Interações de clonazepam

Clonazepam tem 95 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 14 graves e 80 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Benzodiazepínicos, Anticonvulsivantes. ATC N03AE01. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Clonazepam + bupropiona

    A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

    O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

Grave14 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Clonazepam + ácido valproico

    O uso conjunto de ácido valproico e clonazepam pode induzir estado de ausência em pacientes com antecedente de crises de ausência.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes com antecedente de crises de ausência; monitorar o controle das crises.

  • Clonazepam + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Clonazepam + codeína

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + felodipino

    Os anticonvulsivantes indutores (fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) reduzem acentuadamente as concentrações plasmáticas de felodipino.

    O que fazer: Considerar um tratamento anti-hipertensivo alternativo em pacientes que recebem esses anticonvulsivantes.

  • Clonazepam + fentanila

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + fluoxetina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Clonazepam + hidromorfona

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + metadona

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + morfina

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + orlistate

    Foram relatadas convulsões com o uso combinado de orlistate e antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar alterações na frequência ou gravidade das convulsões ao coadministrar orlistate com antiepilépticos.

  • Clonazepam + oxicodona

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + petidina

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + tapentadol

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Clonazepam + tramadol

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

Moderada80 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Clonazepam + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.

  • Clonazepam + amitriptilina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + aripiprazol

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + atazanavir

    Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clonazepam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clonazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.

  • Clonazepam + baclofeno

    Baclofeno e clonazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + bromazepam

    Bromazepam e clonazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Clonazepam + carisoprodol

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Clonazepam + cetirizina

    Cetirizina e clonazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e clonazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + ciclosporina

    Vários medicamentos diminuem as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de ciclosporina e ajustar a dose ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Clonazepam + claritromicina

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Clonazepam + clobazam

    Clobazam e clonazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + clomipramina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + clonidina

    Clonazepam e clonidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + clorfeniramina

    Clonazepam e clorfeniramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + clorpromazina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + clozapina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + cobicistate

    Clonazepam com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Clonazepam + darunavir

    Darunavir/ritonavir altera as concentrações de clonazepam, fenitoína e fenobarbital.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de fenitoína e fenobarbital e vigiar a resposta clínica ao anticonvulsivante metabolizado pelo CYP3A.

  • Clonazepam + diazepam

    Clonazepam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + difenidramina

    Clonazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + dimenidrinato

    Clonazepam e dimenidrinato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + efavirenz

    Clonazepam e efavirenz têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de clonazepam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se clonazepam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de clonazepam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Clonazepam + eritromicina

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Clonazepam + eszopiclona

    Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.

  • Clonazepam + everolimo

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Clonazepam + fenelzina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + fenitoína

    O clonazepam pode alterar as concentrações de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar a concentração de fenitoína quando coadministrada com clonazepam.

  • Clonazepam + fenobarbital

    Os indutores do citocromo P450 diminuem as concentrações plasmáticas de clonazepam.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do clonazepam.

  • Clonazepam + fluconazol

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Clonazepam + flunarizina

    Clonazepam e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + gabapentina

    Clonazepam e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + haloperidol

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + hidroxizina

    Clonazepam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode reduzir a atividade dos antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar o controle das crises convulsivas ao coadministrar.

  • Clonazepam + imatinibe

    O imatinibe aumenta as concentrações plasmáticas dos benzodiazepínicos triazólicos e dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita.

  • Clonazepam + imipramina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + isotretinoína

    O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.

    O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.

  • Clonazepam + itraconazol

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Clonazepam + cetoconazol

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Clonazepam + lamotrigina

    Os indutores do citocromo P450 diminuem as concentrações plasmáticas de clonazepam.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do clonazepam.

  • Clonazepam + levetiracetam

    Clonazepam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + levomepromazina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + lorazepam

    Clonazepam e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + lurasidona

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + metocarbamol

    Clonazepam e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + metoclopramida

    Clonazepam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + midazolam

    Clonazepam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + mirtazapina

    Clonazepam e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + moclobemida

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + nevirapina

    Anticonvulsivantes com concentrações reciprocamente reduzidas junto com nevirapina.

    O que fazer: Usar com precaução; monitorar a resposta virológica e os níveis do anticonvulsivante.

  • Clonazepam + nistatina

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Clonazepam + nortriptilina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + olanzapina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + omeprazol

    O omeprazol pode prolongar a eliminação de medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, como diazepam, fenitoína, ciclosporina, dissulfiram e outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Monitorar e determinar se é necessário ajustar a dose destes medicamentos ao associá-los com omeprazol.

  • Clonazepam + orfenadrina

    Clonazepam e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + oxcarbazepina

    Clonazepam e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + paliperidona

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + pimozida

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + posaconazol

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Clonazepam + pramipexol

    Clonazepam e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + pregabalina

    Clonazepam e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + progesterona

    Clonazepam e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + prometazina

    Clonazepam e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + quetiapina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Clonazepam + risperidona

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + ritonavir

    O ritonavir pode aumentar a concentração desses anticonvulsivantes.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose e monitorar a concentração terapêutica do anticonvulsivante.

  • Clonazepam + sulpirida

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + terbinafina

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Clonazepam + tizanidina

    O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.

    O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.

  • Clonazepam + topiramato

    Clonazepam e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + tranilcipromina

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + trazodona

    Clonazepam e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clonazepam + triazolam

    O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.

  • Clonazepam + voriconazol

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Clonazepam + ziprasidona

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Clonazepam + zolpidem

    Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos clonazepam interage?
Na nossa base, clonazepam tem 95 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, ácido valproico, buprenorfina, codeína, felodipino, fentanila. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso clonazepam com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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