Interações de midazolam

Midazolam tem 86 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 7 contraindicadas, 27 graves e 52 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Benzodiazepínicos. ATC N05CD08. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada7 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Midazolam + atazanavir

    Contraindicada a coadministração de atazanavir com midazolam oral ou triazolam.

    O que fazer: Não coadministrar midazolam oral nem triazolam com atazanavir.

  • Midazolam + bupropiona

    A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

    O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

  • Midazolam + cobicistate

    Midazolam oral e triazolam contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Midazolam + darunavir

    Contraindicados o midazolam oral e o triazolam com darunavir/ritonavir.

    O que fazer: Não usar midazolam oral nem triazolam com darunavir/ritonavir.

  • Midazolam + itraconazol

    O itraconazol é contraindicado com numerosos medicamentos pelo risco de toxicidade grave devido ao aumento acentuado de suas concentrações.

    O que fazer: Não usar itraconazol junto com esses medicamentos durante o tratamento e até 2 semanas depois; colchicina e solifenacina são contraindicadas somente em pacientes com insuficiência renal ou hepática.

  • Midazolam + cetoconazol

    o cetoconazol é contraindicado com esses medicamentos pelo risco de toxicidade grave por aumento de suas concentrações

    O que fazer: não coadministrar cetoconazol com esses medicamentos

  • Midazolam + ritonavir

    Ritonavir com midazolam oral ou triazolam é contraindicado pelo risco de sedação ou depressão respiratória.

    O que fazer: Não usar a associação.

Grave27 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Midazolam + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Midazolam + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Midazolam + ciclosporina

    Ciclosporina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de midazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de midazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Midazolam + ciprofloxacino

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de midazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de midazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Midazolam + claritromicina

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Midazolam + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Midazolam + diltiazem

    O diltiazem aumenta a exposição ao midazolam e ao triazolam, prolongando seu efeito sedativo.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e ajustar a dose do benzodiazepínico, se necessário.

  • Midazolam + dronedarona

    Dronedarona inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de midazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de midazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Midazolam + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Midazolam + eritromicina

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Midazolam + fenitoína

    Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.

  • Midazolam + fenobarbital

    Os barbitúricos aumentam o risco de hipoventilação e apneia quando associados ao midazolam.

    O que fazer: Ajustar a dose de midazolam conforme o tipo e a quantidade de medicação concomitante; vigiar a função respiratória.

  • Midazolam + fentanila

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Midazolam + fluconazol

    O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.

  • Midazolam + fluvoxamina

    A fluvoxamina reduz a depuração de benzodiazepínicos metabolizados por oxidação hepática.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Midazolam + hidromorfona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Midazolam + imatinibe

    O imatinibe aumenta as concentrações plasmáticas dos benzodiazepínicos triazólicos e dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita.

  • Midazolam + metadona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Midazolam + morfina

    O uso concomitante de midazolam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso conjunto; monitorar de perto o paciente quanto a depressão respiratória e sedação.

  • Midazolam + oxicodona

    O uso concomitante de midazolam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso conjunto; monitorar de perto o paciente quanto a depressão respiratória e sedação.

  • Midazolam + petidina

    O uso concomitante de midazolam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso conjunto; monitorar de perto o paciente quanto a depressão respiratória e sedação.

  • Midazolam + posaconazol

    O posaconazol aumenta as concentrações de benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente e ter disponível um antagonista dos receptores de benzodiazepínicos.

  • Midazolam + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Midazolam + tapentadol

    O uso concomitante de midazolam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso conjunto; monitorar de perto o paciente quanto a depressão respiratória e sedação.

  • Midazolam + tramadol

    O uso concomitante de midazolam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso conjunto; monitorar de perto o paciente quanto a depressão respiratória e sedação.

  • Midazolam + verapamil

    Os inibidores do CYP3A4 (diltiazem, eritromicina, itraconazol, cetoconazol, verapamil) prolongam a sedação pelo midazolam.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose de midazolam.

  • Midazolam + voriconazol

    O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de midazolam e de outros benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4, como triazolam e alprazolam.

    O que fazer: Ajustar a dose do benzodiazepínico e vigiar a sedação ao associá-lo ao voriconazol.

Moderada52 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Midazolam + ácido valproico

    Ácido valproico e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + alprazolam

    Alprazolam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + amitriptilina

    Amitriptilina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + baclofeno

    Baclofeno e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Midazolam + bromazepam

    Bromazepam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + carisoprodol

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Midazolam + cetirizina

    Cetirizina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + clobazam

    Clobazam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + clomipramina

    Clomipramina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + clonazepam

    Clonazepam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + clonidina

    Clonidina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + clorfeniramina

    Clorfeniramina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + clorpromazina

    Clorpromazina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + clozapina

    Clozapina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + diazepam

    Diazepam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + difenidramina

    Difenidramina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + dimenidrinato

    Dimenidrinato e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + efavirenz

    Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.

  • Midazolam + espironolactona

    A espironolactona pode alterar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2C8 e pelo CYP3A4/5.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose desses medicamentos quando administrados de forma concomitante com espironolactona.

  • Midazolam + eszopiclona

    Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.

  • Midazolam + flunarizina

    Flunarizina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + fluoxetina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.

  • Midazolam + gabapentina

    Gabapentina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + hidroxizina

    Hidroxizina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + imipramina

    Imipramina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + levetiracetam

    Levetiracetam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + levomepromazina

    Levomepromazina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + lorazepam

    Lorazepam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Midazolam + metocarbamol

    Metocarbamol e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + metoclopramida

    Metoclopramida e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + mirtazapina

    Midazolam e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + nevirapina

    Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.

  • Midazolam + nortriptilina

    Midazolam e nortriptilina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + olanzapina

    Midazolam e olanzapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + omeprazol

    O omeprazol pode prolongar a eliminação de medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, como diazepam, fenitoína, ciclosporina, dissulfiram e outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Monitorar e determinar se é necessário ajustar a dose destes medicamentos ao associá-los com omeprazol.

  • Midazolam + orfenadrina

    Midazolam e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + oxcarbazepina

    Midazolam e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + pramipexol

    Midazolam e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + pregabalina

    Midazolam e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + progesterona

    Midazolam e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + prometazina

    Midazolam e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + quetiapina

    Midazolam e quetiapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + rifabutina

    Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.

  • Midazolam + teofilina

    Teofilina pode reduzir o efeito sedativo do midazolam, como ocorre com o diazepam.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de midazolam ao coadministrar com teofilina.

  • Midazolam + tizanidina

    O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.

    O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.

  • Midazolam + topiramato

    Midazolam e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + trazodona

    Midazolam e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + triazolam

    Midazolam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Midazolam + zolpidem

    Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos midazolam interage?
Na nossa base, midazolam tem 86 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, bupropiona, cobicistate, darunavir, itraconazol, cetoconazol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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