Interações de triazolam
Triazolam tem 101 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 contraindicadas, 24 graves, 62 moderadas e 5 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Benzodiazepínicos. ATC N05CD05. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada10 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Triazolam + atazanavir
Contraindicada a coadministração de atazanavir com midazolam oral ou triazolam.
O que fazer: Não coadministrar midazolam oral nem triazolam com atazanavir.
- Triazolam + bupropiona
A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
- Triazolam + cobicistate
Midazolam oral e triazolam contraindicados com cobicistate.
O que fazer: Não coadministrar.
- Triazolam + darunavir
Contraindicados o midazolam oral e o triazolam com darunavir/ritonavir.
O que fazer: Não usar midazolam oral nem triazolam com darunavir/ritonavir.
- Triazolam + fluconazol
O uso conjunto de triazolam com inibidores potentes do CYP3A (cetoconazol, itraconazol, azólicos, inibidores da protease do HIV) é contraindicado.
O que fazer: Não usar de forma concomitante.
- Triazolam + itraconazol
O itraconazol é contraindicado com numerosos medicamentos pelo risco de toxicidade grave devido ao aumento acentuado de suas concentrações.
O que fazer: Não usar itraconazol junto com esses medicamentos durante o tratamento e até 2 semanas depois; colchicina e solifenacina são contraindicadas somente em pacientes com insuficiência renal ou hepática.
- Triazolam + cetoconazol
o cetoconazol é contraindicado com esses medicamentos pelo risco de toxicidade grave por aumento de suas concentrações
O que fazer: não coadministrar cetoconazol com esses medicamentos
- Triazolam + posaconazol
O uso conjunto de triazolam com inibidores potentes do CYP3A (cetoconazol, itraconazol, azólicos, inibidores da protease do HIV) é contraindicado.
O que fazer: Não usar de forma concomitante.
- Triazolam + ritonavir
Ritonavir com midazolam oral ou triazolam é contraindicado pelo risco de sedação ou depressão respiratória.
O que fazer: Não usar a associação.
- Triazolam + voriconazol
O uso conjunto de triazolam com inibidores potentes do CYP3A (cetoconazol, itraconazol, azólicos, inibidores da protease do HIV) é contraindicado.
O que fazer: Não usar de forma concomitante.
Grave24 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Triazolam + buprenorfina
O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.
- Triazolam + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Triazolam + ciclosporina
Ergotamina, ciclosporina, amiodarona e nifedipino podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Precaução ao coadministrar qualquer um desses medicamentos com triazolam.
- Triazolam + ciprofloxacino
Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de triazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de triazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Triazolam + claritromicina
A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.
O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.
- Triazolam + codeína
O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.
- Triazolam + diltiazem
O diltiazem aumenta a exposição ao midazolam e ao triazolam, prolongando seu efeito sedativo.
O que fazer: Usar a associação com cautela e ajustar a dose do benzodiazepínico, se necessário.
- Triazolam + dronedarona
Dronedarona inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de triazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de triazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Triazolam + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de triazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se triazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de triazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Triazolam + eritromicina
A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.
O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.
- Triazolam + fenitoína
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + fenobarbital
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + fentanila
O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.
- Triazolam + fluvoxamina
A fluvoxamina reduz a depuração de benzodiazepínicos metabolizados por oxidação hepática.
O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.
- Triazolam + hidromorfona
O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.
- Triazolam + imatinibe
O imatinibe aumenta as concentrações plasmáticas dos benzodiazepínicos triazólicos e dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.
O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita.
- Triazolam + metadona
O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.
- Triazolam + morfina
Os benzodiazepínicos e outros depressores do SNC aumentam o risco de depressão respiratória com morfina.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; limitar a dose e a duração ao mínimo necessário e vigiar sinais de depressão respiratória e sedação.
- Triazolam + oxicodona
O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.
- Triazolam + petidina
depressão do sistema nervoso central aditiva com outros depressores do SNC
O que fazer: reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas, usar a menor dose e a menor duração possíveis e orientar sobre os sinais de depressão respiratória
- Triazolam + rifampicina
A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.
- Triazolam + tapentadol
O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.
- Triazolam + tramadol
O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.
- Triazolam + verapamil
Fluvoxamina, diltiazem e verapamil podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Cautela ao coadministrar com triazolam; considerar reduzir sua dose.
Moderada62 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Triazolam + ácido valproico
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + alprazolam
Alprazolam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + amiodarona
Ergotamina, ciclosporina, amiodarona e nifedipino podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Precaução ao coadministrar qualquer um desses medicamentos com triazolam.
- Triazolam + amitriptilina
Amitriptilina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + azitromicina
Os macrolídeos aumentam as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Precaução e considerar reduzir a dose de triazolam.
- Triazolam + baclofeno
Baclofeno e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + bosentana
Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de triazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se triazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de triazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Triazolam + bromazepam
Bromazepam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + carisoprodol
O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.
- Triazolam + cetirizina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + ciclobenzaprina
Ciclobenzaprina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + clobazam
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + clomipramina
Clomipramina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + clonazepam
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + clonidina
Clonidina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + clorfeniramina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + clorpromazina
Clorpromazina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + clozapina
Clozapina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + desloratadina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + diazepam
Diazepam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + difenidramina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + dimenidrinato
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + efavirenz
Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de triazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se triazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de triazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.
- Triazolam + ergotamina
Ergotamina, ciclosporina, amiodarona e nifedipino podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Precaução ao coadministrar qualquer um desses medicamentos com triazolam.
- Triazolam + eszopiclona
Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.
- Triazolam + fexofenadina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + flunarizina
Flunarizina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + fluoxetina
A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.
O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.
- Triazolam + gabapentina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + hidroxizina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + imipramina
Imipramina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + isoniazida
Isoniazida aumenta as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Cautela ao coadministrar; considerar reduzir a dose de triazolam.
- Triazolam + lacosamida
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + lamotrigina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + levetiracetam
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + levomepromazina
Levomepromazina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + loratadina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + lorazepam
Lorazepam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de triazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se triazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de triazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Triazolam + metocarbamol
Metocarbamol e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + metoclopramida
Metoclopramida e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + midazolam
Midazolam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + mirtazapina
Mirtazapina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + nevirapina
Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de triazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se triazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de triazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.
- Triazolam + nifedipino
Ergotamina, ciclosporina, amiodarona e nifedipino podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Precaução ao coadministrar qualquer um desses medicamentos com triazolam.
- Triazolam + nortriptilina
Nortriptilina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + olanzapina
Olanzapina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + omeprazol
O omeprazol pode prolongar a eliminação de medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, como diazepam, fenitoína, ciclosporina, dissulfiram e outros benzodiazepínicos.
O que fazer: Monitorar e determinar se é necessário ajustar a dose destes medicamentos ao associá-los com omeprazol.
- Triazolam + orfenadrina
Orfenadrina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + oxcarbazepina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + paroxetina
Sertralina e paroxetina podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Cautela ao coadministrar com triazolam; considerar reduzir sua dose.
- Triazolam + pramipexol
Pramipexol e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + pregabalina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + progesterona
Progesterona e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + prometazina
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + quetiapina
Quetiapina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + rifabutina
Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de triazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se triazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de triazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.
- Triazolam + sertralina
Sertralina e paroxetina podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Cautela ao coadministrar com triazolam; considerar reduzir sua dose.
- Triazolam + tizanidina
O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.
O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.
- Triazolam + topiramato
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Triazolam + trazodona
Trazodona e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Triazolam + zolpidem
Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.
Leve5 interações leves
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Triazolam + desogestrel
Os anticoncepcionais orais produzem um pequeno aumento da exposição ao triazolam.
O que fazer: Geralmente não requer ajuste de dose.
- Triazolam + drospirenona
Os anticoncepcionais orais produzem um pequeno aumento da exposição ao triazolam.
O que fazer: Geralmente não requer ajuste de dose.
- Triazolam + etinilestradiol
Os anticoncepcionais orais produzem um pequeno aumento da exposição ao triazolam.
O que fazer: Geralmente não requer ajuste de dose.
- Triazolam + levonorgestrel
Os anticoncepcionais orais produzem um pequeno aumento da exposição ao triazolam.
O que fazer: Geralmente não requer ajuste de dose.
- Triazolam + medroxiprogesterona
Os anticoncepcionais orais produzem um pequeno aumento da exposição ao triazolam.
O que fazer: Geralmente não requer ajuste de dose.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos triazolam interage?
- Na nossa base, triazolam tem 101 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, bupropiona, cobicistate, darunavir, fluconazol, itraconazol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso triazolam com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com triazolam já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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