Interações de clobazam

Clobazam tem 91 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 13 graves e 77 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Benzodiazepínicos, Anticonvulsivantes. ATC N05BA09. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Clobazam + bupropiona

    A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

    O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

Grave13 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Clobazam + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Clobazam + codeína

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + felodipino

    Os anticonvulsivantes indutores (fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) reduzem acentuadamente as concentrações plasmáticas de felodipino.

    O que fazer: Considerar um tratamento anti-hipertensivo alternativo em pacientes que recebem esses anticonvulsivantes.

  • Clobazam + fentanila

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + fluoxetina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Clobazam + hidromorfona

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + metadona

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + morfina

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + orlistate

    Foram relatadas convulsões com o uso combinado de orlistate e antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar alterações na frequência ou gravidade das convulsões ao coadministrar orlistate com antiepilépticos.

  • Clobazam + oxicodona

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + petidina

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + tapentadol

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Clobazam + tramadol

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

Moderada77 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Clobazam + ácido valproico

    Ácido valproico e clobazam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.

  • Clobazam + amitriptilina

    Amitriptilina e clobazam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + atazanavir

    Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.

  • Clobazam + baclofeno

    Baclofeno e clobazam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + bromazepam

    Bromazepam e clobazam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Clobazam + carisoprodol

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Clobazam + cetirizina

    Cetirizina e clobazam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e clobazam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + ciclosporina

    Vários medicamentos diminuem as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de ciclosporina e ajustar a dose ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Clobazam + claritromicina

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Clobazam + clomipramina

    Clobazam e clomipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + clonazepam

    Clobazam e clonazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + clonidina

    Clobazam e clonidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + clorfeniramina

    Clobazam e clorfeniramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + clorpromazina

    A clorpromazina pode diminuir o limiar convulsivo, exigindo ajuste dos anticonvulsivantes.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticonvulsivante.

  • Clobazam + clozapina

    Clobazam e clozapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + cobicistate

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Clobazam + darunavir

    Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.

  • Clobazam + desogestrel

    O clobazam pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal adicional durante o uso de clobazam.

  • Clobazam + diazepam

    Clobazam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + difenidramina

    Clobazam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + dimenidrinato

    Clobazam e dimenidrinato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + drospirenona

    O clobazam pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal adicional durante o uso de clobazam.

  • Clobazam + efavirenz

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de clobazam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se clobazam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de clobazam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Clobazam + eritromicina

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Clobazam + esomeprazol

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + eszopiclona

    Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.

  • Clobazam + etinilestradiol

    O clobazam pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal adicional durante o uso de clobazam.

  • Clobazam + everolimo

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Clobazam + fenitoína

    A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.

    O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.

  • Clobazam + fenobarbital

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de clobazam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se clobazam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de clobazam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Clobazam + fluconazol

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + flunarizina

    Clobazam e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + fluvoxamina

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + gabapentina

    Clobazam e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + haloperidol

    O haloperidol pode diminuir o limiar convulsivo em pacientes que recebem anticonvulsivantes.

    O que fazer: Manter uma terapia anticonvulsivante adequada e vigiar o controle das crises.

  • Clobazam + hidroxizina

    Clobazam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode reduzir a atividade dos antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar o controle das crises convulsivas ao coadministrar.

  • Clobazam + imatinibe

    O imatinibe aumenta as concentrações plasmáticas dos benzodiazepínicos triazólicos e dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita.

  • Clobazam + imipramina

    Clobazam e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + isoniazida

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + isotretinoína

    O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.

    O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.

  • Clobazam + itraconazol

    Itraconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender itraconazol.

  • Clobazam + cetoconazol

    Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.

  • Clobazam + levetiracetam

    Clobazam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + levomepromazina

    Clobazam e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + levonorgestrel

    O clobazam pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal adicional durante o uso de clobazam.

  • Clobazam + lorazepam

    Clobazam e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + medroxiprogesterona

    O clobazam pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal adicional durante o uso de clobazam.

  • Clobazam + metocarbamol

    Clobazam e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + metoclopramida

    Clobazam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + midazolam

    Clobazam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + mirtazapina

    Clobazam e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + moclobemida

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + nortriptilina

    Clobazam e nortriptilina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + olanzapina

    Clobazam e olanzapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + omeprazol

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + orfenadrina

    Clobazam e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + oxcarbazepina

    Clobazam e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + pimozida

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Clobazam + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Clobazam + pramipexol

    Clobazam e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + pregabalina

    Clobazam e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + progesterona

    Clobazam e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + prometazina

    Clobazam e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + quetiapina

    Clobazam e quetiapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Clobazam + ritonavir

    Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.

  • Clobazam + tizanidina

    O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.

    O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.

  • Clobazam + topiramato

    Clobazam e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + trazodona

    Clobazam e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Clobazam + triazolam

    O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.

  • Clobazam + voriconazol

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Clobazam + zolpidem

    Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos clobazam interage?
Na nossa base, clobazam tem 91 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, buprenorfina, codeína, felodipino, fentanila, fluoxetina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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