazepam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Levetiracetam + ciclosporina

    Vários medicamentos diminuem as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de ciclosporina e ajustar a dose ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Levetiracetam + clobazam

    Clobazam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + clonazepam

    Clonazepam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + clorpromazina

    A clorpromazina pode diminuir o limiar convulsivo, exigindo ajuste dos anticonvulsivantes.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticonvulsivante.

  • Levetiracetam + diazepam

    Diazepam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + everolimo

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Levetiracetam + fenitoína

    A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.

    O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.

  • Levetiracetam + haloperidol

    O haloperidol pode diminuir o limiar convulsivo em pacientes que recebem anticonvulsivantes.

    O que fazer: Manter uma terapia anticonvulsivante adequada e vigiar o controle das crises.

  • Levetiracetam + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode reduzir a atividade dos antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar o controle das crises convulsivas ao coadministrar.

  • Levetiracetam + isotretinoína

    O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.

    O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.

  • Levetiracetam + lorazepam

    Levetiracetam e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + midazolam

    Levetiracetam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + pimozida

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Levetiracetam + triazolam

    O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.

Leve36 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Levetiracetam + ácido valproico

    Ácido valproico e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + amitriptilina

    Amitriptilina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + baclofeno

    Baclofeno e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + carisoprodol

    Carisoprodol e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + cetirizina

    Cetirizina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + clomipramina

    Clomipramina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + clonidina

    Clonidina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + clorfeniramina

    Clorfeniramina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + clozapina

    Clozapina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + difenidramina

    Difenidramina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + dimenidrinato

    Dimenidrinato e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + efavirenz

    Efavirenz e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + eszopiclona

    Eszopiclona e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + fenobarbital

    Fenobarbital e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + flunarizina

    Flunarizina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + gabapentina

    Gabapentina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + hidroxizina

    Hidroxizina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + imipramina

    Imipramina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + levomepromazina

    Levetiracetam e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + metocarbamol

    Levetiracetam e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + metoclopramida

    Levetiracetam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + mirtazapina

    Levetiracetam e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + nortriptilina

    Levetiracetam e nortriptilina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + olanzapina

    Levetiracetam e olanzapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + orfenadrina

    Levetiracetam e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + oxcarbazepina

    Levetiracetam e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + pramipexol

    Levetiracetam e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + pregabalina

    Levetiracetam e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + progesterona

    Levetiracetam e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + prometazina

    Levetiracetam e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + quetiapina

    Levetiracetam e quetiapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + tizanidina

    Levetiracetam e tizanidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + topiramato

    Levetiracetam e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + trazodona

    Levetiracetam e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Levetiracetam + zolpidem

    Levetiracetam e zolpidem têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos levetiracetam interage?
Na nossa base, levetiracetam tem 67 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, buprenorfina, codeína, felodipino, fentanila, fluoxetina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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