Interações de alprazolam
Alprazolam tem 90 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 contraindicadas, 24 graves e 56 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Benzodiazepínicos. ATC N05BA12. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada10 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Alprazolam + atazanavir
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + bupropiona
A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
- Alprazolam + claritromicina
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + cobicistate
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + darunavir
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + itraconazol
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + cetoconazol
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + posaconazol
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + ritonavir
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Alprazolam + voriconazol
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
Grave24 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Alprazolam + buprenorfina
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + carbamazepina
Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.
O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.
- Alprazolam + ciclosporina
Ciclosporina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Alprazolam + ciprofloxacino
Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Alprazolam + codeína
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + diltiazem
Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Alprazolam + dronedarona
Dronedarona inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Alprazolam + enzalutamida
Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.
O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.
- Alprazolam + eritromicina
Deve-se evitar ou reduzir a dose de alprazolam quando associado a inibidores moderados ou fracos do CYP3A4, como fluvoxamina ou eritromicina.
O que fazer: Evitar o uso concomitante e considerar uma redução de dose apropriada de alprazolam quando coadministrado com um inibidor moderado ou fraco do CYP3A4.
- Alprazolam + fenitoína
Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.
O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.
- Alprazolam + fenobarbital
Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.
O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.
- Alprazolam + fentanila
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + fluconazol
O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.
- Alprazolam + fluvoxamina
Deve-se evitar ou reduzir a dose de alprazolam quando associado a inibidores moderados ou fracos do CYP3A4, como fluvoxamina ou eritromicina.
O que fazer: Evitar o uso concomitante e considerar uma redução de dose apropriada de alprazolam quando coadministrado com um inibidor moderado ou fraco do CYP3A4.
- Alprazolam + hidromorfona
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + imatinibe
O imatinibe aumenta as concentrações plasmáticas dos benzodiazepínicos triazólicos e dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.
O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita.
- Alprazolam + metadona
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + morfina
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + oxicodona
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + petidina
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + rifampicina
Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.
O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.
- Alprazolam + tapentadol
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + tramadol
O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.
- Alprazolam + verapamil
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
Moderada56 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Alprazolam + ácido valproico
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + amitriptilina
Alprazolam e amitriptilina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + baclofeno
Alprazolam e baclofeno têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + bosentana
Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de alprazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se alprazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de alprazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Alprazolam + bromazepam
Alprazolam e bromazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + carisoprodol
O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.
- Alprazolam + cetirizina
Alprazolam e cetirizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + ciclobenzaprina
Alprazolam e ciclobenzaprina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + clobazam
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + clomipramina
Alprazolam e clomipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + clonazepam
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + clonidina
Alprazolam e clonidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + clorfeniramina
Alprazolam e clorfeniramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + clorpromazina
Alprazolam e clorpromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + clozapina
Alprazolam e clozapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + diazepam
Alprazolam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + difenidramina
Alprazolam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + digoxina
O alprazolam aumenta o risco de toxicidade por digoxina.
O que fazer: Medir as concentrações séricas de digoxina antes de iniciar o alprazolam, continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina, se necessário.
- Alprazolam + dimenidrinato
Alprazolam e dimenidrinato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + efavirenz
Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de alprazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se alprazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de alprazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.
- Alprazolam + eszopiclona
Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.
- Alprazolam + flunarizina
Alprazolam e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + fluoxetina
A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.
O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.
- Alprazolam + gabapentina
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + haloperidol
Os inibidores do CYP3A4 e/ou do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de haloperidol.
O que fazer: Vigiar sinais de efeito farmacológico aumentado ou prolongado do haloperidol; considerar reduzir a dose de haloperidol, se necessário.
- Alprazolam + hidroxizina
Alprazolam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + imipramina
Alprazolam e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + cetorolaco
Foram relatadas alucinações com o uso concomitante de cetorolaco e medicamentos psicoativos como fluoxetina ou alprazolam.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de alterações neuropsiquiátricas; suspender se surgirem sintomas.
- Alprazolam + lacosamida
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + lamotrigina
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + levetiracetam
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + levomepromazina
Alprazolam e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + lorazepam
Alprazolam e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de alprazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se alprazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de alprazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Alprazolam + metocarbamol
Alprazolam e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + metoclopramida
Alprazolam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + midazolam
Alprazolam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + mirtazapina
Alprazolam e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + nevirapina
Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de alprazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se alprazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de alprazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.
- Alprazolam + nortriptilina
Alprazolam e nortriptilina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + olanzapina
Alprazolam e olanzapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + omeprazol
O omeprazol pode prolongar a eliminação de medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, como diazepam, fenitoína, ciclosporina, dissulfiram e outros benzodiazepínicos.
O que fazer: Monitorar e determinar se é necessário ajustar a dose destes medicamentos ao associá-los com omeprazol.
- Alprazolam + orfenadrina
Alprazolam e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + oxcarbazepina
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + pramipexol
Alprazolam e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + pregabalina
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + progesterona
Alprazolam e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + prometazina
Alprazolam e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + quetiapina
Alprazolam e quetiapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + rifabutina
Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de alprazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se alprazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de alprazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.
- Alprazolam + tizanidina
O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.
O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.
- Alprazolam + topiramato
O uso concomitante de alprazolam com anticonvulsivantes ou outros depressores do sistema nervoso central produz um efeito sedativo aditivo.
O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso concomitante de alprazolam com depressores do sistema nervoso central.
- Alprazolam + trazodona
Alprazolam e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + triazolam
Alprazolam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Alprazolam + varfarina
Os inibidores do CYP2C9, CYP1A2 e/ou CYP3A4 aumentam o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar o INR com maior frequência ao iniciar, suspender ou alterar a dose destes medicamentos; ajustar a dose de varfarina conforme a resposta.
- Alprazolam + zolpidem
Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos alprazolam interage?
- Na nossa base, alprazolam tem 90 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, bupropiona, claritromicina, cobicistate, darunavir, itraconazol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso alprazolam com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com alprazolam já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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