Interações de carisoprodol

Carisoprodol tem 69 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 11 graves, 19 moderadas e 39 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Relaxantes musculares. ATC M03BA02. Bula da FDA (em inglês)

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Grave11 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Carisoprodol + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Carisoprodol + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Carisoprodol + fentanila

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + hidromorfona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Carisoprodol + cetorolaco

    Foram relatados casos de apneia com o uso concomitante de cetorolaco IV/IM e relaxantes musculares não despolarizantes.

    O que fazer: Vigiar a função respiratória se usados em conjunto, especialmente com cetorolaco IV/IM.

  • Carisoprodol + metadona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Carisoprodol + morfina

    Os relaxantes musculares esqueléticos aumentam o risco de depressão respiratória com morfina.

    O que fazer: Reduzir a dose de morfina e/ou do relaxante muscular conforme necessário.

  • Carisoprodol + oxicodona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Carisoprodol + petidina

    depressão do sistema nervoso central aditiva com outros depressores do SNC

    O que fazer: reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas, usar a menor dose e a menor duração possíveis e orientar sobre os sinais de depressão respiratória

  • Carisoprodol + tapentadol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Carisoprodol + tramadol

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

Moderada19 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Carisoprodol + alprazolam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + amitriptilina

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + bromazepam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carisoprodol + clobazam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + clomipramina

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + clonazepam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + diazepam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + fluconazol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + fluvoxamina

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + hidroclorotiazida

    A hidroclorotiazida pode aumentar a resposta a relaxantes musculares não despolarizantes.

    O que fazer: Monitorar o efeito do relaxante muscular ao associar.

  • Carisoprodol + imipramina

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + lorazepam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + midazolam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + nortriptilina

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + rifampicina

    A rifampicina, indutor do CYP2C19, diminui a exposição ao carisoprodol e aumenta a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar indutores do CYP2C19, como a rifampicina.

  • Carisoprodol + triazolam

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Carisoprodol + vancomicina

    Os relaxantes musculares anestésicos podem agravar as reações associadas à infusão de vancomicina.

    O que fazer: Ter precaução ao usar relaxantes musculares anestésicos junto com vancomicina.

  • Carisoprodol + voriconazol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

Leve39 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Carisoprodol + ácido valproico

    Ácido valproico e carisoprodol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + baclofeno

    Baclofeno e carisoprodol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + cetirizina

    Carisoprodol e cetirizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + ciclobenzaprina

    Carisoprodol e ciclobenzaprina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + clonidina

    Carisoprodol e clonidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + clorfeniramina

    Carisoprodol e clorfeniramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + clorpromazina

    Carisoprodol e clorpromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + clozapina

    Carisoprodol e clozapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + difenidramina

    Carisoprodol e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + dimenidrinato

    Carisoprodol e dimenidrinato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + efavirenz

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + esomeprazol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + eszopiclona

    Carisoprodol e eszopiclona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + fenitoína

    Carisoprodol e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + fenobarbital

    Carisoprodol e fenobarbital têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + flunarizina

    Carisoprodol e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + fluoxetina

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + gabapentina

    Carisoprodol e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + hidroxizina

    Carisoprodol e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + isoniazida

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + levetiracetam

    Carisoprodol e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + levomepromazina

    Carisoprodol e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + metocarbamol

    Carisoprodol e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + metoclopramida

    Carisoprodol e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + mirtazapina

    Carisoprodol e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + moclobemida

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + olanzapina

    Carisoprodol e olanzapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + omeprazol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Carisoprodol + orfenadrina

    Carisoprodol e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + oxcarbazepina

    Carisoprodol e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + pramipexol

    Carisoprodol e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + pregabalina

    Carisoprodol e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + progesterona

    Carisoprodol e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + prometazina

    Carisoprodol e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + quetiapina

    Carisoprodol e quetiapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + tizanidina

    Carisoprodol e tizanidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + topiramato

    Carisoprodol e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + trazodona

    Carisoprodol e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carisoprodol + zolpidem

    Carisoprodol e zolpidem têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos carisoprodol interage?
Na nossa base, carisoprodol tem 69 interações documentadas; as mais graves são com buprenorfina, codeína, fentanila, hidromorfona, cetorolaco, metadona. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso carisoprodol com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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