Interações de rivaroxabana

Rivaroxabana tem 90 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 38 graves e 52 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anticoagulantes, Anticoagulantes orais diretos. ATC B01AF01. Também chamado: Rivaroxabán, rivaroxaban. Bula da FDA (em inglês)

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Grave38 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Rivaroxabana + acenocumarol

    Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes pelo aumento do risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes, a menos que o benefício supere o risco.

  • Rivaroxabana + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto com anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Consultar um médico antes de usar; vigiar sinais de sangramento.

  • Rivaroxabana + apixabana

    Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes pelo aumento do risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes, a menos que o benefício supere o risco.

  • Rivaroxabana + atazanavir

    Não se recomenda a associação de atazanavir com ritonavir e rivaroxabana, pelo risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação; se for usado atazanavir sem ritonavir, vigiar rigorosamente.

  • Rivaroxabana + capecitabina

    a capecitabina pode aumentar a exposição a anticoagulantes e antidiabéticos metabolizados pelo CYP2C9

    O que fazer: monitorar rigorosamente quanto a reações adversas do anticoagulante ou do antidiabético

  • Rivaroxabana + carbamazepina

    Deve-se evitar a associação de carbamazepina com os anticoagulantes orais diretos.

    O que fazer: Evitar a coadministração de carbamazepina com apixabana, dabigatrana, edoxabana ou rivaroxabana.

  • Rivaroxabana + celecoxibe

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Rivaroxabana + cobicistate

    Rivaroxabana não recomendada com cobicistate.

    O que fazer: Evitar; usar um anticoagulante alternativo.

  • Rivaroxabana + dabigatrana

    O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Rivaroxabana + darunavir

    Darunavir/ritonavir aumenta o risco de sangramento com os anticoagulantes orais diretos.

    O que fazer: Não se recomenda rivaroxabana; para apixabana, ajustar conforme sua dose; monitorar clinicamente com dabigatrana e edoxabana.

  • Rivaroxabana + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.

  • Rivaroxabana + dexcetoprofeno

    Os antiagregantes e AINE aumentam o risco de sangramento com rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal ou sintoma de perda de sangue em pacientes tratados de forma concomitante.

  • Rivaroxabana + diclofenaco

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Rivaroxabana + duloxetina

    A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

  • Rivaroxabana + edoxabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Rivaroxabana + enoxaparina

    O uso concomitante de enoxaparina com outros medicamentos que afetam a hemostasia aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar a coadministração, a menos que seja essencial; se for necessária, realizar vigilância clínica e laboratorial rigorosa.

  • Rivaroxabana + enzalutamida

    Deve-se evitar rivaroxabana com indutores combinados da glicoproteína P e do CYP3A.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com esses indutores.

  • Rivaroxabana + etoricoxibe

    Os antiagregantes e AINE aumentam o risco de sangramento com rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal ou sintoma de perda de sangue em pacientes tratados de forma concomitante.

  • Rivaroxabana + fenitoína

    A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.

    O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.

  • Rivaroxabana + fenobarbital

    Deve-se evitar rivaroxabana com indutores combinados da glicoproteína P e do CYP3A.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com esses indutores.

  • Rivaroxabana + fenofibrato

    O fenofibrato potencializa o efeito dos anticoagulantes cumarínicos, por isso geralmente é necessário reduzir sua dose.

    O que fazer: Reduzir a dose do anticoagulante para manter o tempo de protrombina/INR no nível desejado e controlá-lo com frequência.

  • Rivaroxabana + fluoxetina

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Rivaroxabana + heparina

    Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes pelo aumento do risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes, a menos que o benefício supere o risco.

  • Rivaroxabana + ibuprofeno

    Os anticoagulantes e os corticoides sistêmicos aumentam o risco de sangramento gastrointestinal quando associados ao ibuprofeno.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento digestivo; considerar proteção gástrica se o uso conjunto for necessário.

  • Rivaroxabana + indometacina

    Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Rivaroxabana + itraconazol

    Não se recomenda associar itraconazol a apixabana ou rivaroxabana.

    O que fazer: Evitar o uso associado durante o tratamento com itraconazol e até 2 semanas depois.

  • Rivaroxabana + cetoconazol

    Deve-se evitar rivaroxabana com inibidores combinados fortes da glicoproteína P e do CYP3A.

    O que fazer: Evitar a administração concomitante de rivaroxabana com esses inibidores.

  • Rivaroxabana + cetoprofeno

    Os antiagregantes e AINE aumentam o risco de sangramento com rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal ou sintoma de perda de sangue em pacientes tratados de forma concomitante.

  • Rivaroxabana + cetorolaco

    Os antiagregantes e AINE aumentam o risco de sangramento com rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal ou sintoma de perda de sangue em pacientes tratados de forma concomitante.

  • Rivaroxabana + meloxicam

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

  • Rivaroxabana + metronidazol

    O metronidazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina e o INR quando o metronidazol for prescrito a pacientes em terapia com esses anticoagulantes.

  • Rivaroxabana + naproxeno

    O uso concomitante de naproxeno com anticoagulantes como a varfarina aumenta o risco de sangramento grave.

    O que fazer: Evitar a associação, se possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Rivaroxabana + nimesulida

    Os antiagregantes e AINE aumentam o risco de sangramento com rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal ou sintoma de perda de sangue em pacientes tratados de forma concomitante.

  • Rivaroxabana + piroxicam

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Rivaroxabana + rifampicina

    Deve-se evitar rivaroxabana com indutores combinados da glicoproteína P e do CYP3A.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com esses indutores.

  • Rivaroxabana + ritonavir

    Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com ritonavir, pelo risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana e ritonavir.

  • Rivaroxabana + tinidazol

    O tinidazol potencializa o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Ajustar a dose do anticoagulante durante o tratamento com tinidazol e até 8 dias após sua suspensão.

  • Rivaroxabana + varfarina

    Deve-se evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes pelo aumento do risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com outros anticoagulantes, a menos que o benefício supere o risco.

Moderada52 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Rivaroxabana + ácido valproico

    O ácido valproico aumenta a fração livre da varfarina.

    O que fazer: Monitorar os testes de coagulação ao iniciar ácido valproico em pacientes em uso de anticoagulantes.

  • Rivaroxabana + alopurinol

    O alopurinol pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Vigiar o INR com frequência e ajustar a dose de varfarina ao adicionar alopurinol.

  • Rivaroxabana + amiodarona

    Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Rivaroxabana + amoxicilina

    A amoxicilina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR durante o uso concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Rivaroxabana + amoxicilina/clavulanato de potássio

    Amoxicilina/clavulanato de potássio pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar ou finalizar o tratamento antibiótico; ajustar a dose do anticoagulante oral conforme necessário.

  • Rivaroxabana + azatioprina

    A azatioprina pode inibir o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário durante o uso concomitante.

  • Rivaroxabana + azitromicina

    A azitromicina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina enquanto ambos os medicamentos forem administrados.

  • Rivaroxabana + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rivaroxabana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rivaroxabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rivaroxabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Rivaroxabana + carvedilol

    Carvedilol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Rivaroxabana + cefalexina

    Anticoagulantes com maior risco de prolongamento do tempo de protrombina junto com cefalexina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina em pacientes de risco, incluindo os que recebem tratamento anticoagulante.

  • Rivaroxabana + ciclosporina

    Ciclosporina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Rivaroxabana + citalopram

    Citalopram e rivaroxabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Rivaroxabana + claritromicina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de rivaroxabana ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Rivaroxabana + clopidogrel

    Os antiagregantes e AINE aumentam o risco de sangramento com rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal ou sintoma de perda de sangue em pacientes tratados de forma concomitante.

  • Rivaroxabana + clorpromazina

    A clorpromazina pode diminuir o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante (INR/tempo de protrombina) durante o uso concomitante.

  • Rivaroxabana + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de rivaroxabana.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente rivaroxabana 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de rivaroxabana.

  • Rivaroxabana + dicloxacilina

    A dicloxacilina pode reduzir a resposta anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar cuidadosamente o tempo de protrombina (INR) durante o tratamento concomitante e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Rivaroxabana + dissulfiram

    O dissulfiram pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que recebem anticoagulantes orais.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticoagulante oral ao iniciar ou suspender o dissulfiram.

  • Rivaroxabana + doxiciclina

    a doxiciclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes

    O que fazer: monitorar a coagulação e ajustar para baixo a dose do anticoagulante, se necessário

  • Rivaroxabana + dronedarona

    A dronedarona pode aumentar o INR em pacientes tratados com varfarina ou outros anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar dronedarona em pacientes que tomam anticoagulantes orais.

  • Rivaroxabana + efavirenz

    Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rivaroxabana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rivaroxabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rivaroxabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.

  • Rivaroxabana + eritromicina

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Rivaroxabana + escitalopram

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Rivaroxabana + ezetimiba

    A ezetimiba requer monitoramento do INR em pacientes tratados com varfarina.

    O que fazer: Monitorar adequadamente o INR se ezetimiba for adicionada à varfarina ou a outro anticoagulante cumarínico.

  • Rivaroxabana + fludrocortisona

    A fludrocortisona pode diminuir a resposta do tempo de protrombina aos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina/INR e ajustar a dose do anticoagulante conforme necessário.

  • Rivaroxabana + fluvoxamina

    Fluvoxamina e rivaroxabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Rivaroxabana + hidrocortisona

    O uso concomitante de hidrocortisona e varfarina geralmente inibe a resposta à varfarina.

    O que fazer: Monitorar os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Rivaroxabana + levonorgestrel

    O uso de anticoagulantes ou uma coagulopatia são uma precaução para a colocação do dispositivo intrauterino de levonorgestrel.

    O que fazer: Avaliar o risco de sangramento antes da inserção ou remoção em pacientes que recebem anticoagulantes.

  • Rivaroxabana + levotiroxina

    A levotiroxina potencializa o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar de perto os testes de coagulação e ajustar a dose do anticoagulante ao corrigir o estado hipotireóideo ou ao modificar a dose de levotiroxina.

  • Rivaroxabana + lovastatina

    A lovastatina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos.

    O que fazer: Determinar o tempo de protrombina antes de iniciar a lovastatina e vigiá-lo com frequência durante o início do tratamento.

  • Rivaroxabana + mercaptopurina

    A mercaptopurina pode diminuir a efetividade anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR em pacientes que recebem varfarina e ajustar sua dose conforme necessário.

  • Rivaroxabana + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rivaroxabana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rivaroxabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rivaroxabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Rivaroxabana + tiamazol

    O tiamazol pode aumentar a atividade dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Considerar monitoramento adicional do tempo de protrombina/INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.

  • Rivaroxabana + minociclina

    A minociclina pode potencializar o efeito dos anticoagulantes.

    O que fazer: Considerar um ajuste para baixo da dose do anticoagulante e vigiar a coagulação.

  • Rivaroxabana + moxifloxacino

    O moxifloxacino pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o tempo de protrombina/INR e vigiar sinais de sangramento.

  • Rivaroxabana + nevirapina

    Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rivaroxabana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rivaroxabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rivaroxabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.

  • Rivaroxabana + orlistate

    O orlistate pode alterar o efeito da varfarina e de outros anticoagulantes.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente os parâmetros de coagulação em pacientes com doses estáveis de varfarina ou outros anticoagulantes que iniciam orlistate.

  • Rivaroxabana + paroxetina

    Paroxetina e rivaroxabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Rivaroxabana + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de rivaroxabana ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Rivaroxabana + prednisolona

    O uso concomitante de prednisolona com anticoagulantes pode aumentar ou diminuir o efeito anticoagulante, e com varfarina costuma inibi-lo.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação (INR) para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Rivaroxabana + prednisona

    A prednisona pode inibir a resposta à varfarina.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os índices de coagulação para manter o efeito anticoagulante desejado.

  • Rivaroxabana + propiltiouracila

    A propiltiouracila pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR, especialmente antes de procedimentos cirúrgicos.

  • Rivaroxabana + ranolazina

    Ranolazina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Rivaroxabana + rifabutina

    Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rivaroxabana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rivaroxabana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rivaroxabana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.

  • Rivaroxabana + sertralina

    O uso concomitante de sertralina com ácido acetilsalicílico, AINE, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; controlar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender a sertralina em pacientes em uso de varfarina.

  • Rivaroxabana + ticagrelor

    Ticagrelor inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Rivaroxabana + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.

  • Rivaroxabana + sulfametoxazol/trimetoprima

    Sulfametoxazol/trimetoprima pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes que tomam varfarina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e o INR durante o uso concomitante.

  • Rivaroxabana + venlafaxina

    Rivaroxabana e venlafaxina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Rivaroxabana + verapamil

    Verapamil inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Rivaroxabana + voriconazol

    Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de rivaroxabana ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.

  • Rivaroxabana + vortioxetina

    O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos rivaroxabana interage?
Na nossa base, rivaroxabana tem 90 interações documentadas; as mais graves são com acenocumarol, ácido acetilsalicílico, apixabana, atazanavir, capecitabina, carbamazepina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso rivaroxabana com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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