Interações de etinilestradiol
Etinilestradiol tem 69 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 2 contraindicadas, 15 graves, 51 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Anticoncepcionais hormonais, Estrogênios. ATC G03AA. Também chamado: anticonceptivo oral combinado, anticonceptivos orales, píldora anticonceptiva, ACO. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada2 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Etinilestradiol + ácido tranexâmico
O uso concomitante com anticoncepcionais hormonais combinados é contraindicado pelo risco de trombose.
O que fazer: Não usar ácido tranexâmico junto com anticoncepcionais hormonais combinados.
- Etinilestradiol + ritonavir
Etinilestradiol com associações de ritonavir para hepatite C é contraindicado pelo risco de elevação de transaminases.
O que fazer: Não usar etinilestradiol com esquemas combinados contra a hepatite C que contêm ombitasvir/paritaprevir/ritonavir, com ou sem dasabuvir.
Grave15 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Etinilestradiol + anastrozol
Não se devem usar tratamentos com estrogênios junto com anastrozol.
O que fazer: Não associar anastrozol com terapias que contenham estrogênios.
- Etinilestradiol + bosentana
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
- Etinilestradiol + carbamazepina
A carbamazepina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.
O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal ou adicional em pacientes que recebem carbamazepina junto com anticoncepcionais hormonais.
- Etinilestradiol + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Etinilestradiol + doxiciclina
doxiciclina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais
O que fazer: usar um método anticoncepcional de barreira adicional durante o tratamento
- Etinilestradiol + efavirenz
efavirenz pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais
O que fazer: usar um método de barreira confiável além do anticoncepcional hormonal
- Etinilestradiol + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de etinilestradiol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se etinilestradiol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de etinilestradiol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Etinilestradiol + fenitoína
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
- Etinilestradiol + fenobarbital
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
- Etinilestradiol + lamotrigina
O etinilestradiol pode reduzir de forma importante a exposição à lamotrigina e o controle das crises.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de lamotrigina; consultar as informações de prescrição da lamotrigina.
- Etinilestradiol + oxcarbazepina
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
- Etinilestradiol + rifabutina
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
- Etinilestradiol + rifampicina
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
- Etinilestradiol + tizanidina
Não se recomenda o uso concomitante com anticoncepcionais hormonais.
O que fazer: Evitar a associação; se clinicamente necessária, iniciar tizanidina com uma dose de 2 mg e aumentar gradualmente conforme a resposta.
- Etinilestradiol + topiramato
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
Moderada51 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Etinilestradiol + ácido valproico
Os anticoncepcionais hormonais com estrogênios podem aumentar a depuração do ácido valproico.
O que fazer: Monitorar a concentração sérica de valproato e a resposta clínica ao iniciar ou suspender anticoncepcionais com estrogênios.
- Etinilestradiol + amoxicilina
A amoxicilina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais orais.
O que fazer: Orientar sobre o uso de um método contraceptivo adicional durante o tratamento.
- Etinilestradiol + amoxicilina/clavulanato de potássio
Amoxicilina/clavulanato de potássio pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais combinados.
O que fazer: Recomendar um método contraceptivo de barreira adicional durante o tratamento antibiótico.
- Etinilestradiol + ampicilina
A ampicilina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.
O que fazer: Orientar a paciente sobre o uso de um método contraceptivo de barreira adicional durante o tratamento com ampicilina.
- Etinilestradiol + atazanavir
Atazanavir/ritonavir pode aumentar a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados aos estrogênios.
- Etinilestradiol + atorvastatina
A atorvastatina e a rosuvastatina aumentam a exposição ao etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o surgimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com atorvastatina ou rosuvastatina.
- Etinilestradiol + betametasona
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + budesonida
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + cefuroxima
A cefuroxima pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais combinados.
O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal complementar durante o tratamento.
- Etinilestradiol + claritromicina
Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.
- Etinilestradiol + clobazam
O clobazam pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais metabolizados pelo CYP3A4.
O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal adicional durante o uso de clobazam.
- Etinilestradiol + cobicistate
Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.
- Etinilestradiol + colestiramina
a colestiramina pode reduzir a absorção destes medicamentos
O que fazer: administrar o outro medicamento pelo menos 1 hora antes ou de 4 a 6 horas depois da colestiramina
- Etinilestradiol + darunavir
Ritonavir e darunavir/ritonavir podem diminuir a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Recomendar um método contraceptivo de reforço ou alternativo.
- Etinilestradiol + deflazacorte
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + dexametasona
os estrogênios aumentam o efeito da dexametasona
O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário
- Etinilestradiol + estradiol
Estradiol e etinilestradiol aumentam o risco de trombose; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar em pacientes com fatores de risco trombótico; avaliar alternativas.
- Etinilestradiol + fenofibrato
Os betabloqueadores, as tiazidas e os estrogênios podem piorar a hipertrigliceridemia e reduzir a eficácia do fenofibrato.
O que fazer: Suspender ou trocar estes medicamentos, se possível, antes de considerar o tratamento com fenofibrato.
- Etinilestradiol + fluconazol
Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.
- Etinilestradiol + fludrocortisona
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + fluticasona
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + glibenclamida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Etinilestradiol + glimepirida
Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.
O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.
- Etinilestradiol + glipizida
Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, fenitoína, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar piora do controle glicêmico quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Etinilestradiol + hidrocortisona
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + insulina
Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da insulina.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de insulina e a frequência de monitoramento da glicemia.
- Etinilestradiol + isotretinoína
Não se descartou que a isotretinoína possa diminuir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.
O que fazer: Usar dois métodos contraceptivos eficazes simultaneamente durante o tratamento com isotretinoína.
- Etinilestradiol + itraconazol
Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.
- Etinilestradiol + cetoconazol
Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.
- Etinilestradiol + leflunomida
Anticoncepcionais hormonais com exposição aumentada pela leflunomida.
O que fazer: Considerar o tipo ou a dose do anticoncepcional utilizado em associação com leflunomida.
- Etinilestradiol + levotiroxina
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + lorazepam
Os anticoncepcionais hormonais aumentam a depuração do lorazepam.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de lorazepam em pacientes que recebem anticoncepcionais hormonais de forma concomitante.
- Etinilestradiol + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de etinilestradiol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se etinilestradiol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de etinilestradiol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Etinilestradiol + metformina
Vários medicamentos podem provocar perda do controle glicêmico em pacientes tratados com metformina.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar perda do controle glicêmico ao associar estes medicamentos.
- Etinilestradiol + metilprednisolona
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + micofenolato
O micofenolato pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.
O que fazer: Coadministrar com precaução e usar também um método contraceptivo de barreira.
- Etinilestradiol + minociclina
A minociclina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais orais.
O que fazer: Recomendar o uso de um método contraceptivo adicional não hormonal durante o tratamento com minociclina.
- Etinilestradiol + morfina
Etinilestradiol pode diminuir a exposição ao paracetamol e à morfina.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose de paracetamol ou de morfina, se necessário.
- Etinilestradiol + nevirapina
Nevirapina pode diminuir a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Recomendar um método contraceptivo de reforço ou alternativo.
- Etinilestradiol + orlistate
Orlistate pode reduzir a absorção de etinilestradiol.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente etinilestradiol 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de etinilestradiol.
- Etinilestradiol + paracetamol
Paracetamol pode aumentar a exposição ao etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com paracetamol.
- Etinilestradiol + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Etinilestradiol + prednisolona
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + prednisona
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Etinilestradiol + repaglinida
estes medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da repaglinida
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose de repaglinida conforme necessário
- Etinilestradiol + rosuvastatina
A atorvastatina e a rosuvastatina aumentam a exposição ao etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o surgimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com atorvastatina ou rosuvastatina.
- Etinilestradiol + tacrolimo
Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.
O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.
- Etinilestradiol + tamoxifeno
Etinilestradiol e tamoxifeno aumentam o risco de trombose; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar em pacientes com fatores de risco trombótico; avaliar alternativas.
- Etinilestradiol + teofilina
Etinilestradiol aumenta a exposição a esses fármacos.
O que fazer: Vigiar clinicamente e ajustar a dose do outro fármaco conforme a resposta.
- Etinilestradiol + voriconazol
Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.
- Etinilestradiol + varfarina
Os inibidores do CYP2C9, CYP1A2 e/ou CYP3A4 aumentam o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar o INR com maior frequência ao iniciar, suspender ou alterar a dose destes medicamentos; ajustar a dose de varfarina conforme a resposta.
Leve1 interação leve
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Etinilestradiol + triazolam
Os anticoncepcionais orais produzem um pequeno aumento da exposição ao triazolam.
O que fazer: Geralmente não requer ajuste de dose.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos etinilestradiol interage?
- Na nossa base, etinilestradiol tem 69 interações documentadas; as mais graves são com ácido tranexâmico, ritonavir, anastrozol, bosentana, carbamazepina, ciclosporina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso etinilestradiol com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com etinilestradiol já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
Revise interações sem sair da consulta.
O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.