Interações de apixabana
Apixabana tem 92 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 45 graves e 47 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Anticoagulantes, Anticoagulantes orais diretos. ATC B01AF02. Também chamado: Apixabán, apixaban. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave45 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Apixabana + acenocumarol
Acenocumarol e apixabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Apixabana + ácido acetilsalicílico
O uso conjunto com anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Consultar um médico antes de usar; vigiar sinais de sangramento.
- Apixabana + atazanavir
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + capecitabina
a capecitabina pode aumentar a exposição a anticoagulantes e antidiabéticos metabolizados pelo CYP2C9
O que fazer: monitorar rigorosamente quanto a reações adversas do anticoagulante ou do antidiabético
- Apixabana + carbamazepina
Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.
- Apixabana + celecoxibe
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + cilostazol
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + claritromicina
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + clopidogrel
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + cobicistate
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + dabigatrana
O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.
- Apixabana + darunavir
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + desvenlafaxina
A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.
- Apixabana + dexcetoprofeno
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + diclofenaco
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + duloxetina
A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
- Apixabana + edoxabana
Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Apixabana + enoxaparina
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + enzalutamida
Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.
- Apixabana + etoricoxibe
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + fenitoína
Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.
- Apixabana + fenobarbital
Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.
- Apixabana + fenofibrato
O fenofibrato potencializa o efeito dos anticoagulantes cumarínicos, por isso geralmente é necessário reduzir sua dose.
O que fazer: Reduzir a dose do anticoagulante para manter o tempo de protrombina/INR no nível desejado e controlá-lo com frequência.
- Apixabana + fluoxetina
A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.
- Apixabana + heparina
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + ibuprofeno
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + indometacina
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + itraconazol
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + cetoconazol
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + cetoprofeno
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + cetorolaco
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + meloxicam
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + metronidazol
O metronidazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina e o INR quando o metronidazol for prescrito a pacientes em terapia com esses anticoagulantes.
- Apixabana + naproxeno
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + nimesulida
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + piroxicam
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + posaconazol
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + prasugrel
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + rifampicina
Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.
- Apixabana + ritonavir
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + rivaroxabana
Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes pelo aumento do risco de sangramento.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes, a menos que o benefício supere o risco.
- Apixabana + ticagrelor
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Apixabana + tinidazol
O tinidazol potencializa o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Ajustar a dose do anticoagulante durante o tratamento com tinidazol e até 8 dias após sua suspensão.
- Apixabana + voriconazol
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Apixabana + varfarina
O uso concomitante com anticoagulantes, antiagregantes, AINE ou inibidores da recaptação de serotonina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; monitorar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender esses medicamentos.
Moderada47 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Apixabana + ácido valproico
O ácido valproico aumenta a fração livre da varfarina.
O que fazer: Monitorar os testes de coagulação ao iniciar ácido valproico em pacientes em uso de anticoagulantes.
- Apixabana + alopurinol
O alopurinol pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Vigiar o INR com frequência e ajustar a dose de varfarina ao adicionar alopurinol.
- Apixabana + amiodarona
Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de apixabana.
O que fazer: Revisar a bula de apixabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Apixabana + amoxicilina
A amoxicilina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o INR durante o uso concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.
- Apixabana + amoxicilina/clavulanato de potássio
Amoxicilina/clavulanato de potássio pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar ou finalizar o tratamento antibiótico; ajustar a dose do anticoagulante oral conforme necessário.
- Apixabana + azatioprina
A azatioprina pode inibir o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário durante o uso concomitante.
- Apixabana + azitromicina
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Apixabana + bosentana
Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de apixabana a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se apixabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de apixabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Apixabana + carvedilol
Carvedilol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de apixabana.
O que fazer: Revisar a bula de apixabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Apixabana + cefalexina
Anticoagulantes com maior risco de prolongamento do tempo de protrombina junto com cefalexina.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina em pacientes de risco, incluindo os que recebem tratamento anticoagulante.
- Apixabana + ciclosporina
Ciclosporina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de apixabana.
O que fazer: Revisar a bula de apixabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Apixabana + citalopram
Apixabana e citalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Apixabana + clorpromazina
A clorpromazina pode diminuir o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante (INR/tempo de protrombina) durante o uso concomitante.
- Apixabana + colestiramina
Colestiramina pode reduzir a absorção de apixabana.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente apixabana 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de apixabana.
- Apixabana + dicloxacilina
A dicloxacilina pode reduzir a resposta anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina (INR) durante o tratamento concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.
- Apixabana + dissulfiram
O dissulfiram pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que recebem anticoagulantes orais.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticoagulante oral ao iniciar ou suspender o dissulfiram.
- Apixabana + doxiciclina
a doxiciclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes
O que fazer: monitorar a coagulação e ajustar para baixo a dose do anticoagulante, se necessário
- Apixabana + dronedarona
A dronedarona pode aumentar o INR em pacientes tratados com varfarina ou outros anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar dronedarona em pacientes que tomam anticoagulantes orais.
- Apixabana + efavirenz
Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de apixabana a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se apixabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de apixabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.
- Apixabana + eritromicina
A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.
- Apixabana + escitalopram
O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.
- Apixabana + ezetimiba
A ezetimiba requer monitoramento do INR em pacientes tratados com varfarina.
O que fazer: Monitorar adequadamente o INR se ezetimiba for adicionada à varfarina ou a outro anticoagulante cumarínico.
- Apixabana + fludrocortisona
A fludrocortisona pode diminuir a resposta do tempo de protrombina aos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina/INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.
- Apixabana + fluvoxamina
Apixabana e fluvoxamina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Apixabana + hidrocortisona
O uso concomitante de hidrocortisona e varfarina geralmente inibe a resposta à varfarina.
O que fazer: Monitorar os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.
- Apixabana + levonorgestrel
O uso de anticoagulantes ou uma coagulopatia são uma precaução para a colocação do dispositivo intrauterino de levonorgestrel.
O que fazer: Avaliar o risco de sangramento antes da inserção ou remoção em pacientes que recebem anticoagulantes.
- Apixabana + levotiroxina
A levotiroxina potencializa o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar de perto os testes de coagulação e ajustar a dose do anticoagulante ao corrigir o estado hipotireóideo ou ao modificar a dose de levotiroxina.
- Apixabana + lovastatina
A lovastatina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Determinar o tempo de protrombina antes de iniciar a lovastatina e vigiá-lo com frequência durante o início do tratamento.
- Apixabana + mercaptopurina
A mercaptopurina pode diminuir a efetividade anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar o INR em pacientes que recebem varfarina e ajustar sua dose conforme necessário.
- Apixabana + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de apixabana a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se apixabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de apixabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Apixabana + tiamazol
O tiamazol pode aumentar a atividade dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Considerar monitoramento adicional do tempo de protrombina/INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.
- Apixabana + minociclina
A minociclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes.
O que fazer: Considerar um ajuste para baixo da dose do anticoagulante e vigiar a coagulação.
- Apixabana + moxifloxacino
O moxifloxacino pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar de perto o tempo de protrombina/INR e vigiar sinais de sangramento.
- Apixabana + nevirapina
Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de apixabana a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se apixabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de apixabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.
- Apixabana + orlistate
O orlistate pode alterar o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes.
O que fazer: Monitorar rigorosamente os parâmetros de coagulação em pacientes com doses estáveis de varfarina ou outros anticoagulantes que iniciam orlistate.
- Apixabana + paroxetina
Apixabana e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Apixabana + prednisolona
O uso concomitante de prednisolona com anticoagulantes pode aumentar ou diminuir o efeito anticoagulante, e com varfarina costuma inibi-lo.
O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.
- Apixabana + prednisona
A prednisona pode inibir a resposta à varfarina.
O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação para manter o efeito anticoagulante desejado.
- Apixabana + propiltiouracila
A propiltiouracila pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.
- Apixabana + ranolazina
Ranolazina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de apixabana.
O que fazer: Revisar a bula de apixabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Apixabana + rifabutina
Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de apixabana a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se apixabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de apixabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.
- Apixabana + sertralina
O uso concomitante de sertralina com ácido acetilsalicílico, AINE, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; controlar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender a sertralina em pacientes em uso de varfarina.
- Apixabana + trazodona
O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.
- Apixabana + sulfametoxazol/trimetoprima
Sulfametoxazol/trimetoprima pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que tomam varfarina.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR durante o uso concomitante.
- Apixabana + venlafaxina
Apixabana e venlafaxina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Apixabana + verapamil
Verapamil inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de apixabana.
O que fazer: Revisar a bula de apixabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Apixabana + vortioxetina
O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos apixabana interage?
- Na nossa base, apixabana tem 92 interações documentadas; as mais graves são com acenocumarol, ácido acetilsalicílico, atazanavir, capecitabina, carbamazepina, celecoxibe. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso apixabana com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com apixabana já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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