Interações de azitromicina
Azitromicina tem 111 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 6 contraindicadas, 38 graves, 66 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Macrolídeos, Antibióticos. ATC J01FA10. Bula da FDA (em inglês)
Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.
O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.
Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada6 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Azitromicina + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Azitromicina + ergotamina
O uso conjunto de ergotamina com inibidores potentes do CYP3A4 (inibidores da protease do HIV, macrolídeos, azólicos) é contraindicado pelo risco de ergotismo agudo.
O que fazer: Não usar de forma concomitante.
- Azitromicina + ivabradina
A ivabradina é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A4.
O que fazer: Não usar ivabradina junto com inibidores potentes do CYP3A4.
- Azitromicina + pimozida
Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.
O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.
- Azitromicina + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Azitromicina + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave38 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Azitromicina + amiodarona
Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.
- Azitromicina + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Azitromicina + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Azitromicina + citalopram
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Azitromicina + claritromicina
Azitromicina e claritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + cloroquina
Azitromicina e cloroquina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + clorpromazina
Azitromicina e clorpromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + codeína
Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.
O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.
- Azitromicina + dimenidrinato
O dimenidrinato pode mascarar a ototoxicidade de certos antibióticos.
O que fazer: Usar com cautela junto com antibióticos ototóxicos (por exemplo, aminoglicosídeos); monitorar a função auditiva e vestibular.
- Azitromicina + domperidona
Azitromicina e domperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + donepezila
Azitromicina e donepezila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + efavirenz
recomenda-se evitar claritromicina e outros macrolídeos com efavirenz, pelo risco de prolongamento do intervalo QT
O que fazer: considerar antibióticos alternativos aos macrolídeos
- Azitromicina + eritromicina
Azitromicina e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + escitalopram
Azitromicina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + fentanila
Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.
O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.
- Azitromicina + fluconazol
Azitromicina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Azitromicina + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Azitromicina + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Azitromicina + haloperidol
Azitromicina e haloperidol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Azitromicina + cetoconazol
Azitromicina e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + levofloxacino
Azitromicina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + metadona
Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.
- Azitromicina + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Azitromicina + ondansetrona
Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.
O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Azitromicina + oxicodona
Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.
O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.
- Azitromicina + paliperidona
Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.
- Azitromicina + petidina
os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de petidina
O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina ao iniciar o inibidor
- Azitromicina + posaconazol
Azitromicina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + pravastatina
Outros macrolídeos, como a azitromicina, podem aumentar a exposição à pravastatina e o risco de miopatia e rabdomiólise.
O que fazer: Vigiar sinais de miopatia ao associar outros macrolídeos, como a azitromicina.
- Azitromicina + propafenona
Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Azitromicina + quetiapina
Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.
- Azitromicina + sotalol
Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.
- Azitromicina + sulpirida
Azitromicina e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + torasemida
O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.
- Azitromicina + tramadol
Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.
O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.
- Azitromicina + trazodona
Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).
Moderada66 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Azitromicina + abiraterona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + acenocumarol
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Azitromicina + amitriptilina
Azitromicina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + apixabana
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Azitromicina + atazanavir
Azitromicina e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + atomoxetina
Azitromicina e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + betametasona
Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + bumetanida
Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + buprenorfina
Os inibidores do CYP3A4 aumentam a concentração plasmática de buprenorfina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o inibidor, vigiar sinais de síndrome de abstinência.
- Azitromicina + carbamazepina
Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.
O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.
- Azitromicina + ciclobenzaprina
Azitromicina e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + clomipramina
Azitromicina e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + clonidina
Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.
O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.
- Azitromicina + clortalidona
Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + clozapina
Azitromicina e clozapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + colchicina
Recomenda-se monitorização ao associar azitromicina com digoxina, colchicina ou fenitoína, devido a interações descritas com outros macrolídeos.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente os pacientes que recebem digoxina, colchicina ou fenitoína junto com azitromicina.
- Azitromicina + dabigatrana
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Azitromicina + deflazacorte
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + dexametasona
os macrolídeos reduzem a eliminação da dexametasona
O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário
- Azitromicina + digoxina
A azitromicina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III.
O que fazer: Ponderar o risco e o benefício de usar azitromicina em pacientes com esses antiarrítmicos.
- Azitromicina + edoxabana
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Azitromicina + enoxaparina
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Azitromicina + everolimo
Diltiazem, fluconazol e macrolídeos podem aumentar as concentrações de everolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.
- Azitromicina + famotidina
Azitromicina e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + fenitoína
Recomenda-se monitorização ao associar azitromicina com digoxina, colchicina ou fenitoína, devido a interações descritas com outros macrolídeos.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente os pacientes que recebem digoxina, colchicina ou fenitoína junto com azitromicina.
- Azitromicina + flecainida
A azitromicina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III.
O que fazer: Ponderar o risco e o benefício de usar azitromicina em pacientes com esses antiarrítmicos.
- Azitromicina + fludrocortisona
Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + furosemida
Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Azitromicina + heparina
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Azitromicina + hidroclorotiazida
Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Azitromicina + hidrocortisona
O cetoconazol e os macrolídeos diminuem a depuração da hidrocortisona.
O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose.
- Azitromicina + hidroxizina
O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.
- Azitromicina + imipramina
Azitromicina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + indapamida
Azitromicina e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + itraconazol
Ciprofloxacino, eritromicina e claritromicina podem aumentar as concentrações de itraconazol.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos do itraconazol; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Azitromicina + levomepromazina
Azitromicina e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + lítio
Azitromicina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + loperamida
Azitromicina e loperamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + metilprednisolona
Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.
O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.
- Azitromicina + metoclopramida
Azitromicina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + metronidazol
O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.
- Azitromicina + mirtazapina
Azitromicina e mirtazapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + norfloxacino
Azitromicina e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + nortriptilina
Azitromicina e nortriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + olanzapina
Azitromicina e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + prednisolona
O cetoconazol e os macrolídeos, inibidores do CYP3A4, diminuem o metabolismo da prednisolona.
O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose de prednisolona.
- Azitromicina + prednisona
Os antibióticos macrolídeos diminuem a depuração dos corticoides.
O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide ao associar com macrolídeos; ajustar a dose, se necessário.
- Azitromicina + prometazina
Azitromicina e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + ranolazina
Azitromicina e ranolazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + risperidona
Azitromicina e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + ritonavir
Azitromicina e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + rivaroxabana
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Azitromicina + salbutamol
Azitromicina e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + salmeterol
Azitromicina e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + sertralina
Azitromicina e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + solifenacina
Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.
O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.
- Azitromicina + tacrolimo
O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.
O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.
- Azitromicina + tamoxifeno
Azitromicina e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + tizanidina
Azitromicina e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + tolterodina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Azitromicina + triazolam
Os macrolídeos aumentam as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Precaução e considerar reduzir a dose de triazolam.
- Azitromicina + vardenafila
Azitromicina e vardenafila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + venlafaxina
Azitromicina e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Azitromicina + verapamil
A azitromicina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III.
O que fazer: Ponderar o risco e o benefício de usar azitromicina em pacientes com esses antiarrítmicos.
- Azitromicina + varfarina
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
Leve1 interação leve
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Azitromicina + oxibutinina
Outros inibidores do CYP3A4, como itraconazol, claritromicina ou eritromicina, podem alterar os parâmetros farmacocinéticos da oxibutinina.
O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar o risco teórico de maior exposição à oxibutinina.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos azitromicina interage?
- Na nossa base, azitromicina tem 111 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, ergotamina, ivabradina, pimozida, voriconazol, ziprasidona. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso azitromicina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com azitromicina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
Revise interações sem sair da consulta.
O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.