Interações de pimozida

Pimozida tem 159 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 52 contraindicadas, 52 graves e 55 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antipsicóticos. ATC N05AG02. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada52 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Pimozida + amicacina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + amoxicilina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + amoxicilina/clavulanato de potássio

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + ampicilina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + atazanavir

    Contraindicada a associação de atazanavir com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com atazanavir.

  • Pimozida + azitromicina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + cefalexina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + ceftriaxona

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + cefuroxima

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + ciprofloxacino

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + citalopram

    O uso concomitante com pimozida é contraindicado.

    O que fazer: Não usar citalopram junto com pimozida.

  • Pimozida + claritromicina

    A claritromicina é contraindicada com pimozida e com ergotamina/di-hidroergotamina.

    O que fazer: Não coadministrar claritromicina com pimozida nem com ergotamina ou di-hidroergotamina.

  • Pimozida + clindamicina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + clorpromazina

    A pimozida não deve ser administrada junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com esses medicamentos.

  • Pimozida + cobicistate

    Pimozida contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Pimozida + darunavir

    Contraindicado associar darunavir/ritonavir com lurasidona ou pimozida.

    O que fazer: Não usar a associação.

  • Pimozida + dicloxacilina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + doxiciclina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Pimozida + eritromicina

    O uso concomitante de eritromicina com pimozida é contraindicado.

    O que fazer: Não coadministrar eritromicina com pimozida.

  • Pimozida + escitalopram

    O uso concomitante com pimozida é contraindicado.

    O que fazer: Não usar escitalopram junto com pimozida.

  • Pimozida + fluconazol

    O fluconazol não deve ser usado junto com eritromicina nem pimozida pelo risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar fluconazol com eritromicina nem com pimozida.

  • Pimozida + fluoxetina

    A pimozida não deve ser usada junto com fluoxetina.

    O que fazer: Não associar pimozida com fluoxetina.

  • Pimozida + fluvoxamina

    Não usar fluvoxamina junto com pimozida nem tizanidina.

    O que fazer: Não associar fluvoxamina com pimozida nem com tizanidina.

  • Pimozida + fosfomicina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + gentamicina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + itraconazol

    O itraconazol é contraindicado com numerosos medicamentos pelo risco de toxicidade grave devido ao aumento acentuado de suas concentrações.

    O que fazer: Não usar itraconazol junto com esses medicamentos durante o tratamento e até 2 semanas depois; colchicina e solifenacina são contraindicadas somente em pacientes com insuficiência renal ou hepática.

  • Pimozida + cetoconazol

    o cetoconazol é contraindicado com medicamentos que prolongam o intervalo QT e são metabolizados pelo CYP3A4

    O que fazer: não coadministrar cetoconazol com esses medicamentos

  • Pimozida + levofloxacino

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + linezolida

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + metronidazol

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + minociclina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + moxifloxacino

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + nistatina

    Os antifúngicos azólicos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antifúngicos azólicos.

  • Pimozida + nitrofurantoína

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + norfloxacino

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + paroxetina

    O uso concomitante de paroxetina e pimozida é contraindicado.

    O que fazer: Não usar paroxetina e pimozida juntas.

  • Pimozida + benzilpenicilina benzatina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + posaconazol

    Os antifúngicos azólicos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antifúngicos azólicos.

  • Pimozida + rifabutina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + rifampicina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + ritonavir

    Os inibidores da protease do HIV são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com inibidores da protease do HIV.

  • Pimozida + secnidazol

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + sertralina

    O uso concomitante com sertralina é contraindicado.

    O que fazer: Não usar pimozida junto com sertralina.

  • Pimozida + sotalol

    A pimozida não deve ser administrada junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com esses medicamentos.

  • Pimozida + tacrolimo

    A pimozida não deve ser administrada junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com esses medicamentos.

  • Pimozida + terbinafina

    Os antifúngicos azólicos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antifúngicos azólicos.

  • Pimozida + tinidazol

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + sulfametoxazol/trimetoprima

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + vancomicina

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Pimozida + voriconazol

    Os antifúngicos azólicos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antifúngicos azólicos.

  • Pimozida + ziprasidona

    A pimozida não deve ser administrada junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com esses medicamentos.

Grave52 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Pimozida + abiraterona

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Pimozida + amiodarona

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + amitriptilina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + aripiprazol

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Pimozida + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Pimozida + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Pimozida + celecoxibe

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Pimozida + ciclosporina

    Ciclosporina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Pimozida + cinacalcete

    Cinacalcete inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Pimozida + clomipramina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + cloroquina

    Cloroquina e pimozida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + clozapina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Pimozida + difenidramina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Pimozida + digoxina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + diltiazem

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Pimozida + domperidona

    Domperidona e pimozida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + donepezila

    Donepezila e pimozida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + duloxetina

    A duloxetina aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 de margem terapêutica estreita, como os antidepressivos tricíclicos e os antiarrítmicos de classe 1C.

    O que fazer: Usar com precaução; monitorar as concentrações plasmáticas do antidepressivo tricíclico e reduzir sua dose, se necessário, ao associá-lo com duloxetina.

  • Pimozida + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de pimozida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se pimozida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de pimozida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Pimozida + fenitoína

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + fenobarbital

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + flecainida

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Pimozida + haloperidol

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + hidromorfona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Pimozida + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Pimozida + imatinibe

    O imatinibe aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP3A4 com margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Usar com particular cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita (p. ex., ciclosporina, ergotamina, fentanila, pimozida, sirolimo, tacrolimo).

  • Pimozida + imipramina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + levodopa/carbidopa

    A redução abrupta ou a suspensão da levodopa/carbidopa em pacientes que recebem neurolépticos aumenta o risco de um quadro semelhante à síndrome neuroléptica maligna.

    O que fazer: Evitar a redução ou suspensão abrupta da levodopa/carbidopa em pacientes que recebem neurolépticos; observar cuidadosamente se a dose for reduzida.

  • Pimozida + levomepromazina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + loperamida

    Deve-se evitar o uso conjunto de loperamida com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antipsicóticos, moxifloxacino ou outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Pimozida + lurasidona

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + metadona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Pimozida + metoclopramida

    Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.

  • Pimozida + mirabegrona

    Mirabegrona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Pimozida + nortriptilina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + olanzapina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Pimozida + oxicodona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Pimozida + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Pimozida + petidina

    depressão do sistema nervoso central aditiva com outros depressores do SNC

    O que fazer: reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas, usar a menor dose e a menor duração possíveis e orientar sobre os sinais de depressão respiratória

  • Pimozida + prometazina

    A prometazina com antipsicóticos aumenta o risco de síndrome neuroléptica maligna.

    O que fazer: Vigiar sinais de síndrome neuroléptica maligna; suspender imediatamente a prometazina e o antipsicótico se surgirem.

  • Pimozida + propafenona

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + quetiapina

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + risperidona

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + sulpirida

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Pimozida + tapentadol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Pimozida + tramadol

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Pimozida + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Pimozida + verapamil

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

Moderada55 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Pimozida + ácido valproico

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + atomoxetina

    Pimozida e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de pimozida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se pimozida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de pimozida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Pimozida + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + ciclobenzaprina

    Pimozida e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + clobazam

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + clonazepam

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Pimozida + clonidina

    Os antipsicóticos podem induzir ou agravar a hipotensão ortostática com clonidina.

    O que fazer: Vigiar sintomas de hipotensão ortostática ao associar clonidina com um antipsicótico.

  • Pimozida + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + deflazacorte

    Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + dexametasona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + efavirenz

    Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de pimozida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se pimozida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de pimozida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.

  • Pimozida + famotidina

    Pimozida e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + fentanila

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Pimozida + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + gabapentina

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + glibenclamida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Pimozida + glimepirida

    Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.

  • Pimozida + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, fenitoína, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar piora do controle glicêmico quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Pimozida + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + hidrocortisona

    Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + hidroxizina

    Pimozida e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + indapamida

    Pimozida e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + insulina

    Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da insulina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de insulina e a frequência de monitoramento da glicemia.

  • Pimozida + lacosamida

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + lamotrigina

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + levetiracetam

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + lítio

    O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.

  • Pimozida + lorazepam

    O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.

    O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.

  • Pimozida + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de pimozida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se pimozida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de pimozida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Pimozida + metformina

    Vários medicamentos podem provocar perda do controle glicêmico em pacientes tratados com metformina.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar perda do controle glicêmico ao associar estes medicamentos.

  • Pimozida + metilprednisolona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + mirtazapina

    Pimozida e mirtazapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + morfina

    As fenotiazinas e outros depressores do SNC aumentam o risco de hipotensão com morfina.

    O que fazer: Vigiar regularmente sinais de hipotensão ao iniciar ou ajustar a dose de morfina.

  • Pimozida + nevirapina

    Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de pimozida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se pimozida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de pimozida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.

  • Pimozida + oxcarbazepina

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + pramipexol

    Os antagonistas dopaminérgicos, incluindo os antipsicóticos e a metoclopramida, podem diminuir a eficácia do pramipexol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante sempre que possível; vigiar a resposta clínica ao pramipexol.

  • Pimozida + prednisolona

    Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + prednisona

    Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + pregabalina

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + ranolazina

    A ranolazina pode aumentar a exposição a antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de antidepressivos tricíclicos ou antipsicóticos ao associá-los com ranolazina.

  • Pimozida + rasagilina

    Antagonistas dopaminérgicos podem reduzir a eficácia da rasagilina.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante sempre que possível; monitorar a resposta clínica.

  • Pimozida + repaglinida

    estes medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose de repaglinida conforme necessário

  • Pimozida + salbutamol

    Pimozida e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + salmeterol

    Pimozida e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Pimozida + tamoxifeno

    Pimozida e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + tizanidina

    Pimozida e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Pimozida + topiramato

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Pimozida + torasemida

    Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Pimozida + vardenafila

    Pimozida e vardenafila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Pimozida + venlafaxina

    Pimozida e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos pimozida interage?
Na nossa base, pimozida tem 159 interações documentadas; as mais graves são com amicacina, amoxicilina, amoxicilina/clavulanato de potássio, ampicilina, atazanavir, azitromicina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso pimozida com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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