Interações de tamoxifeno

Tamoxifeno tem 72 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 4 contraindicadas, 30 graves e 38 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antiestrogênicos, Antineoplásicos. ATC L02BA01. Também chamado: citrato de tamoxifeno. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada4 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Tamoxifeno + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Tamoxifeno + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Tamoxifeno + varfarina

    O tamoxifeno é contraindicado com varfarina na redução do risco de câncer de mama; em outras indicações, pode aumentar acentuadamente o efeito anticoagulante.

    O que fazer: Não usar em pacientes que recebem tamoxifeno para redução do risco de câncer de mama ou CDIS; no câncer de mama metastático ou na terapia adjuvante, monitorar rigorosamente os índices de coagulação.

  • Tamoxifeno + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave30 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Tamoxifeno + abiraterona

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Tamoxifeno + anastrozol

    Não se deve administrar tamoxifeno junto com anastrozol.

    O que fazer: Não associar tamoxifeno com anastrozol.

  • Tamoxifeno + bupropiona

    A bupropiona pode reduzir a eficácia do tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar um antidepressivo alternativo com menor inibição do CYP2D6 em pacientes tratadas com tamoxifeno.

  • Tamoxifeno + capecitabina

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Tamoxifeno + carbamazepina

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, não devem ser usados com tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de tamoxifeno com indutores fortes do CYP3A4.

  • Tamoxifeno + cinacalcete

    Os inibidores fortes do CYP2D6, como a paroxetina, podem reduzir a eficácia do tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar evitar o uso concomitante com inibidores fortes do CYP2D6 quando possível, ou vigiar a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Tamoxifeno + cloroquina

    Não se recomenda associar cloroquina com tamoxifeno, pelo risco de toxicidade retiniana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de cloroquina com tamoxifeno.

  • Tamoxifeno + enzalutamida

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, não devem ser usados com tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de tamoxifeno com indutores fortes do CYP3A4.

  • Tamoxifeno + everolimo

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Tamoxifeno + fenitoína

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, não devem ser usados com tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de tamoxifeno com indutores fortes do CYP3A4.

  • Tamoxifeno + fenobarbital

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, não devem ser usados com tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de tamoxifeno com indutores fortes do CYP3A4.

  • Tamoxifeno + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Tamoxifeno + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Tamoxifeno + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Tamoxifeno + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Tamoxifeno + imatinibe

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Tamoxifeno + letrozol

    Não se recomenda associar tamoxifeno a letrozol; a eficácia da associação não está estabelecida e o tamoxifeno reduz as concentrações de letrozol.

    O que fazer: Evitar a associação.

  • Tamoxifeno + mercaptopurina

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Tamoxifeno + metotrexato

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Tamoxifeno + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Tamoxifeno + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Tamoxifeno + paroxetina

    A paroxetina pode reduzir a eficácia do tamoxifeno.

    O que fazer: Em pacientes que recebem tamoxifeno para tratamento ou prevenção do câncer de mama, considerar um antidepressivo alternativo com pouca ou nenhuma inibição do CYP2D6.

  • Tamoxifeno + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Tamoxifeno + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Tamoxifeno + rifampicina

    A rifampicina diminui acentuadamente a exposição ao tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar a associação, se possível; se for necessária, vigiar rigorosamente a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Tamoxifeno + terbinafina

    Os inibidores fortes do CYP2D6, como a paroxetina, podem reduzir a eficácia do tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar evitar o uso concomitante com inibidores fortes do CYP2D6 quando possível, ou vigiar a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Tamoxifeno + zidovudina

    Os agentes citotóxicos ou supressores da medula óssea podem aumentar a toxicidade hematológica da zidovudina.

    O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência; considerar ajustar a dose de zidovudina se surgir toxicidade hematológica.

Moderada38 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Tamoxifeno + ácido tranexâmico

    Ácido tranexâmico e tamoxifeno aumentam o risco de trombose; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar em pacientes com fatores de risco trombótico; avaliar alternativas.

  • Tamoxifeno + alendronato

    O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.

    O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.

  • Tamoxifeno + alopurinol

    O alopurinol aumenta o risco de mielossupressão associado a agentes citotóxicos.

    O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência e realizar acompanhamento médico regular.

  • Tamoxifeno + amiodarona

    Amiodarona e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + atazanavir

    Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.

  • Tamoxifeno + azitromicina

    Azitromicina e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + celecoxibe

    Celecoxibe inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a celecoxibe que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + citalopram

    Citalopram e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + claritromicina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Tamoxifeno + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Tamoxifeno + clorpromazina

    Clorpromazina inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a clorpromazina que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + cobicistate

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Tamoxifeno + darunavir

    Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.

  • Tamoxifeno + difenidramina

    Difenidramina inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a difenidramina que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + domperidona

    Domperidona e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + donepezila

    Donepezila e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + duloxetina

    Duloxetina inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a duloxetina que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + eritromicina

    Eritromicina e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + escitalopram

    Escitalopram e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + estradiol

    Estradiol e tamoxifeno aumentam o risco de trombose; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar em pacientes com fatores de risco trombótico; avaliar alternativas.

  • Tamoxifeno + etinilestradiol

    Etinilestradiol e tamoxifeno aumentam o risco de trombose; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar em pacientes com fatores de risco trombótico; avaliar alternativas.

  • Tamoxifeno + fluconazol

    Fluconazol e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + haloperidol

    Haloperidol e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + itraconazol

    Itraconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender itraconazol.

  • Tamoxifeno + cetoconazol

    Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.

  • Tamoxifeno + levofloxacino

    Levofloxacino e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + metadona

    Metadona e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Tamoxifeno + mirabegrona

    Mirabegrona inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a mirabegrona que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tamoxifeno + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Tamoxifeno + pimozida

    Pimozida e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Tamoxifeno + ritonavir

    Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.

  • Tamoxifeno + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Tamoxifeno + sulpirida

    Sulpirida e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Tamoxifeno + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Tamoxifeno + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Tamoxifeno + verapamil

    Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos tamoxifeno interage?
Na nossa base, tamoxifeno tem 72 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, voriconazol, varfarina, ziprasidona, abiraterona, anastrozol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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