Interações de etinilestradiol

Etinilestradiol tem 69 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 2 contraindicadas, 15 graves, 51 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anticoncepcionais hormonais, Estrogênios. ATC G03AA. Também chamado: anticonceptivo oral combinado, anticonceptivos orales, píldora anticonceptiva, ACO. Bula da FDA (em inglês)

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Contraindicada2 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Etinilestradiol + ácido tranexâmico

    O uso concomitante com anticoncepcionais hormonais combinados é contraindicado pelo risco de trombose.

    O que fazer: Não usar ácido tranexâmico junto com anticoncepcionais hormonais combinados.

  • Etinilestradiol + ritonavir

    Etinilestradiol com associações de ritonavir para hepatite C é contraindicado pelo risco de elevação de transaminases.

    O que fazer: Não usar etinilestradiol com esquemas combinados contra a hepatite C que contêm ombitasvir/paritaprevir/ritonavir, com ou sem dasabuvir.

Grave15 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Etinilestradiol + anastrozol

    Não se devem usar tratamentos com estrogênios junto com anastrozol.

    O que fazer: Não associar anastrozol com terapias que contenham estrogênios.

  • Etinilestradiol + bosentana

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Etinilestradiol + carbamazepina

    A carbamazepina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal ou adicional em pacientes que recebem carbamazepina junto com anticoncepcionais hormonais.

  • Etinilestradiol + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Etinilestradiol + doxiciclina

    doxiciclina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais

    O que fazer: usar um método anticoncepcional de barreira adicional durante o tratamento

  • Etinilestradiol + efavirenz

    efavirenz pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais

    O que fazer: usar um método de barreira confiável além do anticoncepcional hormonal

  • Etinilestradiol + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de etinilestradiol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se etinilestradiol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de etinilestradiol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Etinilestradiol + fenitoína

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Etinilestradiol + fenobarbital

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Etinilestradiol + lamotrigina

    O etinilestradiol pode reduzir de forma importante a exposição à lamotrigina e o controle das crises.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de lamotrigina; consultar as informações de prescrição da lamotrigina.

  • Etinilestradiol + oxcarbazepina

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Etinilestradiol + rifabutina

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Etinilestradiol + rifampicina

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Etinilestradiol + tizanidina

    Não se recomenda o uso concomitante com anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Evitar a associação; se clinicamente necessária, iniciar tizanidina com uma dose de 2 mg e aumentar gradualmente conforme a resposta.

  • Etinilestradiol + topiramato

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

Moderada51 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Etinilestradiol + ácido valproico

    Os anticoncepcionais hormonais com estrogênios podem aumentar a depuração do ácido valproico.

    O que fazer: Monitorar a concentração sérica de valproato e a resposta clínica ao iniciar ou suspender anticoncepcionais com estrogênios.

  • Etinilestradiol + amoxicilina

    A amoxicilina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais orais.

    O que fazer: Orientar sobre o uso de um método contraceptivo adicional durante o tratamento.

  • Etinilestradiol + amoxicilina/clavulanato de potássio

    Amoxicilina/clavulanato de potássio pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais combinados.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo de barreira adicional durante o tratamento antibiótico.

  • Etinilestradiol + ampicilina

    A ampicilina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Orientar a paciente sobre o uso de um método contraceptivo de barreira adicional durante o tratamento com ampicilina.

  • Etinilestradiol + atazanavir

    Atazanavir/ritonavir pode aumentar a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados aos estrogênios.

  • Etinilestradiol + atorvastatina

    A atorvastatina e a rosuvastatina aumentam a exposição ao etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o surgimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com atorvastatina ou rosuvastatina.

  • Etinilestradiol + betametasona

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + budesonida

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + cefuroxima

    A cefuroxima pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais combinados.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal complementar durante o tratamento.

  • Etinilestradiol + claritromicina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Etinilestradiol + clobazam

    O clobazam pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal adicional durante o uso de clobazam.

  • Etinilestradiol + cobicistate

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Etinilestradiol + colestiramina

    a colestiramina pode reduzir a absorção destes medicamentos

    O que fazer: administrar o outro medicamento pelo menos 1 hora antes ou de 4 a 6 horas depois da colestiramina

  • Etinilestradiol + darunavir

    Ritonavir e darunavir/ritonavir podem diminuir a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo de reforço ou alternativo.

  • Etinilestradiol + deflazacorte

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + dexametasona

    os estrogênios aumentam o efeito da dexametasona

    O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário

  • Etinilestradiol + estradiol

    Estradiol e etinilestradiol aumentam o risco de trombose; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar em pacientes com fatores de risco trombótico; avaliar alternativas.

  • Etinilestradiol + fenofibrato

    Os betabloqueadores, as tiazidas e os estrogênios podem piorar a hipertrigliceridemia e reduzir a eficácia do fenofibrato.

    O que fazer: Suspender ou trocar estes medicamentos, se possível, antes de considerar o tratamento com fenofibrato.

  • Etinilestradiol + fluconazol

    Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.

  • Etinilestradiol + fludrocortisona

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + fluticasona

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + glibenclamida

    Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.

  • Etinilestradiol + glimepirida

    Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.

  • Etinilestradiol + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, fenitoína, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar piora do controle glicêmico quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Etinilestradiol + hidrocortisona

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + insulina

    Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da insulina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de insulina e a frequência de monitoramento da glicemia.

  • Etinilestradiol + isotretinoína

    Não se descartou que a isotretinoína possa diminuir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Usar dois métodos contraceptivos eficazes simultaneamente durante o tratamento com isotretinoína.

  • Etinilestradiol + itraconazol

    Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.

  • Etinilestradiol + cetoconazol

    Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.

  • Etinilestradiol + leflunomida

    Anticoncepcionais hormonais com exposição aumentada pela leflunomida.

    O que fazer: Considerar o tipo ou a dose do anticoncepcional utilizado em associação com leflunomida.

  • Etinilestradiol + levotiroxina

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + lorazepam

    Os anticoncepcionais hormonais aumentam a depuração do lorazepam.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de lorazepam em pacientes que recebem anticoncepcionais hormonais de forma concomitante.

  • Etinilestradiol + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de etinilestradiol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se etinilestradiol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de etinilestradiol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Etinilestradiol + metformina

    Vários medicamentos podem provocar perda do controle glicêmico em pacientes tratados com metformina.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar perda do controle glicêmico ao associar estes medicamentos.

  • Etinilestradiol + metilprednisolona

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + micofenolato

    O micofenolato pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Coadministrar com precaução e usar também um método contraceptivo de barreira.

  • Etinilestradiol + minociclina

    A minociclina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais orais.

    O que fazer: Recomendar o uso de um método contraceptivo adicional não hormonal durante o tratamento com minociclina.

  • Etinilestradiol + morfina

    Etinilestradiol pode diminuir a exposição ao paracetamol e à morfina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose de paracetamol ou de morfina, se necessário.

  • Etinilestradiol + nevirapina

    Nevirapina pode diminuir a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo de reforço ou alternativo.

  • Etinilestradiol + orlistate

    Orlistate pode reduzir a absorção de etinilestradiol.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente etinilestradiol 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + paracetamol

    Paracetamol pode aumentar a exposição ao etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com paracetamol.

  • Etinilestradiol + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Etinilestradiol + prednisolona

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + prednisona

    O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.

  • Etinilestradiol + repaglinida

    estes medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose de repaglinida conforme necessário

  • Etinilestradiol + rosuvastatina

    A atorvastatina e a rosuvastatina aumentam a exposição ao etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o surgimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com atorvastatina ou rosuvastatina.

  • Etinilestradiol + tacrolimo

    Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Etinilestradiol + tamoxifeno

    Etinilestradiol e tamoxifeno aumentam o risco de trombose; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar em pacientes com fatores de risco trombótico; avaliar alternativas.

  • Etinilestradiol + teofilina

    Etinilestradiol aumenta a exposição a esses fármacos.

    O que fazer: Vigiar clinicamente e ajustar a dose do outro fármaco conforme a resposta.

  • Etinilestradiol + voriconazol

    Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.

  • Etinilestradiol + varfarina

    Os inibidores do CYP2C9, CYP1A2 e/ou CYP3A4 aumentam o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR com maior frequência ao iniciar, suspender ou alterar a dose destes medicamentos; ajustar a dose de varfarina conforme a resposta.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Etinilestradiol + triazolam

    Os anticoncepcionais orais produzem um pequeno aumento da exposição ao triazolam.

    O que fazer: Geralmente não requer ajuste de dose.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos etinilestradiol interage?
Na nossa base, etinilestradiol tem 69 interações documentadas; as mais graves são com ácido tranexâmico, ritonavir, anastrozol, bosentana, carbamazepina, ciclosporina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso etinilestradiol com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com etinilestradiol já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.

Abrir o verificador de interações →