Interações de acenocumarol
Acenocumarol tem 81 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 35 graves, 45 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Anticoagulantes, Antagonistas da vitamina K. ATC B01AA07. Também chamado: sintrom.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave35 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Acenocumarol + ácido acetilsalicílico
O uso conjunto com anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Consultar um médico antes de usar; vigiar sinais de sangramento.
- Acenocumarol + amiodarona
Amiodarona inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Acenocumarol + apixabana
Acenocumarol e apixabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + capecitabina
a capecitabina aumenta o risco de sangramento com os antagonistas da vitamina K
O que fazer: monitorar o INR com maior frequência e ajustar a dose do anticoagulante cumarínico
- Acenocumarol + celecoxibe
O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.
- Acenocumarol + dabigatrana
O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.
- Acenocumarol + desvenlafaxina
A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.
- Acenocumarol + dexcetoprofeno
Acenocumarol e dexcetoprofeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + diclofenaco
O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.
- Acenocumarol + duloxetina
A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
- Acenocumarol + edoxabana
Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Acenocumarol + efavirenz
Efavirenz inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Acenocumarol + enoxaparina
O uso concomitante de enoxaparina com outros medicamentos que afetam a hemostasia aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Evitar a coadministração, a menos que seja essencial; se for necessária, realizar vigilância clínica e laboratorial rigorosa.
- Acenocumarol + etoricoxibe
Acenocumarol e etoricoxibe aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + fenitoína
A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.
O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.
- Acenocumarol + fenofibrato
O fenofibrato potencializa o efeito dos anticoagulantes cumarínicos, por isso geralmente é necessário reduzir sua dose.
O que fazer: Reduzir a dose do anticoagulante para manter o tempo de protrombina/INR no nível desejado e controlá-lo com frequência.
- Acenocumarol + fluconazol
Fluconazol inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Acenocumarol + fluoxetina
A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.
- Acenocumarol + fluvoxamina
Fluvoxamina inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Acenocumarol + heparina
Acenocumarol e heparina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + ibuprofeno
Os anticoagulantes e os corticoides sistêmicos aumentam o risco de sangramento gastrointestinal quando associados ao ibuprofeno.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento digestivo; considerar proteção gástrica se o uso conjunto for necessário.
- Acenocumarol + indometacina
Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.
- Acenocumarol + cetoprofeno
Acenocumarol e cetoprofeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + cetorolaco
Acenocumarol e cetorolaco aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + meloxicam
O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.
- Acenocumarol + metronidazol
O metronidazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina e o INR quando o metronidazol for prescrito a pacientes em terapia com esses anticoagulantes.
- Acenocumarol + naproxeno
O uso concomitante de naproxeno com anticoagulantes como a varfarina aumenta o risco de sangramento grave.
O que fazer: Evitar a associação, se possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.
- Acenocumarol + nimesulida
Acenocumarol e nimesulida aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + piroxicam
Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.
- Acenocumarol + rivaroxabana
Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes pelo aumento do risco de sangramento.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes, a menos que o benefício supere o risco.
- Acenocumarol + tinidazol
O tinidazol potencializa o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Ajustar a dose do anticoagulante durante o tratamento com tinidazol e até 8 dias após sua suspensão.
- Acenocumarol + sulfametoxazol/trimetoprima
Sulfametoxazol/trimetoprima pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que tomam varfarina.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR durante o uso concomitante.
- Acenocumarol + vitamina k (fitomenadiona)
A vitamina K pode induzir resistência temporária aos anticoagulantes antagonistas da vitamina K.
O que fazer: Se ocorrer resistência, pode ser necessário retomar a anticoagulação com doses mais altas ou trocar para outra classe de anticoagulante.
- Acenocumarol + voriconazol
O voriconazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina ou outros testes de anticoagulação a intervalos curtos e ajustar a dose do anticoagulante de acordo.
- Acenocumarol + varfarina
O uso concomitante com anticoagulantes, antiagregantes, AINE ou inibidores da recaptação de serotonina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; monitorar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender esses medicamentos.
Moderada45 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Acenocumarol + ácido valproico
O ácido valproico aumenta a fração livre da varfarina.
O que fazer: Monitorar os testes de coagulação ao iniciar ácido valproico em pacientes em uso de anticoagulantes.
- Acenocumarol + alopurinol
O alopurinol pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Vigiar o INR com frequência e ajustar a dose de varfarina ao adicionar alopurinol.
- Acenocumarol + amoxicilina
A amoxicilina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o INR durante o uso concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.
- Acenocumarol + amoxicilina/clavulanato de potássio
Amoxicilina/clavulanato de potássio pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar ou finalizar o tratamento antibiótico; ajustar a dose do anticoagulante oral conforme necessário.
- Acenocumarol + azatioprina
A azatioprina pode inibir o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário durante o uso concomitante.
- Acenocumarol + azitromicina
A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.
- Acenocumarol + bosentana
Bosentana induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de acenocumarol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se acenocumarol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de acenocumarol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Acenocumarol + carbamazepina
Carbamazepina induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de acenocumarol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se acenocumarol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de acenocumarol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.
- Acenocumarol + cefalexina
Anticoagulantes com maior risco de prolongamento do tempo de protrombina junto com cefalexina.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina em pacientes de risco, incluindo os que recebem tratamento anticoagulante.
- Acenocumarol + citalopram
Acenocumarol e citalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + clorpromazina
A clorpromazina pode diminuir o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante (INR/tempo de protrombina) durante o uso concomitante.
- Acenocumarol + colestiramina
Colestiramina pode reduzir a absorção de acenocumarol.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente acenocumarol 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de acenocumarol.
- Acenocumarol + dicloxacilina
A dicloxacilina pode reduzir a resposta anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina (INR) durante o tratamento concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.
- Acenocumarol + dissulfiram
O dissulfiram pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que recebem anticoagulantes orais.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticoagulante oral ao iniciar ou suspender o dissulfiram.
- Acenocumarol + doxiciclina
a doxiciclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes
O que fazer: monitorar a coagulação e ajustar para baixo a dose do anticoagulante, se necessário
- Acenocumarol + dronedarona
A dronedarona pode aumentar o INR em pacientes tratados com varfarina ou outros anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar dronedarona em pacientes que tomam anticoagulantes orais.
- Acenocumarol + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de acenocumarol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se acenocumarol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de acenocumarol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Acenocumarol + eritromicina
A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.
- Acenocumarol + escitalopram
O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.
- Acenocumarol + ezetimiba
A ezetimiba requer monitoramento do INR em pacientes tratados com varfarina.
O que fazer: Monitorar adequadamente o INR se ezetimiba for adicionada à varfarina ou a outro anticoagulante cumarínico.
- Acenocumarol + fenobarbital
fenobarbital reduz o efeito anticoagulante dos cumarínicos
O que fazer: monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante ao iniciar ou suspender fenobarbital
- Acenocumarol + fludrocortisona
A fludrocortisona pode diminuir a resposta do tempo de protrombina aos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina/INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.
- Acenocumarol + glibenclamida
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Acenocumarol + glimepirida
Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.
- Acenocumarol + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Acenocumarol + hidrocortisona
O uso concomitante de hidrocortisona e varfarina geralmente inibe a resposta à varfarina.
O que fazer: Monitorar os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.
- Acenocumarol + cetoconazol
o cetoconazol pode potencializar o efeito anticoagulante dos cumarínicos
O que fazer: titular e monitorar cuidadosamente o efeito anticoagulante (INR)
- Acenocumarol + levonorgestrel
O uso de anticoagulantes ou uma coagulopatia são uma precaução para a colocação do dispositivo intrauterino de levonorgestrel.
O que fazer: Avaliar o risco de sangramento antes da inserção ou remoção em pacientes que recebem anticoagulantes.
- Acenocumarol + levotiroxina
A levotiroxina potencializa o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar de perto os testes de coagulação e ajustar a dose do anticoagulante ao corrigir o estado hipotireóideo ou ao modificar a dose de levotiroxina.
- Acenocumarol + lovastatina
A lovastatina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Determinar o tempo de protrombina antes de iniciar a lovastatina e vigiá-lo com frequência durante o início do tratamento.
- Acenocumarol + mercaptopurina
A mercaptopurina pode diminuir a efetividade anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar o INR em pacientes que recebem varfarina e ajustar sua dose conforme necessário.
- Acenocumarol + tiamazol
O tiamazol pode aumentar a atividade dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Considerar monitoramento adicional do tempo de protrombina/INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.
- Acenocumarol + minociclina
A minociclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes.
O que fazer: Considerar um ajuste para baixo da dose do anticoagulante e vigiar a coagulação.
- Acenocumarol + moxifloxacino
O moxifloxacino pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar de perto o tempo de protrombina/INR e vigiar sinais de sangramento.
- Acenocumarol + orlistate
O orlistate pode alterar o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes.
O que fazer: Monitorar rigorosamente os parâmetros de coagulação em pacientes com doses estáveis de varfarina ou outros anticoagulantes que iniciam orlistate.
- Acenocumarol + paroxetina
Acenocumarol e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + prednisolona
O uso concomitante de prednisolona com anticoagulantes pode aumentar ou diminuir o efeito anticoagulante, e com varfarina costuma inibi-lo.
O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.
- Acenocumarol + prednisona
A prednisona pode inibir a resposta à varfarina.
O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação para manter o efeito anticoagulante desejado.
- Acenocumarol + propiltiouracila
A propiltiouracila pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.
- Acenocumarol + rifampicina
A rifampicina diminui a exposição aos anticoagulantes orais, como a varfarina.
O que fazer: Realizar o tempo de protrombina diariamente ou com a frequência necessária para estabelecer e manter a dose requerida do anticoagulante.
- Acenocumarol + sertralina
O uso concomitante de sertralina com ácido acetilsalicílico, AINE, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; controlar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender a sertralina em pacientes em uso de varfarina.
- Acenocumarol + sinvastatina
A sinvastatina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos e aumentar o INR.
O que fazer: Obter o INR antes de iniciar a sinvastatina e monitorá-lo com frequência após o início, o ajuste de dose ou a suspensão.
- Acenocumarol + trazodona
O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.
- Acenocumarol + venlafaxina
Acenocumarol e venlafaxina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Acenocumarol + vortioxetina
O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.
Leve1 interação leve
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Acenocumarol + nifedipino
Relatos isolados de aumento do tempo de protrombina com anticoagulantes cumarínicos e nifedipino.
O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar vigilância se houver dúvidas clínicas.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos acenocumarol interage?
- Na nossa base, acenocumarol tem 81 interações documentadas; as mais graves são com ácido acetilsalicílico, amiodarona, apixabana, capecitabina, celecoxibe, dabigatrana. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso acenocumarol com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com acenocumarol já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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