Interações de edoxabana

Edoxabana tem 84 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 55 graves e 29 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anticoagulantes, Anticoagulantes orais diretos. ATC B01AF03. Também chamado: Edoxabán, edoxaban. Bula da FDA (em inglês)

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Grave55 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Edoxabana + acenocumarol

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto com anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Consultar um médico antes de usar; vigiar sinais de sangramento.

  • Edoxabana + amiodarona

    Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + apixabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + atazanavir

    Maior risco de sangramento ao associar atazanavir com ritonavir e dabigatrana ou edoxabana.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme as informações de prescrição do anticoagulante direto ou evitar a associação.

  • Edoxabana + capecitabina

    a capecitabina pode aumentar a exposição a anticoagulantes e antidiabéticos metabolizados pelo CYP2C9

    O que fazer: monitorar rigorosamente quanto a reações adversas do anticoagulante ou do antidiabético

  • Edoxabana + carbamazepina

    Deve-se evitar a associação de carbamazepina com os anticoagulantes orais diretos.

    O que fazer: Evitar a coadministração de carbamazepina com apixabana, dabigatrana, edoxabana ou rivaroxabana.

  • Edoxabana + carvedilol

    Carvedilol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + celecoxibe

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Edoxabana + ciclosporina

    Ciclosporina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + cilostazol

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + citalopram

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + claritromicina

    Claritromicina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + clopidogrel

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + cobicistate

    Dabigatrana e edoxabana com risco de sangramento aumentado pelo cobicistate com atazanavir.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a indicação do anticoagulante e a função renal.

  • Edoxabana + dabigatrana

    O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Edoxabana + darunavir

    Darunavir/ritonavir aumenta o risco de sangramento com os anticoagulantes orais diretos.

    O que fazer: Não se recomenda rivaroxabana; para apixabana, ajustar conforme sua dose; monitorar clinicamente com dabigatrana e edoxabana.

  • Edoxabana + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.

  • Edoxabana + dexcetoprofeno

    Ácido acetilsalicílico e AINE crônicos aumentam o risco de sangramento clinicamente relevante com edoxabana.

    O que fazer: Vigiar cuidadosamente sinais de sangramento em pacientes que necessitam de tratamento crônico com ácido acetilsalicílico em doses baixas e/ou AINE.

  • Edoxabana + diclofenaco

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Edoxabana + dronedarona

    A dronedarona pode aumentar o INR em pacientes tratados com varfarina ou outros anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar dronedarona em pacientes que tomam anticoagulantes orais.

  • Edoxabana + duloxetina

    A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

  • Edoxabana + enoxaparina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + eritromicina

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Edoxabana + escitalopram

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + etoricoxibe

    Ácido acetilsalicílico e AINE crônicos aumentam o risco de sangramento clinicamente relevante com edoxabana.

    O que fazer: Vigiar cuidadosamente sinais de sangramento em pacientes que necessitam de tratamento crônico com ácido acetilsalicílico em doses baixas e/ou AINE.

  • Edoxabana + fenitoína

    A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.

    O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.

  • Edoxabana + fenofibrato

    O fenofibrato potencializa o efeito dos anticoagulantes cumarínicos, por isso geralmente é necessário reduzir sua dose.

    O que fazer: Reduzir a dose do anticoagulante para manter o tempo de protrombina/INR no nível desejado e controlá-lo com frequência.

  • Edoxabana + fluoxetina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + fluvoxamina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + heparina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + ibuprofeno

    Ácido acetilsalicílico e AINE crônicos aumentam o risco de sangramento clinicamente relevante com edoxabana.

    O que fazer: Vigiar cuidadosamente sinais de sangramento em pacientes que necessitam de tratamento crônico com ácido acetilsalicílico em doses baixas e/ou AINE.

  • Edoxabana + indometacina

    Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Edoxabana + itraconazol

    Itraconazol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + cetoconazol

    Cetoconazol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + cetoprofeno

    Ácido acetilsalicílico e AINE crônicos aumentam o risco de sangramento clinicamente relevante com edoxabana.

    O que fazer: Vigiar cuidadosamente sinais de sangramento em pacientes que necessitam de tratamento crônico com ácido acetilsalicílico em doses baixas e/ou AINE.

  • Edoxabana + cetorolaco

    Ácido acetilsalicílico e AINE crônicos aumentam o risco de sangramento clinicamente relevante com edoxabana.

    O que fazer: Vigiar cuidadosamente sinais de sangramento em pacientes que necessitam de tratamento crônico com ácido acetilsalicílico em doses baixas e/ou AINE.

  • Edoxabana + meloxicam

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

  • Edoxabana + metronidazol

    O metronidazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina e o INR quando o metronidazol for prescrito a pacientes em terapia com esses anticoagulantes.

  • Edoxabana + naproxeno

    O uso concomitante de naproxeno com anticoagulantes como a varfarina aumenta o risco de sangramento grave.

    O que fazer: Evitar a associação, se possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Edoxabana + nimesulida

    Ácido acetilsalicílico e AINE crônicos aumentam o risco de sangramento clinicamente relevante com edoxabana.

    O que fazer: Vigiar cuidadosamente sinais de sangramento em pacientes que necessitam de tratamento crônico com ácido acetilsalicílico em doses baixas e/ou AINE.

  • Edoxabana + paroxetina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + piroxicam

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Edoxabana + posaconazol

    Posaconazol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + prasugrel

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + ranolazina

    Ranolazina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + rifampicina

    A rifampicina não deve ser usada com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + ritonavir

    Ritonavir inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + rivaroxabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + sertralina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + ticagrelor

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + tinidazol

    O tinidazol potencializa o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Ajustar a dose do anticoagulante durante o tratamento com tinidazol e até 8 dias após sua suspensão.

  • Edoxabana + venlafaxina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Edoxabana + verapamil

    Verapamil inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Edoxabana + varfarina

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

Moderada29 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Edoxabana + ácido valproico

    O ácido valproico aumenta a fração livre da varfarina.

    O que fazer: Monitorar os testes de coagulação ao iniciar ácido valproico em pacientes em uso de anticoagulantes.

  • Edoxabana + alopurinol

    O alopurinol pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Vigiar o INR com frequência e ajustar a dose de varfarina ao adicionar alopurinol.

  • Edoxabana + amoxicilina

    A amoxicilina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR durante o uso concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Edoxabana + amoxicilina/clavulanato de potássio

    Amoxicilina/clavulanato de potássio pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar ou finalizar o tratamento antibiótico; ajustar a dose do anticoagulante oral conforme necessário.

  • Edoxabana + azatioprina

    A azatioprina pode inibir o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Edoxabana + azitromicina

    A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.

  • Edoxabana + cefalexina

    Anticoagulantes com maior risco de prolongamento do tempo de protrombina junto com cefalexina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina em pacientes de risco, incluindo os que recebem tratamento anticoagulante.

  • Edoxabana + clorpromazina

    A clorpromazina pode diminuir o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante (INR/tempo de protrombina) durante o uso concomitante.

  • Edoxabana + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de edoxabana.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente edoxabana 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de edoxabana.

  • Edoxabana + dicloxacilina

    A dicloxacilina pode reduzir a resposta anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina (INR) durante o tratamento concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Edoxabana + dissulfiram

    O dissulfiram pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que recebem anticoagulantes orais.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticoagulante oral ao iniciar ou suspender o dissulfiram.

  • Edoxabana + doxiciclina

    a doxiciclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes

    O que fazer: monitorar a coagulação e ajustar para baixo a dose do anticoagulante, se necessário

  • Edoxabana + ezetimiba

    A ezetimiba requer monitoramento do INR em pacientes tratados com varfarina.

    O que fazer: Monitorar adequadamente o INR se ezetimiba for adicionada à varfarina ou a outro anticoagulante cumarínico.

  • Edoxabana + fludrocortisona

    A fludrocortisona pode diminuir a resposta do tempo de protrombina aos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina/INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Edoxabana + hidrocortisona

    O uso concomitante de hidrocortisona e varfarina geralmente inibe a resposta à varfarina.

    O que fazer: Monitorar os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Edoxabana + levonorgestrel

    O uso de anticoagulantes ou uma coagulopatia são uma precaução para a colocação do dispositivo intrauterino de levonorgestrel.

    O que fazer: Avaliar o risco de sangramento antes da inserção ou remoção em pacientes que recebem anticoagulantes.

  • Edoxabana + levotiroxina

    A levotiroxina potencializa o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar de perto os testes de coagulação e ajustar a dose do anticoagulante ao corrigir o estado hipotireóideo ou ao modificar a dose de levotiroxina.

  • Edoxabana + lovastatina

    A lovastatina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Determinar o tempo de protrombina antes de iniciar a lovastatina e vigiá-lo com frequência durante o início do tratamento.

  • Edoxabana + mercaptopurina

    A mercaptopurina pode diminuir a efetividade anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR em pacientes que recebem varfarina e ajustar sua dose conforme necessário.

  • Edoxabana + tiamazol

    O tiamazol pode aumentar a atividade dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Considerar monitoramento adicional do tempo de protrombina/INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.

  • Edoxabana + minociclina

    A minociclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes.

    O que fazer: Considerar um ajuste para baixo da dose do anticoagulante e vigiar a coagulação.

  • Edoxabana + moxifloxacino

    O moxifloxacino pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o tempo de protrombina/INR e vigiar sinais de sangramento.

  • Edoxabana + orlistate

    O orlistate pode alterar o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente os parâmetros de coagulação em pacientes com doses estáveis de varfarina ou outros anticoagulantes que iniciam orlistate.

  • Edoxabana + prednisolona

    O uso concomitante de prednisolona com anticoagulantes pode aumentar ou diminuir o efeito anticoagulante, e com varfarina costuma inibi-lo.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Edoxabana + prednisona

    A prednisona pode inibir a resposta à varfarina.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Edoxabana + propiltiouracila

    A propiltiouracila pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.

  • Edoxabana + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.

  • Edoxabana + sulfametoxazol/trimetoprima

    Sulfametoxazol/trimetoprima pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que tomam varfarina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR durante o uso concomitante.

  • Edoxabana + vortioxetina

    O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos edoxabana interage?
Na nossa base, edoxabana tem 84 interações documentadas; as mais graves são com acenocumarol, ácido acetilsalicílico, amiodarona, apixabana, atazanavir, capecitabina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso edoxabana com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com edoxabana já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.

Abrir o verificador de interações →