Interações de cilostazol
Cilostazol tem 59 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 25 graves e 34 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antiagregantes plaquetários. ATC B01AC23. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave25 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Cilostazol + apixabana
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Cilostazol + ciclosporina
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + ciprofloxacino
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + clopidogrel
Outros antiagregantes aumentam o risco de sangramento com clopidogrel.
O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal de sangramento se forem associados antiagregantes.
- Cilostazol + dabigatrana
O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.
- Cilostazol + diltiazem
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + dronedarona
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + duloxetina
A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
- Cilostazol + edoxabana
Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Cilostazol + efavirenz
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Cilostazol + enoxaparina
O uso concomitante de enoxaparina com outros medicamentos que afetam a hemostasia aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Evitar a coadministração, a menos que seja essencial; se for necessária, realizar vigilância clínica e laboratorial rigorosa.
- Cilostazol + eritromicina
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + esomeprazol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Cilostazol + fluconazol
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + fluoxetina
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Cilostazol + fluvoxamina
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + imatinibe
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + indometacina
Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.
- Cilostazol + isoniazida
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Cilostazol + cetoconazol
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + moclobemida
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Cilostazol + omeprazol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Cilostazol + verapamil
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Cilostazol + voriconazol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Cilostazol + varfarina
O uso concomitante com anticoagulantes, antiagregantes, AINE ou inibidores da recaptação de serotonina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; monitorar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender esses medicamentos.
Moderada34 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Cilostazol + ácido acetilsalicílico
Ácido acetilsalicílico e cilostazol aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + atazanavir
Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.
- Cilostazol + carbamazepina
Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.
- Cilostazol + celecoxibe
Celecoxibe e cilostazol aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + citalopram
Cilostazol e citalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + claritromicina
Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.
- Cilostazol + cobicistate
Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.
- Cilostazol + darunavir
Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.
- Cilostazol + desvenlafaxina
Cilostazol e desvenlafaxina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + dexcetoprofeno
Cilostazol e dexcetoprofeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + diclofenaco
O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.
- Cilostazol + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Cilostazol + escitalopram
Cilostazol e escitalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + etoricoxibe
Cilostazol e etoricoxibe aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + fenitoína
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Cilostazol + fenobarbital
Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.
- Cilostazol + ibuprofeno
Cilostazol e ibuprofeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + itraconazol
O itraconazol pode aumentar as concentrações de cilostazol, dabigatrana ou varfarina.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento ou toxicidade; pode ser necessário reduzir a dose do fármaco concomitante.
- Cilostazol + cetoprofeno
Cilostazol e cetoprofeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + cetorolaco
Cilostazol e cetorolaco aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + meloxicam
O uso concomitante com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento quando o meloxicam for associado a esses fármacos.
- Cilostazol + naproxeno
Cilostazol e naproxeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + nimesulida
Cilostazol e nimesulida aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + paroxetina
Cilostazol e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + piroxicam
Maior risco de sangramento com antiagregantes, ISRS ou IRSN.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante.
- Cilostazol + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Cilostazol + prasugrel
Cilostazol e prasugrel aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + rifampicina
Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.
- Cilostazol + ritonavir
Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.
- Cilostazol + sertralina
Cilostazol e sertralina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + ticagrelor
Cilostazol e ticagrelor aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + trazodona
O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.
- Cilostazol + venlafaxina
Cilostazol e venlafaxina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cilostazol + vortioxetina
O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos cilostazol interage?
- Na nossa base, cilostazol tem 59 interações documentadas; as mais graves são com apixabana, ciclosporina, ciprofloxacino, clopidogrel, dabigatrana, diltiazem. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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