Interações de everolimo
Everolimo tem 65 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 37 graves e 27 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Inibidores de mTOR, Imunossupressores, Antineoplásicos. ATC L04AA18. Também chamado: Everolimus. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada1 interação contraindicada
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Everolimo + ciclosporina
Na psoríase, a ciclosporina não deve ser associada a metotrexato nem a outros imunossupressores.
O que fazer: Não associar ciclosporina com metotrexato ou outros imunossupressores em pacientes com psoríase.
Grave37 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Everolimo + atazanavir
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + atorvastatina
O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.
O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.
- Everolimo + captopril
O uso concomitante com inibidores de mTOR (everolimo, sirolimo) aumenta o risco de angioedema.
O que fazer: Vigiar sinais de angioedema durante o uso concomitante.
- Everolimo + carbamazepina
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + ciprofloxacino
Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Everolimo + claritromicina
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + cobicistate
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + darunavir
Não se recomenda associar everolimo a darunavir/ritonavir.
O que fazer: Evitar a associação.
- Everolimo + diltiazem
Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.
- Everolimo + dronedarona
Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.
- Everolimo + enalapril
A associação de enalapril com inibidores de mTOR como everolimo ou sirolimo aumenta o risco de angioedema.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o aparecimento de angioedema ao associar enalapril a inibidores de mTOR.
- Everolimo + enzalutamida
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + eritromicina
A eritromicina aumenta as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.
- Everolimo + fenitoína
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + fenobarbital
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + fenofibrato
O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.
O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.
- Everolimo + fluconazol
Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.
- Everolimo + fluvoxamina
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Everolimo + genfibrozila
O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.
O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.
- Everolimo + imatinibe
Imatinibe inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Everolimo + itraconazol
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + cetoconazol
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + lovastatina
O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.
O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.
- Everolimo + mercaptopurina
O uso de múltiplos imunossupressores junto com mercaptopurina aumenta o risco de distúrbios linfoproliferativos.
O que fazer: Usar com precaução os esquemas com múltiplos imunossupressores; vigiar sinais de distúrbios linfoproliferativos.
- Everolimo + perindopril
Os inibidores de mTOR aumentam o risco de angioedema com perindopril.
O que fazer: Vigiar sinais de angioedema ao associar perindopril a um inibidor de mTOR.
- Everolimo + posaconazol
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + pravastatina
O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.
O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.
- Everolimo + rifabutina
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + rifampicina
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + ritonavir
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + rosuvastatina
O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.
O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.
- Everolimo + sinvastatina
O everolimo com estatinas ou fibratos aumenta o risco de rabdomiólise, especialmente junto com ciclosporina.
O que fazer: Evitar sinvastatina e lovastatina se o paciente também receber ciclosporina; monitorar sinais de rabdomiólise com qualquer estatina ou fibrato.
- Everolimo + tamoxifeno
A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.
O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.
- Everolimo + tofacitinibe
não se recomenda associar tofacitinibe com outros imunossupressores potentes
O que fazer: evitar o uso concomitante de tofacitinibe com azatioprina, tacrolimo, ciclosporina ou outros imunossupressores potentes
- Everolimo + verapamil
O verapamil aumenta muito a exposição aos inibidores de mTOR sirolimo e everolimo.
O que fazer: Considerar reduções de dose apropriadas de ambos os medicamentos ao usá-los de forma concomitante.
- Everolimo + voriconazol
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Everolimo + zidovudina
Os agentes citotóxicos ou supressores da medula óssea podem aumentar a toxicidade hematológica da zidovudina.
O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência; considerar ajustar a dose de zidovudina se surgir toxicidade hematológica.
Moderada27 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Everolimo + ácido valproico
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + alendronato
O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.
O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.
- Everolimo + alopurinol
O alopurinol aumenta o risco de mielossupressão associado a agentes citotóxicos.
O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência e realizar acompanhamento médico regular.
- Everolimo + amiodarona
Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.
- Everolimo + azitromicina
Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.
- Everolimo + bosentana
Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de everolimo a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se everolimo for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de everolimo e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Everolimo + carvedilol
Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.
- Everolimo + clobazam
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + clonazepam
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + colestiramina
Colestiramina pode reduzir a absorção de everolimo.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente everolimo 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de everolimo.
- Everolimo + digoxina
Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.
- Everolimo + efavirenz
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + gabapentina
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + lacosamida
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + lamotrigina
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + leflunomida
O metotrexato ou outros imunossupressores aumentam o risco de toxicidade hematológica e hepática com a leflunomida.
O que fazer: Monitorar hemograma (plaquetas, leucócitos, hemoglobina/hematócrito) e transaminases/albumina mensalmente durante o uso concomitante; seguir as diretrizes do ACR para a monitorização da toxicidade hepática pelo metotrexato.
- Everolimo + levetiracetam
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + lisinopril
Os IECA aumentam o risco de angioedema com everolimo.
O que fazer: Monitorar sintomas de angioedema e tratar imediatamente se surgirem.
- Everolimo + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de everolimo a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se everolimo for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de everolimo e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Everolimo + nevirapina
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + orlistate
Orlistate pode reduzir a absorção de everolimo.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente everolimo 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de everolimo.
- Everolimo + oxcarbazepina
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + pregabalina
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
- Everolimo + ramipril
Os IECA aumentam o risco de angioedema com everolimo.
O que fazer: Monitorar sintomas de angioedema e tratar imediatamente se surgirem.
- Everolimo + ranolazina
Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.
- Everolimo + ticagrelor
Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.
- Everolimo + topiramato
Certos anticonvulsivantes e antirretrovirais indutores diminuem as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose se forem coadministrados.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos everolimo interage?
- Na nossa base, everolimo tem 65 interações documentadas; as mais graves são com ciclosporina, atazanavir, atorvastatina, captopril, carbamazepina, ciprofloxacino. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso everolimo com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.