Interações de diazepam
Diazepam tem 88 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 13 graves e 74 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Benzodiazepínicos. ATC N05BA01. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada1 interação contraindicada
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Diazepam + bupropiona
A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
Grave13 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Diazepam + buprenorfina
O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.
- Diazepam + codeína
O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.
- Diazepam + fenobarbital
Risco de depressão do sistema nervoso central e apneia com barbitúricos.
O que fazer: Evitar ou minimizar o uso concomitante; dispor de equipamento de reanimação se usado.
- Diazepam + fentanila
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
- Diazepam + fluvoxamina
Não se recomenda coadministrar fluvoxamina com diazepam.
O que fazer: Evitar a coadministração de fluvoxamina e diazepam.
- Diazepam + hidromorfona
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
- Diazepam + metadona
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
- Diazepam + mirtazapina
A mirtazapina potencializa o comprometimento psicomotor causado pelo diazepam.
O que fazer: Evitar o uso de diazepam e medicamentos semelhantes durante o tratamento com mirtazapina.
- Diazepam + morfina
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
- Diazepam + oxicodona
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
- Diazepam + petidina
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
- Diazepam + tapentadol
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
- Diazepam + tramadol
Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.
O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.
Moderada74 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Diazepam + ácido valproico
O ácido valproico desloca o diazepam de sua ligação às proteínas e inibe seu metabolismo.
O que fazer: Vigiar o grau de sedação ao associar diazepam com ácido valproico.
- Diazepam + alprazolam
Alprazolam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + amitriptilina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + atazanavir
Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diazepam.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.
- Diazepam + baclofeno
Baclofeno e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + bromazepam
Bromazepam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Diazepam + carisoprodol
O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.
- Diazepam + cetirizina
Cetirizina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + ciclobenzaprina
Ciclobenzaprina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + citalopram
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + claritromicina
A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.
O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.
- Diazepam + clobazam
Clobazam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + clomipramina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + clonazepam
Clonazepam e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + clonidina
Clonidina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + clorfeniramina
Clorfeniramina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + clorpromazina
Clorpromazina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + clozapina
Clozapina e diazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + cobicistate
Diazepam com concentrações potencialmente aumentadas pelo cobicistate.
O que fazer: Coadministrar com monitorização clínica rigorosa e manejo apropriado em caso de depressão respiratória ou sedação prolongada.
- Diazepam + darunavir
Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de sedativos/hipnóticos metabolizados pelo CYP3A.
O que fazer: Considerar uma dose mais baixa do sedativo/hipnótico e monitorar.
- Diazepam + desvenlafaxina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + difenidramina
Diazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + dimenidrinato
Diazepam e dimenidrinato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + duloxetina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + efavirenz
Diazepam e efavirenz têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de diazepam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se diazepam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de diazepam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Diazepam + eritromicina
A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.
O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.
- Diazepam + escitalopram
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + eszopiclona
Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.
- Diazepam + fenelzina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + fenitoína
Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.
- Diazepam + fluconazol
O fluconazol aumenta a concentração e o efeito dos benzodiazepínicos de ação curta.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do benzodiazepínico e monitorar o paciente.
- Diazepam + flunarizina
Diazepam e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + fluoxetina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + gabapentina
Diazepam e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + hidroxizina
Diazepam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + imatinibe
O imatinibe aumenta as concentrações plasmáticas dos benzodiazepínicos triazólicos e dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.
O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita.
- Diazepam + imipramina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + itraconazol
O itraconazol pode aumentar as concentrações de antipsicóticos, ansiolíticos e hipnóticos.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do fármaco concomitante.
- Diazepam + cetoconazol
Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diazepam.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.
- Diazepam + levetiracetam
Diazepam e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + levomepromazina
Diazepam e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + lorazepam
Diazepam e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + metocarbamol
Diazepam e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + metoclopramida
Diazepam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + midazolam
Diazepam e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + moclobemida
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + nortriptilina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + olanzapina
A coadministração com diazepam potencializa a hipotensão ortostática da olanzapina.
O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de hipotensão ortostática ao associar olanzapina e diazepam.
- Diazepam + omeprazol
O omeprazol pode prolongar a eliminação de medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, como diazepam, fenitoína, ciclosporina, dissulfiram e outros benzodiazepínicos.
O que fazer: Monitorar e determinar se é necessário ajustar a dose destes medicamentos ao associá-los com omeprazol.
- Diazepam + orfenadrina
Diazepam e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + oxcarbazepina
Diazepam e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + paroxetina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diazepam.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Diazepam + pramipexol
Diazepam e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + pregabalina
Diazepam e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + progesterona
Diazepam e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + prometazina
Diazepam e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + propranolol
O propranolol aumenta as concentrações de diazepam e de seus metabólitos.
O que fazer: Vigiar o nível de sedação ao associar diazepam com propranolol.
- Diazepam + quetiapina
Diazepam e quetiapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + rifampicina
A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.
- Diazepam + ritonavir
O ritonavir pode aumentar o efeito do diazepam ou do zolpidem.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de diazepam ou zolpidem ao coadministrar com ritonavir.
- Diazepam + sertralina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + teofilina
A teofilina antagoniza o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Pode ser necessária uma dose maior de diazepam para obter o nível de sedação desejado; reduzir a dose de diazepam se a teofilina for suspensa.
- Diazepam + tizanidina
O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.
O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.
- Diazepam + topiramato
Diazepam e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + tranilcipromina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + trazodona
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + triazolam
Diazepam e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Diazepam + venlafaxina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + voriconazol
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de midazolam e de outros benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4, como triazolam e alprazolam.
O que fazer: Ajustar a dose do benzodiazepínico e vigiar a sedação ao associá-lo ao voriconazol.
- Diazepam + vortioxetina
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Diazepam + zolpidem
Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos diazepam interage?
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- Como reviso diazepam com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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