Interações de everolimo

Everolimo tem 65 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 37 graves e 27 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Inibidores de mTOR, Imunossupressores, Antineoplásicos. ATC L04AA18. Também chamado: Everolimus. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Everolimo + ciclosporina

    Na psoríase, a ciclosporina não deve ser associada a metotrexato nem a outros imunossupressores.

    O que fazer: Não associar ciclosporina com metotrexato ou outros imunossupressores em pacientes com psoríase.

Grave37 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Everolimo + atazanavir

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + atorvastatina

    O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.

    O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.

  • Everolimo + captopril

    O uso concomitante com inibidores de mTOR (everolimo, sirolimo) aumenta o risco de angioedema.

    O que fazer: Vigiar sinais de angioedema durante o uso concomitante.

  • Everolimo + carbamazepina

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + ciprofloxacino

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Everolimo + claritromicina

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + cobicistate

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + darunavir

    Não se recomenda associar everolimo a darunavir/ritonavir.

    O que fazer: Evitar a associação.

  • Everolimo + diltiazem

    Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.

  • Everolimo + dronedarona

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Everolimo + enalapril

    A associação de enalapril com inibidores de mTOR como everolimo ou sirolimo aumenta o risco de angioedema.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o aparecimento de angioedema ao associar enalapril a inibidores de mTOR.

  • Everolimo + enzalutamida

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + eritromicina

    A eritromicina aumenta as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.

  • Everolimo + fenitoína

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + fenobarbital

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + fenofibrato

    O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.

    O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.

  • Everolimo + fluconazol

    Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.

  • Everolimo + fluvoxamina

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Everolimo + genfibrozila

    O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.

    O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.

  • Everolimo + imatinibe

    Imatinibe inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Everolimo + itraconazol

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + cetoconazol

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + lovastatina

    O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.

    O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.

  • Everolimo + mercaptopurina

    O uso de múltiplos imunossupressores junto com mercaptopurina aumenta o risco de distúrbios linfoproliferativos.

    O que fazer: Usar com precaução os esquemas com múltiplos imunossupressores; vigiar sinais de distúrbios linfoproliferativos.

  • Everolimo + perindopril

    Os inibidores de mTOR aumentam o risco de angioedema com perindopril.

    O que fazer: Vigiar sinais de angioedema ao associar perindopril a um inibidor de mTOR.

  • Everolimo + posaconazol

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + pravastatina

    O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.

    O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.

  • Everolimo + rifabutina

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + rifampicina

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + ritonavir

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + rosuvastatina

    O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.

    O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.

  • Everolimo + sinvastatina

    O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.

    O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.

  • Everolimo + tamoxifeno

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Everolimo + tofacitinibe

    não se recomenda associar tofacitinibe com outros imunossupressores potentes

    O que fazer: evitar o uso concomitante de tofacitinibe com azatioprina, tacrolimo, ciclosporina ou outros imunossupressores potentes

  • Everolimo + verapamil

    O verapamil aumenta muito a exposição aos inibidores de mTOR sirolimo e everolimo.

    O que fazer: Considerar reduções de dose apropriadas de ambos os medicamentos ao usá-los de forma concomitante.

  • Everolimo + voriconazol

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Everolimo + zidovudina

    Os agentes citotóxicos ou supressores da medula óssea podem aumentar a toxicidade hematológica da zidovudina.

    O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência; considerar ajustar a dose de zidovudina se surgir toxicidade hematológica.

Moderada27 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Everolimo + ácido valproico

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + alendronato

    O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.

    O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.

  • Everolimo + alopurinol

    O alopurinol aumenta o risco de mielossupressão associado a agentes citotóxicos.

    O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência e realizar acompanhamento médico regular.

  • Everolimo + amiodarona

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Everolimo + azitromicina

    Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.

  • Everolimo + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de everolimo a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se everolimo for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de everolimo e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Everolimo + carvedilol

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Everolimo + clobazam

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + clonazepam

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de everolimo.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente everolimo 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de everolimo.

  • Everolimo + digoxina

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Everolimo + efavirenz

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + gabapentina

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + lacosamida

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + lamotrigina

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + leflunomida

    O metotrexato ou outros imunossupressores aumentam o risco de toxicidade hematológica e hepática com a leflunomida.

    O que fazer: Monitorar hemograma (plaquetas, leucócitos, hemoglobina/hematócrito) e transaminases/albumina mensalmente durante o uso concomitante; seguir as diretrizes do ACR para a monitorização da toxicidade hepática pelo metotrexato.

  • Everolimo + levetiracetam

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + lisinopril

    Os IECA aumentam o risco de angioedema com everolimo.

    O que fazer: Monitorar sintomas de angioedema e tratar imediatamente se surgirem.

  • Everolimo + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de everolimo a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se everolimo for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de everolimo e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Everolimo + nevirapina

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + orlistate

    Orlistate pode reduzir a absorção de everolimo.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente everolimo 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de everolimo.

  • Everolimo + oxcarbazepina

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + pregabalina

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

  • Everolimo + ramipril

    Os IECA aumentam o risco de angioedema com everolimo.

    O que fazer: Monitorar sintomas de angioedema e tratar imediatamente se surgirem.

  • Everolimo + ranolazina

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Everolimo + ticagrelor

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Everolimo + topiramato

    Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos everolimo interage?
Na nossa base, everolimo tem 65 interações documentadas; as mais graves são com ciclosporina, atazanavir, atorvastatina, captopril, carbamazepina, ciprofloxacino. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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