Interações de acenocumarol

Acenocumarol tem 81 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 35 graves, 45 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anticoagulantes, Antagonistas da vitamina K. ATC B01AA07. Também chamado: sintrom.

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Grave35 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Acenocumarol + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto com anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Consultar um médico antes de usar; vigiar sinais de sangramento.

  • Acenocumarol + amiodarona

    Amiodarona inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Acenocumarol + apixabana

    Acenocumarol e apixabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + capecitabina

    a capecitabina aumenta o risco de sangramento com os antagonistas da vitamina K

    O que fazer: monitorar o INR com maior frequência e ajustar a dose do anticoagulante cumarínico

  • Acenocumarol + celecoxibe

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Acenocumarol + dabigatrana

    O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Acenocumarol + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.

  • Acenocumarol + dexcetoprofeno

    Acenocumarol e dexcetoprofeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + diclofenaco

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Acenocumarol + duloxetina

    A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

  • Acenocumarol + edoxabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Acenocumarol + efavirenz

    Efavirenz inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Acenocumarol + enoxaparina

    O uso concomitante de enoxaparina com outros medicamentos que afetam a hemostasia aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar a coadministração, a menos que seja essencial; se for necessária, realizar vigilância clínica e laboratorial rigorosa.

  • Acenocumarol + etoricoxibe

    Acenocumarol e etoricoxibe aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + fenitoína

    A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.

    O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.

  • Acenocumarol + fenofibrato

    O fenofibrato potencializa o efeito dos anticoagulantes cumarínicos, por isso geralmente é necessário reduzir sua dose.

    O que fazer: Reduzir a dose do anticoagulante para manter o tempo de protrombina/INR no nível desejado e controlá-lo com frequência.

  • Acenocumarol + fluconazol

    Fluconazol inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Acenocumarol + fluoxetina

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Acenocumarol + fluvoxamina

    Fluvoxamina inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Acenocumarol + heparina

    Acenocumarol e heparina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + ibuprofeno

    Os anticoagulantes e os corticoides sistêmicos aumentam o risco de sangramento gastrointestinal quando associados ao ibuprofeno.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento digestivo; considerar proteção gástrica se o uso conjunto for necessário.

  • Acenocumarol + indometacina

    Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Acenocumarol + cetoprofeno

    Acenocumarol e cetoprofeno aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + cetorolaco

    Acenocumarol e cetorolaco aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + meloxicam

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

  • Acenocumarol + metronidazol

    O metronidazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina e o INR quando o metronidazol for prescrito a pacientes em terapia com esses anticoagulantes.

  • Acenocumarol + naproxeno

    O uso concomitante de naproxeno com anticoagulantes como a varfarina aumenta o risco de sangramento grave.

    O que fazer: Evitar a associação, se possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Acenocumarol + nimesulida

    Acenocumarol e nimesulida aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + piroxicam

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Acenocumarol + rivaroxabana

    Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes pelo aumento do risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes, a menos que o benefício supere o risco.

  • Acenocumarol + tinidazol

    O tinidazol potencializa o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Ajustar a dose do anticoagulante durante o tratamento com tinidazol e até 8 dias após sua suspensão.

  • Acenocumarol + sulfametoxazol/trimetoprima

    Sulfametoxazol/trimetoprima pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que tomam varfarina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR durante o uso concomitante.

  • Acenocumarol + vitamina k (fitomenadiona)

    A vitamina K pode induzir resistência temporária aos anticoagulantes antagonistas da vitamina K.

    O que fazer: Se ocorrer resistência, pode ser necessário retomar a anticoagulação com doses mais altas ou trocar para outra classe de anticoagulante.

  • Acenocumarol + voriconazol

    O voriconazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina ou outros testes de anticoagulação a intervalos curtos e ajustar a dose do anticoagulante de acordo.

  • Acenocumarol + varfarina

    O uso concomitante com anticoagulantes, antiagregantes, AINE ou inibidores da recaptação de serotonina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; monitorar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender esses medicamentos.

Moderada45 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Acenocumarol + ácido valproico

    O ácido valproico aumenta a fração livre da varfarina.

    O que fazer: Monitorar os testes de coagulação ao iniciar ácido valproico em pacientes em uso de anticoagulantes.

  • Acenocumarol + alopurinol

    O alopurinol pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Vigiar o INR com frequência e ajustar a dose de varfarina ao adicionar alopurinol.

  • Acenocumarol + amoxicilina

    A amoxicilina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR durante o uso concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Acenocumarol + amoxicilina/clavulanato de potássio

    Amoxicilina/clavulanato de potássio pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar ou finalizar o tratamento antibiótico; ajustar a dose do anticoagulante oral conforme necessário.

  • Acenocumarol + azatioprina

    A azatioprina pode inibir o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Acenocumarol + azitromicina

    A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.

  • Acenocumarol + bosentana

    Bosentana induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de acenocumarol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se acenocumarol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de acenocumarol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Acenocumarol + carbamazepina

    Carbamazepina induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de acenocumarol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se acenocumarol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de acenocumarol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Acenocumarol + cefalexina

    Anticoagulantes com maior risco de prolongamento do tempo de protrombina junto com cefalexina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina em pacientes de risco, incluindo os que recebem tratamento anticoagulante.

  • Acenocumarol + citalopram

    Acenocumarol e citalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + clorpromazina

    A clorpromazina pode diminuir o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante (INR/tempo de protrombina) durante o uso concomitante.

  • Acenocumarol + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de acenocumarol.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente acenocumarol 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de acenocumarol.

  • Acenocumarol + dicloxacilina

    A dicloxacilina pode reduzir a resposta anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina (INR) durante o tratamento concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Acenocumarol + dissulfiram

    O dissulfiram pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que recebem anticoagulantes orais.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticoagulante oral ao iniciar ou suspender o dissulfiram.

  • Acenocumarol + doxiciclina

    a doxiciclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes

    O que fazer: monitorar a coagulação e ajustar para baixo a dose do anticoagulante, se necessário

  • Acenocumarol + dronedarona

    A dronedarona pode aumentar o INR em pacientes tratados com varfarina ou outros anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar dronedarona em pacientes que tomam anticoagulantes orais.

  • Acenocumarol + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de acenocumarol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se acenocumarol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de acenocumarol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Acenocumarol + eritromicina

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Acenocumarol + escitalopram

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Acenocumarol + ezetimiba

    A ezetimiba requer monitoramento do INR em pacientes tratados com varfarina.

    O que fazer: Monitorar adequadamente o INR se ezetimiba for adicionada à varfarina ou a outro anticoagulante cumarínico.

  • Acenocumarol + fenobarbital

    fenobarbital reduz o efeito anticoagulante dos cumarínicos

    O que fazer: monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Acenocumarol + fludrocortisona

    A fludrocortisona pode diminuir a resposta do tempo de protrombina aos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina/INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Acenocumarol + glibenclamida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Acenocumarol + glimepirida

    Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.

  • Acenocumarol + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Acenocumarol + hidrocortisona

    O uso concomitante de hidrocortisona e varfarina geralmente inibe a resposta à varfarina.

    O que fazer: Monitorar os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Acenocumarol + cetoconazol

    o cetoconazol pode potencializar o efeito anticoagulante dos cumarínicos

    O que fazer: titular e monitorar cuidadosamente o efeito anticoagulante (INR)

  • Acenocumarol + levonorgestrel

    O uso de anticoagulantes ou uma coagulopatia são uma precaução para a colocação do dispositivo intrauterino de levonorgestrel.

    O que fazer: Avaliar o risco de sangramento antes da inserção ou remoção em pacientes que recebem anticoagulantes.

  • Acenocumarol + levotiroxina

    A levotiroxina potencializa o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar de perto os testes de coagulação e ajustar a dose do anticoagulante ao corrigir o estado hipotireóideo ou ao modificar a dose de levotiroxina.

  • Acenocumarol + lovastatina

    A lovastatina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Determinar o tempo de protrombina antes de iniciar a lovastatina e vigiá-lo com frequência durante o início do tratamento.

  • Acenocumarol + mercaptopurina

    A mercaptopurina pode diminuir a efetividade anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR em pacientes que recebem varfarina e ajustar sua dose conforme necessário.

  • Acenocumarol + tiamazol

    O tiamazol pode aumentar a atividade dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Considerar monitoramento adicional do tempo de protrombina/INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.

  • Acenocumarol + minociclina

    A minociclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes.

    O que fazer: Considerar um ajuste para baixo da dose do anticoagulante e vigiar a coagulação.

  • Acenocumarol + moxifloxacino

    O moxifloxacino pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o tempo de protrombina/INR e vigiar sinais de sangramento.

  • Acenocumarol + orlistate

    O orlistate pode alterar o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente os parâmetros de coagulação em pacientes com doses estáveis de varfarina ou outros anticoagulantes que iniciam orlistate.

  • Acenocumarol + paroxetina

    Acenocumarol e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + prednisolona

    O uso concomitante de prednisolona com anticoagulantes pode aumentar ou diminuir o efeito anticoagulante, e com varfarina costuma inibi-lo.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Acenocumarol + prednisona

    A prednisona pode inibir a resposta à varfarina.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Acenocumarol + propiltiouracila

    A propiltiouracila pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.

  • Acenocumarol + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição aos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Realizar o tempo de protrombina diariamente ou com a frequência necessária para estabelecer e manter a dose requerida do anticoagulante.

  • Acenocumarol + sertralina

    O uso concomitante de sertralina com ácido acetilsalicílico, AINE, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; controlar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender a sertralina em pacientes em uso de varfarina.

  • Acenocumarol + sinvastatina

    A sinvastatina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos e aumentar o INR.

    O que fazer: Obter o INR antes de iniciar a sinvastatina e monitorá-lo com frequência após o início, o ajuste de dose ou a suspensão.

  • Acenocumarol + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.

  • Acenocumarol + venlafaxina

    Acenocumarol e venlafaxina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Acenocumarol + vortioxetina

    O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Acenocumarol + nifedipino

    Relatos isolados de aumento do tempo de protrombina com anticoagulantes cumarínicos e nifedipino.

    O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar vigilância se houver dúvidas clínicas.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos acenocumarol interage?
Na nossa base, acenocumarol tem 81 interações documentadas; as mais graves são com ácido acetilsalicílico, amiodarona, apixabana, capecitabina, celecoxibe, dabigatrana. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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