Interações de deflazacorte
Deflazacorte tem 68 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 28 graves e 40 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Corticoides sistêmicos. ATC H02AB13. Também chamado: Deflazacort. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave28 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Deflazacorte + atazanavir
Atazanavir inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + bupropiona
A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.
O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.
- Deflazacorte + carbamazepina
os indutores moderados ou fortes do CYP3A4 reduzem a eficácia do deflazacorte
O que fazer: evitar o uso concomitante desses indutores do CYP3A4 com deflazacorte
- Deflazacorte + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Deflazacorte + ciprofloxacino
Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + claritromicina
os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte
O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante
- Deflazacorte + cobicistate
Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).
O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.
- Deflazacorte + darunavir
Darunavir/ritonavir pode aumentar acentuadamente a exposição a corticoides metabolizados pelo CYP3A.
O que fazer: Preferir corticoides menos afetados por inibidores fortes do CYP3A (p. ex., prednisona, prednisolona) para uso prolongado.
- Deflazacorte + diltiazem
os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte
O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante
- Deflazacorte + dronedarona
Dronedarona inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + efavirenz
os indutores moderados ou fortes do CYP3A4 reduzem a eficácia do deflazacorte
O que fazer: evitar o uso concomitante desses indutores do CYP3A4 com deflazacorte
- Deflazacorte + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de deflazacorte a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se deflazacorte for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de deflazacorte e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Deflazacorte + eritromicina
Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + fenitoína
os indutores moderados ou fortes do CYP3A4 reduzem a eficácia do deflazacorte
O que fazer: evitar o uso concomitante desses indutores do CYP3A4 com deflazacorte
- Deflazacorte + fenobarbital
fenobarbital reduz o efeito dos corticoides
O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital
- Deflazacorte + fluconazol
os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte
O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante
- Deflazacorte + fluvoxamina
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + imatinibe
Imatinibe inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + itraconazol
Itraconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + cetoconazol
Cetoconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + levotiroxina
Iniciar levotiroxina antes de instituir glicocorticoides em pacientes com insuficiência adrenal pode precipitar uma crise adrenal aguda.
O que fazer: Tratar a insuficiência adrenal com glicocorticoides de reposição antes de iniciar levotiroxina.
- Deflazacorte + moxifloxacino
Os corticoides aumentam o risco de tendinite e ruptura de tendão com moxifloxacino.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes que recebem corticoides; suspender o moxifloxacino diante de dor ou inflamação tendínea.
- Deflazacorte + posaconazol
Posaconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + rifampicina
os indutores moderados ou fortes do CYP3A4 reduzem a eficácia do deflazacorte
O que fazer: evitar o uso concomitante desses indutores do CYP3A4 com deflazacorte
- Deflazacorte + ritonavir
Ritonavir inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Deflazacorte + tofacitinibe
o uso concomitante com metotrexato ou corticoides aumenta o risco de infecções graves
O que fazer: vigiar sinais de infecção durante o uso concomitante
- Deflazacorte + verapamil
os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte
O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante
- Deflazacorte + voriconazol
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
Moderada40 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Deflazacorte + alendronato
O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.
O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.
- Deflazacorte + amiodarona
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + azitromicina
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + bosentana
Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de deflazacorte a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se deflazacorte for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de deflazacorte e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Deflazacorte + celecoxibe
O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.
- Deflazacorte + citalopram
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + cloroquina
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + clorpromazina
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + clortalidona
O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.
- Deflazacorte + digoxina
Deflazacorte pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.
O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.
- Deflazacorte + domperidona
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + donepezila
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + escitalopram
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + estradiol
O estradiol pode aumentar a globulina transportadora de corticoides e elevar os corticoides circulantes totais.
O que fazer: Levar em conta esta interação ao interpretar níveis de corticoides em pacientes que usam estradiol; ajustar a dose do corticoide conforme a resposta clínica.
- Deflazacorte + etinilestradiol
O etinilestradiol pode aumentar a globulina transportadora, reduzindo o efeito livre do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do hormônio tireoidiano ou do corticoide de reposição ao coadministrar com etinilestradiol.
- Deflazacorte + glibenclamida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Deflazacorte + glimepirida
Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.
O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.
- Deflazacorte + glipizida
Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, fenitoína, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar piora do controle glicêmico quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Deflazacorte + haloperidol
Os corticoides podem causar alterações eletrolíticas que aumentam o risco de prolongamento do intervalo QT com haloperidol.
O que fazer: Vigiar os eletrólitos (potássio, magnésio, cálcio) ao usar a associação.
- Deflazacorte + hidroclorotiazida
Os corticoides intensificam a depleção de eletrólitos causada pela hidroclorotiazida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar.
- Deflazacorte + hidroxicloroquina
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + ibuprofeno
Os anticoagulantes e os corticoides sistêmicos aumentam o risco de sangramento gastrointestinal quando associados ao ibuprofeno.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento digestivo; considerar proteção gástrica se o uso conjunto for necessário.
- Deflazacorte + indapamida
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de hipopotassemia pela indapamida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao coadministrar indapamida com corticoides.
- Deflazacorte + insulina
Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da insulina.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de insulina e a frequência de monitoramento da glicemia.
- Deflazacorte + isotretinoína
O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.
O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.
- Deflazacorte + cetorolaco
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Deflazacorte + levofloxacino
O uso concomitante de corticoides aumenta o risco de tendinite e ruptura tendínea associadas ao levofloxacino.
O que fazer: Vigiar sinais de dor, inflamação ou ruptura tendínea; suspender o levofloxacino se surgirem.
- Deflazacorte + metadona
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de deflazacorte a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se deflazacorte for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de deflazacorte e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Deflazacorte + metformina
Vários medicamentos podem provocar perda do controle glicêmico em pacientes tratados com metformina.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar perda do controle glicêmico ao associar estes medicamentos.
- Deflazacorte + nevirapina
Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de deflazacorte a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se deflazacorte for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de deflazacorte e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.
- Deflazacorte + ondansetrona
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + pimozida
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + piroxicam
Os corticoides aumentam o risco de ulceração ou sangramento gastrointestinal com piroxicam.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento gastrointestinal durante o uso concomitante.
- Deflazacorte + repaglinida
estes medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da repaglinida
O que fazer: monitorar a glicemia e ajustar a dose de repaglinida conforme necessário
- Deflazacorte + rifabutina
Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de deflazacorte a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se deflazacorte for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de deflazacorte e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.
- Deflazacorte + sotalol
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + sulpirida
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Deflazacorte + torasemida
Os corticoides aumentam o risco de hipopotassemia quando associados à torasemida.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso conjunto.
- Deflazacorte + ziprasidona
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ziprasidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos deflazacorte interage?
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