Interações de diazepam

Diazepam tem 88 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 13 graves e 74 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Benzodiazepínicos. ATC N05BA01. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Diazepam + bupropiona

    A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

    O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

Grave13 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Diazepam + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Diazepam + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Diazepam + fenobarbital

    Risco de depressão do sistema nervoso central e apneia com barbitúricos.

    O que fazer: Evitar ou minimizar o uso concomitante; dispor de equipamento de reanimação se usado.

  • Diazepam + fentanila

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Diazepam + fluvoxamina

    Não se recomenda coadministrar fluvoxamina com diazepam.

    O que fazer: Evitar a coadministração de fluvoxamina e diazepam.

  • Diazepam + hidromorfona

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Diazepam + metadona

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Diazepam + mirtazapina

    A mirtazapina potencializa o comprometimento psicomotor causado pelo diazepam.

    O que fazer: Evitar o uso de diazepam e medicamentos semelhantes durante o tratamento com mirtazapina.

  • Diazepam + morfina

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Diazepam + oxicodona

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Diazepam + petidina

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Diazepam + tapentadol

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Diazepam + tramadol

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

Moderada74 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Diazepam + ácido valproico

    O ácido valproico desloca o diazepam de sua ligação às proteínas e inibe seu metabolismo.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação ao associar diazepam com ácido valproico.

  • Diazepam + alprazolam

    Alprazolam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + amitriptilina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + atazanavir

    Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diazepam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.

  • Diazepam + baclofeno

    Baclofeno e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + bromazepam

    Bromazepam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Diazepam + carisoprodol

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Diazepam + cetirizina

    Cetirizina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + citalopram

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + claritromicina

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Diazepam + clobazam

    Clobazam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + clomipramina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + clonazepam

    Clonazepam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + clonidina

    Clonidina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + clorfeniramina

    Clorfeniramina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + clorpromazina

    Clorpromazina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + clozapina

    Clozapina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + cobicistate

    Diazepam com concentrações potencialmente aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Coadministrar com monitorização clínica rigorosa e manejo apropriado em caso de depressão respiratória ou sedação prolongada.

  • Diazepam + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de sedativos/hipnóticos metabolizados pelo CYP3A.

    O que fazer: Considerar uma dose mais baixa do sedativo/hipnótico e monitorar.

  • Diazepam + desvenlafaxina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + difenidramina

    Diazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + dimenidrinato

    Diazepam e dimenidrinato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + duloxetina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + efavirenz

    Diazepam e efavirenz têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de diazepam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se diazepam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de diazepam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Diazepam + eritromicina

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Diazepam + escitalopram

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + eszopiclona

    Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.

  • Diazepam + fenelzina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + fenitoína

    Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.

  • Diazepam + fluconazol

    O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.

  • Diazepam + flunarizina

    Diazepam e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + fluoxetina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + gabapentina

    Diazepam e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + hidroxizina

    Diazepam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + imatinibe

    O imatinibe aumenta as concentrações plasmáticas dos benzodiazepínicos triazólicos e dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita.

  • Diazepam + imipramina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + itraconazol

    O itraconazol pode aumentar as concentrações de antipsicóticos, ansiolíticos e hipnóticos.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do fármaco concomitante.

  • Diazepam + cetoconazol

    Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diazepam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.

  • Diazepam + levetiracetam

    Diazepam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + levomepromazina

    Diazepam e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + lorazepam

    Diazepam e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + metocarbamol

    Diazepam e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + metoclopramida

    Diazepam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + midazolam

    Diazepam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + moclobemida

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + nortriptilina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + olanzapina

    A coadministração com diazepam potencializa a hipotensão ortostática da olanzapina.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de hipotensão ortostática ao associar olanzapina e diazepam.

  • Diazepam + omeprazol

    O omeprazol pode prolongar a eliminação de medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, como diazepam, fenitoína, ciclosporina, dissulfiram e outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Monitorar e determinar se é necessário ajustar a dose destes medicamentos ao associá-los com omeprazol.

  • Diazepam + orfenadrina

    Diazepam e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + oxcarbazepina

    Diazepam e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + paroxetina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diazepam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Diazepam + pramipexol

    Diazepam e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + pregabalina

    Diazepam e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + progesterona

    Diazepam e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + prometazina

    Diazepam e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + propranolol

    O propranolol aumenta as concentrações de diazepam e de seus metabólitos.

    O que fazer: Vigiar o nível de sedação ao associar diazepam com propranolol.

  • Diazepam + quetiapina

    Diazepam e quetiapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Diazepam + ritonavir

    O ritonavir pode aumentar o efeito do diazepam ou do zolpidem.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de diazepam ou zolpidem ao coadministrar com ritonavir.

  • Diazepam + sertralina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + teofilina

    A teofilina antagoniza o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Pode ser necessária uma dose maior de diazepam para obter o nível de sedação desejado; reduzir a dose de diazepam se a teofilina for suspensa.

  • Diazepam + tizanidina

    O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.

    O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.

  • Diazepam + topiramato

    Diazepam e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + tranilcipromina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + trazodona

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + triazolam

    Diazepam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Diazepam + venlafaxina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + voriconazol

    O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de midazolam e de outros benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4, como triazolam e alprazolam.

    O que fazer: Ajustar a dose do benzodiazepínico e vigiar a sedação ao associá-lo ao voriconazol.

  • Diazepam + vortioxetina

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Diazepam + zolpidem

    Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos diazepam interage?
Na nossa base, diazepam tem 88 interações documentadas; as mais graves são com bupropiona, buprenorfina, codeína, fenobarbital, fentanila, fluvoxamina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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